União da Alma e do Corpo. Aborto (questões 344 a 360 do LE)

Eis aqui uma transcendental informação dos Espíritos (questão 344): “-A união começa na concepção, mas só se completa no instante do nascimento. No momento da concepção, o Espírito designado para habitar determinado corpo se liga a ele por um laço fluídico e vai aumentando essa ligação cada vez mais, até o instante do nascimento da criança”.

Durante a gestação o feto não tem, propriamente falando, uma alma, não obstante encontra-se ligado à alma que virá a possuir. Mortes prematuras evidenciam imperfeições da matéria. Quase sempre constituem provas para os pais. Nessa questão de mortes prematuras, ou mesmo morte de crianças com pouca idade, é ensinamento espírita que em alguns casos isso constitui reconstituição do períspirito que tenha sofrido lesão grave, com desagregação parcial, decorrente, por exemplo, nos casos de suicídio, quando o corpo é destroçado por  veículos pesados; ou numa outra hipótese, quando o Espírito de tal forma promoveu maldades, que sua vestimenta perispíritual de danifica seriamente. Nesses casos, no período da gestação, o incomparável auxílio psicodinâmico maternal já estará proporcionando início da citada recuperação. Como se vê, do mal Deus tira um bem! Da concepção ao nascimento, a maioria dos Espíritos se iguala àquele que dorme; depois, ao despertar, só aos poucos recobra a consciência (da tenra idade a fase plena da consciência). 

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Comentário de Ieda Albuquerque Rufino em 19 maio 2015 às 17:29

Muito grata por nos informar!

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