A TERAPIA de REGRESSÃO e a REENCARNAÇÃO

AS ILUSÕES  DA REENCARNAÇÃO

Uma das propostas da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – além de mostrar ao paciente a causa e resolução de seus sintomas como fobias, transtorno do pânico, depressão severa, dores físicas, bem como as aprendizagens necessárias e indispensáveis à sua evolução espiritual – é ajudá-lo a desmistificar suas ilusões.

Ilusão é o desconhecimento da verdade em relação a si, aos outros e a vida. Vou exemplificar as principais ilusões que muitos de meus pacientes cultivavam antes de fazerem essa terapia, a TRE.

Esses pacientes vieram ao meu consultório rotulados equivocadamente pela psiquiatria de “doentes mentais”, “psicóticos”, “esquizofrênicos”, “bipolar”, “transtorno de múltiplas personalidades”, etc. O fato de uma pessoa ver e/ou ouvir vozes de pessoas mortas ainda é visto pela psiquiatria como um quadro alucinatório, um transtorno dissociativo psicótico (loucura).

A psiquiatria ocidental, no meu entender, tem sido extremamente arrogante a respeito da mediunidade, pois tudo o que ela não entende é visto como anômalo, patológico. Por isso, a grande maioria de meus pacientes que são rotulados pela psiquiatria de “psicóticos” são, na verdade, médiuns com desequilíbrio mediúnico e não  com desequilíbrio mental, psiquiátrico.

Sendo assim, é importante o profissional da área de saúde mental fazer um diagnóstico diferencial entre um transtorno mediúnico – que não é loucura – de um transtorno psiquiátrico, aí sim, uma psicose ou loucura.

Não por acaso, o Dr. Mauro Kwitko, médico psiquiatra de Porto Alegre, escreveu o livro “Doutor, eu ouço vozes!: Doença mental ou loucura?” (Editora Bezouro Box).

Não por acaso também, que os meus pacientes que foram rotulados equivocadamente pela psiquiatria de “doentes mentais”, após terem passado pela TRE, transformaram-se em médiuns equilibrados, resgatando seu equilíbrio biológico, psicológico, social e espiritual.

Outra ilusão comumente cultivada por muitos pacientes que procuram a TRE é a crença de que são seres carnais e não seres espirituais. Em tese, acreditam que são seres espirituais, mas, muitos não têm plena convicção disso.

Nessa terapia, após conversarem com os seus mentores espirituais (seres desencarnados, responsáveis diretamente pelo nosso crescimento espiritual) é que se conscientizam verdadeiramente que não são seres carnais, mas seres espirituais passando temporariamente por uma experiência carnal, terrena, em busca de mais evolução, porém, esquecidos disso, por conta do véu do esquecimento que nos tornam amnésicos, inconscientes neste planeta.

Não podemos esquecer que a sociedade ocidental materialista e tecnicista valoriza e até mesmo venera o lado lógico, racional, científico e, por isso, a cultura, a arte, a literatura e o lado espiritual não são muito valorizados e estimulados.

Por fim, outra ilusão comumente cultivada são os rótulos temporários e ilusórios da encarnação, isto é, os papéis sociais e de gênero. Ou seja, ninguém é pai, mãe, irmão(a), avô, avó, tio(a), esposa, marido, homem e mulher, mas está como…

Seu pai é seu pai ou está como pai? Ele pode ter sido em outras encarnações seu filho(a), patrão, escravo(a), etc.

Veja a seguir, o caso de uma paciente que tinha brigas constantes com sua mãe e veio a descobrir na regressão de memória que ela fora em sua vida passada uma pessoa estranha, sem nenhum grau de parentesco.

 CASO CLÍNICO: BRIGAS CONSTANTES  COM  A MÃE.

Mulher de 30 anos, casada, e uma filha de 2 anos.

