O ABORTO é um CRIME ESPIRITUAL, acima de tudo ? Qual sua Opinião ?


Um breve recado para os abortistas de plantão

Sobre a legalização do aborto, é inadmissível que pequeníssima parcela da população brasileira, constituída por alguns intelectuais, políticos e profissionais dos meios de comunicação e embebida de princípios materialistas e relativistas venha a exercer tamanha pressão na legislação brasileira. Até porque os norte-americanos estão despertando desse pesadelo hediondo da legalização do assassinato doloso de bebês nos ventres. Na contramão desse despertar americano contra o aborto, há no Brasil insanos defensores dessa prática (causídicos estes que um dia tiveram o direito de nascer) pugnando para que o aborto seja legalizado em nossa Pátria.

O primeiro país da era pós-moderna a legalizar o aborto foi a União Soviética, em 8 de novembro de 1920. Os hospitais soviéticos instalaram unidades especiais denominadas abortórios, concebidas para realizar as operações em ritmo de produção em massa. A segunda nação a legalizar o abortamento foi a Alemanha nazista, em junho de 1935, mediante uma reforma da Lei para a Prevenção das Doenças Hereditárias para a Posteridade, que permitiu a interrupção da gravidez de mulheres consideradas de “má hereditariedade” (“não-arianas” ou portadoras de deficiência física ou mental).

Gerald Warner, no Scotland on Sunday, assegura que “o lugar mais perigoso do mundo para uma criança na Escócia é o útero da mãe. Em 2010, a mortalidade infantil levou 218 crianças escocesas à morte”. [1] Ao explanar qualquer coisa sobre o alarmante delito de aborto sempre tropeçaremos em histórias assombrosas.

Não nos enganemos, a medicina que executa o aborto nos países que já o legalizaram é uma medicina criminosa. Não há lei humana que atenue essa situação ante a Lei de Deus. E há outra discussão que também se levanta: a legitimidade ou não do aborto quando a gravidez é consequente a um ato de violência física. No caso de estupro, quando a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho, a Lei deveria facilitar e estimular a adoção da criança nascida, em vez de promover a sua morte legal.

O Espiritismo, considerando o lado transcendente das situações humanas, estimula a mãe a levar adiante a gravidez e até mesmo a criação daquele filho, superando o trauma do estupro, porque aquele Espírito reencarnante terá possivelmente um compromisso passado com a genitora.

Com exceção da gestação que coloque em risco a vida da gestante, quaisquer outras justificativas são inaceitáveis para uma mulher decidir pelo aborto. Se compreendesse as implicações sinistras que estão reservadas para quem aborta, certamente refletiria milhões vezes antes de extinguir um ser indefeso do próprio ventre. Somente num caso a Doutrina Espírita admite o aborto: quando a gestação coloca em risco a vida da gestante, pois disseram os Espíritos a Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, questão 359, que é preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.

Nunca é demasiado advertir que no aborto criminoso se fermentam as grandes enfermidades da alma, as grandes obsessões, alimentando o pátio de sanatórios e de prisões. No aspecto psíquico, o remorso é uma perigosa energia que vai corroendo gradualmente o equilíbrio emocional e permite aflorar desajustes mentais que estavam subjacentes, abrindo campo à loucura propriamente dita, sob o enfoque médico, e aos tormentos espirituais (obsessão), no argumento espírita.

Óbvio que não lançamos as execrações da censura impiedosa àquelas que estão envolvidas na via sombria do aborto já cometido, até para que não caiam na vala profunda do desalento. Expressamos argumentos cujo intento é iluminá-las com o farol da elucidação para que divisem mais adiante a opção do Trabalho e do Amor, sobretudo nas adoções de filhos rejeitados que presentemente estão empilhados nos orfanatos.

Jorge Hessen

Jorgehessen@gmail.com

Referência:

[1] Disponível em http://www.zenit.org/pt/articles/o-aborto-e-o-infanticidio acesso 31/12/17

A Luz na Mente

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Comentário de Margarida Maria Madruga em 29 março 2018 às 21:49

Em caso nenhum é admissível o assassinato.

Só quem oferece a vida, pode tirá-la. Só o Criador.

Comentário de Nizomar Sampaio Barros em 27 março 2018 às 2:26

Aborto não pode ser amparado por lei, a não ser, creio, nos casos que comprovadamente comportem risco de vida para a gestante,  anencefalia, estupro (dependendo do livre arbítrio da vítima) e, talvez, de má formação do feto. Nunca, porém, por mero pragmatismo, mesmo que a prole venha a representar luta material.

Se morrem muitas mulheres sem recursos em nefandas clínicas de interrupção de gravidez ou em fatídicas tentativas pessoais, enquanto mulheres com maior poder econômico não passam por esse risco, nem por isso o assunto deve ser encarado como uma simples questão de saúde ou afeto a problema de ordem econômico-social, servindo de plataforma para a defesa da legalização de um crime hediondo.

Sexo deve ser praticado com consciência de responsabilidade e não somente como necessidade fisiológica e atração prazerosa ou fisiológica. Ainda não se sabe exatamente quando, no processo da gestação, cessa o automatismo biológico da fecundação e o Espírito liga-se à matéria, o que exige cautela e reflexão ante o estuar dos sentidos. O fenômeno pode ocorrer desde o início da fertilização ou demorar até o surgimento da placenta.

Se, apesar dos cuidados, a gravidez tornar-se uma surpresa, penso que o dever que se impõe é assumir a responsabilidade e não tentar suprimi-la. Metafisicamente, não se pode cortar o fio de uma vida sem interferir na ordem do universo, pois toda encarnação, em última instância, visa à evolução da  Vida.

