Um pouco de EDUCAÇÃO PARA A MORTE - J. Herculano Pires

Enganam-se os que pensam nos mortos como mortos.
Eles estão mais vivos do que nós, dispõem de visão mais
penetrante que a nossa, são criaturas mais definidas do que nós, e podem ver-nos, visitar-nos e comunicar-se conosco com mais facilidade e naturalidade.
É preciso que não nos esqueçamos deste ponto importante: os homens são espíritos e os espíritos nada mais são do que homens libertos das injunções da matéria.
Nós carregamos um fardo, eles já o alijaram de suas costas. Temos de pensar neles como criaturas vivas e atuantes, como realmente o são.
Eles não gostam das nossas tristezas, mas sentem-se felizes com a nossa alegria. Não querem que pensemos neles de maneira triste porque isso os entristece. Encontram-se num mundo em que as vibrações mentais são facilmente perceptíveis e desejam que os ajudemos com pensamentos de confiança e alegria. Não temos o direito de perturbá-los com as nossas inquietações terrenas, em geral nascidas do nosso egoísmo e do nosso apego.
Milhões de manifestações de entidades superiores, de espíritos conhecidos ou não, mas sempre identificados, ocorrem no mundo continuamente, provando a sobrevivência ativa dos que passaram para o outro mundo e lá não nos esqueceram.

Do livro EDUCAÇÃO PARA A MORTE - J. Herculano Pires

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