Paciente me procurou querendo entender por que desde criança brigava com sua mãe. Não se sentia à vontade com a presença dela, pois só de vê-la sentia um mal estar, raiva, e se ficavam  no mesmo ambiente havia brigas, atritos. Queria entender também por que era uma pessoa nervosa, explosiva, impaciente, angustiada, muito reservada, fechada, não se abria com as pessoas; daí sua dificuldade de fazer novas amizades.

Por último, queria saber qual era seu verdadeiro propósito, missão de vida e seu principal aprendizado, lição maior que precisava aprender nesta jornada.

Na 1ª SESSÃO DE REGRESSÃO, a paciente me disse: 
“Estou vendo um trem antigo, tipo “Maria fumaça”, e pessoas com roupas antigas do século passado (ela estava descrevendo uma cena de uma vida passada).

As mulheres usam aqueles vestidos rodados, com sombrinhas e penteados de época… Alguém caiu no trilho do trem e tem uma mulher segurando uma sombrinha, olhando”.

– Veja o que foi que aconteceu? – Peço à paciente.

“Está me dando uma aflição… Essa pessoa que está caída no trilho é uma mulher. Vejo homens que a socorrem… Acho que aquela mulher que observava, segurando uma sombrinha, sou eu… E a mulher caída no trilho do trem é a minha mãe dessa vida passada. Estou parada, aflita, chorando… Acho que ela foi empurrada por uma mulher quando a gente estava entrando no trem”.

– Você consegue ver essa mulher que a empurrou? – Pergunto-lhe.

“É a minha mãe de hoje… Ela está com uma roupa muito bonita, vistosa, todo preto. Usa uma sombrinha escura, ela é bem rica, cheio de jóias e tem uma empregada que leva suas bagagens. Ela esbarrou forte em minha mãe, que caiu no trilho e bateu a cabeça.

Essa senhora (mãe da paciente da vida atual) fala que não fez nada, mas eu a acuso gritando que ela esbarrou forte em minha mãe. Ela retruca dizendo que não fez nada e fala que sou louca. Eu choro, vejo minha mãe desacordada numa maca, sendo levada para o hospital.

Sou mais branca e mais magra do que hoje, devo ter uns 24 anos. Aquela senhora está enfurecida porque tinha um compromisso. Ela não é muito diferente fisicamente de minha mãe de hoje, que é branca e usa uns brincos grandes e dourados (pausa).

Vejo agora à minha direita uma luz dourada… É um ser espiritual”.

– Pede para esse ser espiritual se identificar – Peço-lhe.

“Diz que é a minha mentora espiritual… Ela é também a minha mãe daquela vida passada (paciente fala em prantos). Diz  ainda que me mostrou essa cena passada para eu entender hoje por que essas brigas constantes que tenho com minha mãe”.

– Pergunte à sua mentor espiritual por que na vida atual vocês vieram como mãe e filha?

“Diz que fiquei com muita mágoa dela naquela existência passada, e que por isso preciso tirar isso de meu coração. Hoje viemos como mãe e filha para nos reconciliarmos. Fala que tenho que perdoá-la (paciente chora muito).

Esclarece que a minha mãe de hoje naquela vida passada não fez de propósito ao se esbarrar nela naquele trem, tirando sua vida. Porém, ela não respeitava as pessoas, pois era muito egocêntrica, arrogante, grosseira e mal educada”.

Na 2ª SESSÃO DE  REGRESSÃO, a paciente me disse que havia feito a semana toda a oração do perdão para sua mãe de hoje (no final da 1ª sessão, eu lhe pedi que fizesse a oração do perdão para sua mãe da vida atual, emanando-lhe a luz dourada, o amor de Cristo).

Ela me deu um feedback dizendo que desde que começou a fazer a oração do perdão para sua mãe estava dormindo melhor, pois tinha problema de insônia; estava também tendo mais paciência com ela – mesmo quando ela falava algo que não concordava – e não estava mais discutindo com ela.