Como demonstram os chineses em sua milenar sabedoria, quando uma criança nasce, eles subtraem da data do nascimento nove meses e cinco dias para as meninas e nove meses para os meninos, demonstrando com isso que o ser humano existe desde a fecundação.

Quando um óvulo é fecundado, a conjunção dos campos eletromagnéticos dos elementos interagentes forma um poderoso vórtice uterino, de rotação sinistrógira, que, conforme a evolução dos pais, projeta a sua boca ao nível de um ou de outro dos subplanos astrais, podendo alcançar, inclusive, os níveis mais elevados, onde é captado somente por entidades mais evoluídas. .

De acordo com a lei energética, para que haja uma perfeita conexão entre o vórtice uterino e o cúmulo egóico perspirítico, a entidade reencarnante liga-se sempre pela sua seção de menor potencial, a fim de não sobrecarregar o trabalho iniciante de absorção dos elementos materiais e não adulterar a formação do duplo etérico  com uma carga maior do que a necessária.

À medida que o processo evolui e vai requisitando mais energia para se consolidar, as seções de maior potencial do cúmulo egóico vão sendo gradativamente absorvidas, fortalecendo o processo de materialização do Espírito reencarnante. Por uma questão de peso específico, o embrião, inicialmente em uma posição semi vertical, vai lentamente invertendo-a, colocando-se na posição de nascituro. O vórtice, assim, torna-se destrógiro, expulsivo.   

Das nove seções que compõem o cúmulo egóico, somente as duas últimas, de maior potencial, não são absorvidas totalmente até o nascimento, permanecendo ligadas ao duplo etérico, sendo lentamente absorvidas até o sétimo ano da data do nascimento, empregadas no desenvolvimento dos órgãos nobres do corpo humano, especialmente o sistema cérebro-espinal.

Eis, em síntese, o processo que o aborto interrompe. Uma importante questão ainda deve ser lembrada. Quando a gestação é interrompida nos primeiros meses, o vórtice reencarnatório, no início do processo, perde as suas seções inferiores, mas não se desfaz, desprendendo-se e seguindo instintivamente, guiado pela lei energética, na tentativa de reencarnar. Mutilado e vagando livre no astral inferior, quando consegue ligar-se a um óvulo fecundado, dá origem às síndromes de Down e a outros transtornos de etiologia obscura.

À luz dos conhecimentos espirituais, o aborto, como acontece atualmente com o fenômeno da transição chamada 'morte', deveria ser melhor estudado, para que certas idéias esdrúxulas e excessivamente liberais não se tornem ideações criminosas.

À pretexto de se corrigir alegadas injustiças sociais, não se deve sancionar um crime.

Comentário de Evandro Néry da Silva em 21 março 2018 às 19:41

Amigos quero parabenizar a nossa Amiga e irmã de Doutrina Nilza Garcia pela postagem; porque a geração atual  não se preocupa com êsse problema social que é de todos. O Espírita sabe que que nascer e um direito de vida    dado por Deus., os envolvido em um aborto estão marcados para sempre para serem punidos pela Justiça de Deus, as vezes na própria existência. Certa senhora começou a frequentar o Centro  Espírita(Belém) eu era um colaborador  fazia atendimento na portaria; o 1º atendimento  as pessoas que queriam fazer um tratamento específico o participar de estudos espíritas.  Ela já tinha 55 anos e passou  a ouvir chorro de criança, 

sempre sonhava carregando  crianças nos braços. o companheiro que vivia com ela, disse que ela estava ficando louca ... perguntou para mim será que foi algum feitiço que tinha colocado em nela; morava perto de vizinhos invejosos; Na nossa mesa tinha uma garrafa com água fluidificada; e veio na minha intuição de dar um pouco de água para ela; sentir que sua voz estava ficando nervosa.... Tomou a água, disse pra ela ela molhar a fonte e ela molhou. Chamei um irmão passista para dar um passe em nela e depois perguntei se estava melhor disse que sim; perguntei para ela se tinha outra coisa que ela ouvia; ela me disse que era zuada de correntes, parece que arrastavam várias correntes; perguntei para ela quantos filhos ela tinha.... Ela disse já chorando que não teve nenhum, que seu companheiro não queria filhos,  fez ela praticar 4 abortos. No último quase que ela morre, já estava no 4º mês de gestação,  através de cirurgia, o médico usava um bisturi. Deu uma crise de  chorro, tivemos que levar para outra sala de atendimento e lá com ajuda Psicologa completamos a ficha dela. Passou uns 4 meses ficou bem melhor, depois teve que se mudar para uma cidade do interior e não  soubemos mais dela. Meus irmão essa senhora já tinha começado a pagas suas dívidas aqui mesmo; Todo nós temos o nosso Livre Arbítrio e a mulher aceita se quiser. Depois acabou deixando o companheiro, arrumou outro que gostaria que ela tivesse um filho e não conseguia mais engravidar.Sou contra o aborto, por esse fato e muitos outros que ocorre por falta de esclarecimento da Medicina e das Religiões. Muita paz, fiquem com Deus. 

Comentário de Paulo Roberto Daguer Rubin em 20 março 2018 às 1:17

Independente da pessoa ser materialista ou não, tem que ser de uma monstruosidade enorme pra admitir um assassinato covarde e desprezível como este.

Claro que, em casos de risco para a vida, só um espírito muito elevado para deixar tudo seguir o seu curso sem interferir e arriscar a gravidez até o fim. Mas abortar porque a gravidez não estava nos planos, só pra quem não assimilou nada da passagem pela fase animal (porque estes estão mais evoluídos do que quem comete um crime assim).

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