Essas figurinhas tão conhecidas do imaginário popular são fiéis guardiões que nos auxiliam na evolução espiritual e zelam por nosso bem-estar, nos acompanhando por toda a vida. E sim, o espiritismo confirma e explica sua natureza divina. 

Cabelos louros e encaracolados, um par de asas, auréola e sexo indefinido. Desde a infância, esta é a imagem que vem à cabeça quando pensamos em anjos. Ou então vemos mentalmente uma criança "angelical", cheia de beleza, inocência e bondade. Mas, seja qual for a representação que tenhamos em mente, será que realmente compreendemos de que maneira os anjos da guarda participam da nossa vida espiritual?
De acordo com O livro dos espíritos, de Allan Kardec, os anjos da guarda exercem uma participação direta na evolução de cada um de nós. São espíritos protetores que nos acompanham e nos auxiliam em diversas encarnações desde o nascimento até a morte. Embora dificilmente se manifestem por meio da mediunidade de seus protegidos, estes guardiões estão sempre em atividade para nos dar forças nos momentos difíceis.
Segundo Regina Carlin, diretora da Área Federativa da Federação Espírita do Estado de São Paulo, todos nós temos um espírito protetor que transmite orientações por meio do pensamento. “Por essa conexão mental, os guardiões nos fornecem ideias positivas e nos aconselham sobre como proceder em cada situação. Assim, permanecem ao nosso lado para que possamos crescer durante nossa caminhada”, afirma.(...)

Em O evangelho segundo o espiritismo, Allan Kardec ensina a prece a seguir, que pode ser realizada por todos aqueles que desejam se comunicar com seus espíritos protetores.

PARA FALAR COM OS ANJOS

“Espíritos esclarecidos e benevolentes, mensageiros de Deus, que tendes por missão assistir os homens e conduzi-los pelo bom caminho, sustentai-me nas provas desta vida; dai-me a força de suportá-la sem queixumes; livrai-me dos maus pensamentos e fazei que eu não dê entrada a nenhum mau Espírito que queira induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência com relação aos meus defeitos e tirai-me de sobre os olhos o véu do orgulho, capaz de impedir que eu os perceba e os confesse a mim mesmo”. 

Texto • Geisa D'avo

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