Ao iniciarmos a nossa sessão de regressão, a paciente me relatou: “Vejo novamente a minha mentora espiritual. Ela sorri e me mostra uma cena… É um casal e uma criança. Estão sentados num gramado. O homem é branco, cabelo preto e a mulher é branca também e cabelo castanho. A criança é uma menina… Nossa, tenho a impressão que essa menina é a minha filha de hoje!

Aquela mulher, sou eu, e o homem é meu marido. Minha mentora espiritual afirma que é a mesma vida que a perdi naquele trem. Sinto que aconteceu algo com a minha filha… Ela brinca num parque, sinto angústia… A minha mentora espiritual mostra essa menina caindo num buraco. Acho que a gente se descuidou, fomos correndo para socorrê-la; nós a puxamos pelo braço, mas ela está desmaiada. O meu marido está com ela nos braços e chega um carro preto, antigo. A gente entra com ela e fomos direto ao hospital (pausa).

Agora, ela está numa maca com a máscara de oxigênio ainda desacordada”.

– Pergunte à sua mentora espiritual o que aconteceu com sua filha?

“Fala que ela faleceu, diz que mostrou essa cena passada para eu entender o amor que sinto pela minha filha da vida atual. Hoje, ela veio novamente como minha filha para eu dar todo o amor que não pude dar naquela existência passada, pois ela partiu muito cedo. Esclarece, que na vida atual ela nasceu com problemas respiratórios (ficou 11 dias na UTI) por conta da forma como morreu naquela existência passada.

Esclarece também, que é por isso que hoje sou uma pessoa nervosa, impaciente, explosiva e angustiada, pois tive duas perdas nessa vida passada – de minha mãe naquele trem e depois de minha filha. Com a perda delas acabei me isolando. Por isso, hoje tenho dificuldade de lidar com perdas. Ela finaliza dizendo: – Minha querida, fique calma!

Na 4ª SESSÃO, a paciente me relatou: “Vejo a imagem de um cavalo, aparece um lago, uma região que tem mato, capinzal alto. Vejo também uma casa de fazenda. Aparece uma pessoa na janela olhando para fora, parece ser uma mulher… Acho que sou eu nessa mesma vida que perdi a minha mãe e filha.

Agora, estou mais velha, aparento ter uns 40 anos, vejo um rapaz em cima de um cavalo. Ele é branco, cabelo preto, deve ter uns 18 anos. Eu o observo pela janela de minha casa”.

– Como você se sente?

“Triste, sinto um vazio, solidão… Vejo agora um homem chegando, é o meu marido. A tristeza que sinto é por conta da perda de minha filha. Não me conformo com a sua morte. O rapaz que estava montado no cavalo não é meu filho de sangue, eu o adotei. Tenho um sentimento de cuidado com ele, que é alegre. Meu marido entra em casa, chega falando, me dá um abraço carinhoso. A casa é meio triste, não tem muita vida devido à minha tristeza.

O que deixa o ambiente mais alegre é o meu filho adotivo. Ele entra em casa e beija minha mão e me abraça. A angústia e o  meu jeito fechado de ser ainda trago à vida atual. Hoje gosto também de me isolar, só quero ficar em casa.

A minha filha da vida atual veio para me trazer alegria, pois ela é bastante alegre. O meu marido e o meu filho adotivo tentam me ajudar na tristeza”.

– Pergunte à sua mentora espiritual como você pode superar essa tristeza, essa perda?

“Fala que tenho que viver a vida, valorizar os bons momentos, e entender que tudo isso é passado. Preciso resgatar novos sentimentos, como ser alegre e feliz, ir mudando aos poucos, que vou conseguir.

Minha filha de hoje veio para despertar em mim a alegria e o amor. Diz que sou uma pessoa boa, por isso, devo parar de pensar que sou uma pessoa ruim. Mas há coisas que preciso mudar, que é a impaciência, ser explosiva e intolerante; por isso, preciso ser mais calma”.

– Como você pode ser mais calma?

“Diz que é me colocando no lugar do outro, analisando mais as coisas antes de explodir”.

