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Marlene Nobre: "Enxerguei Kardec no lugar de Chico"
um impressionante relato

Corria o ano de 1959. Era um dia normal de atendimento na Comunhão Espírita Cristã. Chico conversava com os irmãos da fila...e eu, como de hábito, estava ao seu lado.
Em um dado momento, ouvi-o chamar-me, não sei por que, voltei-me para a janela situada à minha direita...como se tivesse sido chamada por alguém invisível. Depois, voltei-me para o lado esquerdo. Fiz esse giro inverso, a fim de olhar o Chico. Nesse momento, já não era mais eu, entrara em um estado modificado de consciência, mergulhada em outro ambiente, vendo outra paisagem. Enxerguei Kardec no lugar de Chico. Vi-o nas vestimentas do século XIX, com a mesma postura, no seu ambiente de trabalho. Lembro-me de ter dito: Professor!
Quando voltei a mim, estava ainda um tanto aturdida, sem me dar conta ao certo de onde me encontrava. Já não via mais Kardec. Agora era Chico que estava diante de mim. E constatei que ele sorria muito. Sem entender ao certo o que se passava, ouvi-o dizer, ainda sorrindo:
-Uai, Marlene, você está vendo o nosso passado?
Desde então, a crença virou certeza. Para mim, não havia mais dúvida: Chico era Kardec encarnado. Por instantes, eu tinha visto uma cena do século XIX.

Recentemente, constatei, com alegria, que o mesmo fenômeno acontecera com a nossa cara irmã de ideal, Maria Izabel Mazucatti, de São paulo.
Ocorreu numa sexta-feira à noite em 1976...Chico atendia uma fila extensa, mas pegou o Livro dos Espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo, falou para Izabel:
- Pois é, minha irmã, vamos ver qual a lição para amanhã no nosso Evangelho...
"Com uma das mãos ele procurava no Evangelho a lição que batesse com o LE, com a outra, ele parecia ler com os dedos. E eu olhando aquilo..."
Izabel descreve então algo inusitado: De repente, eu fui olhando para o Chico e tive a impressão de que a minha cabeça estava dilatando; eu queria me mexer, mas não conseguia. Fiquei paralisada e de dentro do Chico foi surgindo a imagem daquele homem da foto que eu achava bravo. Ele me encarou e eu fiquei ali olhando. Não era o Chico, era Kardec. Era o próprio Kardec, isso eu vi!. Aperna batia de tanto que tremia, meus lábios batiam e ele me encarava. E eu captava assim:
- Cale a boca! Eu não admito que você fale para ninguém o que você está vendo neste momento.
Eu fui devagar, devagar, abaixando a cabeça e, quando eu olhei, era o Chico...

fonte: o extraordinário livro Meus pedaços do espelho-Marlene Nobre-páginas 143-145

Adelino da Silveira, autor do pioneiro Kardec Prossegue, íntimo do Chico durante décadas, relata fenômeno semelhante; Carlos Baccelli também.

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