Na 5ª e ÚLTIMA  SESSÃO , ela me disse: “Vejo a minha mentora espiritual, veste uma bata clara, roupa bem folgada (roupa típica dos seres espirituais de luz).

Fala que mesmo naquela vida passada que perdi a minha filha, ela já me amparava (ela faleceu no trilho do trem bem antes do nascimento da filha da paciente), por isso, nunca estive sozinha, pois ela me protegia, e hoje também continua me protegendo.

O que ela fala é verdade, pois já me aconteceram  coisas na vida atual que me livraram de muitos perigos. O que ela me fala agora, confirma. Ela reafirma que vai estar sempre me protegendo, mas, preciso também me conectar com Deus em meu coração, cuidando de minha parte espiritual. Ou seja, tenho que fazer as minhas orações regularmente, diariamente.

Revela que tenho o dom da cura, que preciso desenvolvê-lo (quando alguém chega perto dela se sentindo mal ou com dor, ela “suga” que nem uma esponja e a pessoa sai bem, sem dor)”.

– Pergunte-lhe como você pode desenvolver o seu dom de cura?

“Diz que sei o lugar para desenvolvê-lo. Acredito que é no centro espírita que frequentei. Parei de ir lá porque mudei de residência e ficou longe. Ela esclarece que indo nesse centro vou desenvolver melhor esse dom ajudando às pessoas”.

– Pergunte -lhe qual é o seu verdadeiro propósito, missão de vida?

“Fala que além de viver com amor e alegria, preciso também ajudar o próximo como médium. Diz que sei disso, pois tenho essa intuição, mas preciso colocá-la em prática. Esclarece que antes de reencarnar – no plano espiritual de luz – assumi o compromisso de ajudar o próximo.

Preciso me doar, fala que há muitos anos venho sentindo isso, mas fico protelando, não a colocando em prática. Ela avalia essa terapia, a TRE, dizendo que me ajudou muito, que vou evoluir bastante, porém, preciso ter disciplina, pois mudanças estão por vir em minha vida.

Por isso, a necessidade de ser mais disciplinada. Finaliza dizendo que os ensinamentos dessa terapia me ajudaram a ter um norte, um direcionamento em minha vida”.

Por: Dr. Osvaldo Shimoda

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Tags: A, REENCARNAÇÃO, REGRESSÃO, TERAPIA, a, de, e

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Comentário de Nilza Garcia em 21 dezembro 2016 às 14:56

Boa tarde querida Kátia!

Você mora em São Paulo?

Li sua história e acredito que falta uma orientação melhor na parte espiritual e emocional.

Tomar remédios com orientação psiquiátrica, terapia e tratamento espiritual. São 3 fatores primordiais para a sua recuperação tanto na parte física como emocional/espiritual.

Tenta conversar com a Ana Paula Cortez (leia o comentário dela embaixo do seu) me parece bem indicada nesse setor.

PAZ E LUZ!

Nyl

Comentário de KATIA REGINA VIGANON em 18 dezembro 2016 às 19:58

BOA NOITE NILZA , ME IDENTIFIQUEI MUITO COM ESTA HISTÓRIA , NUNCA SENTI ALEGRIA VERDADEIRA EN MEU CORAÇÃO , DESDE ADOLESCENTE FINGIA MUITO BEM PARA TODOS A MINHA FELICIDADE . SEMPRE FUI TÍMIDA E QUIETA , POIS NÃO ERA ACEITA PELO GRUPO PELO FATO DE SER GORDA ,ERA MOTIVO DE CHACOTAS E MUITOS APELIDOS MALDOSOS , FAÇO REGIME COM MÉDICOS DESDE MEUS 14 ANOS , MAS SEMPRE FUI UM IOIO , EMAGRECIA A ENGORDAVA , QUANDO TOMAVA REMÉDIOS EMAGRECIA , QUANDO NÃO ENGORDAVA . NUNCA GOSTEI DE MIM , POR SER GORDA , SEMPRE TRISTE ,MELANCÓLICA E FRÁGIL , CHORAVA POR TUDO . FUI CRESCENDO E A VIDA ME MANTEVE GORDA , NADA MUDAVA , REGIME : MAGRA , EM ALTA : ENGORDAVA E CONTINUAVA TRISTE E INFELIZ . POR FORA UMA ALEGRIA CONSTANTE COM O GRUPO , CHEGAVA EM CASA , CHORAVA , NUNCA TIVE UM NAMORADO COMO AS MINHAS 'AMIGAS ' E ISTO ME CHATEAVA , NINGUÉM ME AMAVA , MAS COMO IRIAM ME AMAR , SE EU MESMA NÃO ME AMAVA , QUANDO POR UM PERÍODO MAGRA , ME CASEI , AOS 25 ANOS , COM UM VELHO DE 75 ANOS , SÓ PARA NÃO FICAR SOLTEIRA , MAS É LÓGICO , DUROU 10 MESES , MORRIA DE CIÚMES E NÃO PODIA NEM IR A CASA DOS MEUS PAIS , QUANDO ME MOSTROU UM REVOLVER , FUI A UM PSICÓLOGO E ELE ME INDICOU O ABANDONO DO LAR , POIS NAQUELE MÊS HAVIA SIDO MORTA UMA JOVEM QUE O MARIDO MAIS VELHO BRIGOU POR CIÚMES E A MATOU , FIQUEI COM MUITO MEDO E SAÍ DE CASA . FUI MORAR COM A MINHA IRMÃ MAIS VELHA EM SÃO PAULO , POIS PRECISAVA DE ALGUÉM PARA CUIDAR DA CASA PIS ELA TRABALHAVA FORA , ELA VIVIA COM O PATRÃO UMA RELAÇÃO COMPLICADA , POIS ELE TINHA 4 FILHOS E MULHER NO RIO , MAS ELA ENGRAVIDOU E ELE ACABOU SE DIVORCIANDO PARA FICAR COM ELA . NA EMPRESA EM QUE ELA TRABALHAVA ACABOU FALTANDO UMA TELEFONISTA E EU FUI TRABALHAR LÁ , ENCONTREI UMA PESSOA QUE SE TORNOU MINHA AMIGA , ME LEVOU PARA PASSEAR NA CAS DELA E EU ACABEI ENCONTRANDO UM RAPAZ QUE SE APAIXONOU POR MIM E QUERIA VIVER COMIGO , JÁ QUE EU NÃO PODIA CASAR , POIS NÃO CHEGUEI A DESQUITAR , SIMPLESMENTE FUGI DA CASA DO VELHO , PASSEI A VIVER JUNTO COM O RAPAZ EM SÃO PAULO POR 8 ANOS , SEM AMOR , COMO SEMPRE , UM TABUA DE SALVAÇÃO PARA MIM CONTINUAR EM SÃO PAULO , FUI PARA SÃO PAULO EM 77 E EM 78 ME JUNTEI COM O RAPAZ . VIVI LÁ ATÉ 86 , QUANDO MEU MARIDO COMEÇOU A VIAJAR PARA TRABALHAR FORA , ENTÃO RESOLVI VOLTAR PARA A CASA DOS MEUS PAIS , ESTAVA MAGRA NA ÉPOCA DEPOIS DE UM REGIME , O QUE FOI MUITO RUIM , POIS EM SÃO CARLOS COM AS AMIGAS ERRADAS , COMECEI A TRAIR O MEU MARIDO , POR 2 ANOS FIZ ISTO , FOI AÍ QUE ENCONTREI ESTA CASA ESPÍRITA A 1 QUARTEIRÃO DE CASA , MINHA VIDA MUDOU , PASSEI A ME PORTAR COMO GENTE E NÃO COMO ANIMAL ATRÁS DE SEXO , QUE NUNCA ME DEU SATISFAÇÃO NENHUMA , SÓ ARREPENDIMENTO , ME SENTIA A ÚLTIMA DAS PESSOAS NA VIDA , CONVERSEI NA CASA ESPÍRITA E COMECEI A IR REGULARMENTE , HOJE ESTOU COM 64 ANOS , E CONTINUO PENSANDO IGUAL , SENDO INFELIZ E TRISTONHA , TIVE UM SURTO PSICÓTICO DE PERSEGUIÇÃO E BIPOLARIDADE , ME TRATO COM MUITOS REMÉDIOS , MAS NADA ADIANTA , NO CENTRO ME DISSERAM QUE EU ERA MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO , MAS NÃO ME INDICARAM NADA , NEM SEI O QUE QUER DIZER ISTO . CONTINUO NO CENTRO , DIA 12 FOI O ÚLTIMO DIA DE REUNIÃO , LÁ OUVIMOS PALESTRAS E TOMAMOS PASSES E TOMAMOS ÁGUA FLUIDIFICADA , ACHO QUE PARA MIM , NO ESTADO QUE ESTOU COM ACOMPANHAMENTO MÉDICO , JÁ DEVERIA ESTAR MELHOR , MAS NÃO ESTOU , CONTINUO AQUELE MESMO BICHINHO TRISTE , INFELIZ E SEM RUMO NA VIDA , PRECISO FAZER ALGO POR MIM , MAS NÃO SEI O QUE , SE PUDESSEM ME AJUDAR EU IRIA FICAR IMENSAMENTE AGRADECIDA . MUITO OBRIGADA , DESCULPE O DESABAFO , NEM SEI SE ESSE ESPAÇO É PARA ISSO, MAS AO LER ESTA HISTÓRIA , RESOLVI ME ABRIR , QUE DEUS ABENÇOE TODOS VOCÊS , QUE DEPOIS DE TER ENCONTRADO ESTA PÁGINA , QUE SEI NÃO FOI POR ACASO , DECIDI AGIR COM A AJUDA DE VOCÊS . SE FOR POSSÍVEL , É CLARO . BOA NOITE E MAIS UMA VEZ DEUS NOS ABENÇOE .

Comentário de Ana Paula Barbosa em 15 dezembro 2016 às 7:08

Bom dia, Sr Shimoda! Ainda aguardo suas informações sobre a sua fundamentação teórica. Existem leis e regras de Direitos Autorais que precisam ser respeitadas, por isso, acredito que seja do seu interesse esclarecer de onde surgiu sua teoria. Caso contrário, aconselho que cite sua fundamentação, pois a Psicoterapia Reencarnacionista está renomada em publicações registradas e reconhecidas pelo público. Grata.

Comentário de jucilene Iara Da Silva em 14 dezembro 2016 às 16:30
Gostaria muito de saber sobre minha vida passada pois como a mulher da história não me dou muito bem com minha mãe. procuro sempre ter paciência, fé e peço a Deus em oração que possamos viver em paz para não perdermos a oportunidade que Deus em sua infinita misericórdia nos concedeu. Para que possamos resgatar nossos erros mas, gostaria muito de fazer uma regressão para saber e tentar entender pois é muito triste não ter uma boa convivência com sua própria mãe. espero que possam me ajudar desde já agradeço. Obrigado
Comentário de Ana Paula Barbosa em 14 dezembro 2016 às 8:17

Sr Shimoda, gostaria de saber qual foi sua formação, pois faço parte da ABPR (Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista), fundada pelo Dr. Mauro Kwitko, supra citado, e fiquei muito preocupada com seu texto, pois parece muito semelhante ao que foi desenvolvido pelo dr. Mauro. Esta associação existe há muitos anos, tem uma sólida organização, cujas prática e teoria são orientadas pelos professores ministrantes de curso e pelo Corpo Diretivo da ABPR. Você poderia nos dar mais informações sobre onde originou a teoria no qual o senhor se fundamenta? Quem cunhou o termo TRE e em que arcabouço teórico está fundamentada? Obrigada!

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