Pergunta feita a Chico Xavier, em Uberaba, qual seria a explicação para o problema do nanismo.
A pessoa encarna sob essa condição basicamente por duas razões: a primeira delas, a mais frequente, porque praticou o suicídio em outra existência e a segunda por ter abusado da beleza física, causando a infelicidade de outras pessoas.
O nanismo está particularmente ligado ao suicídio por precipitação de grandes alturas. O anão revoltado, segundo explicou-nos Chico, em geral é o suicida de outra existência que não se conforma de não ter morrido, porque constatou que a vida é uma fatalidade e, mesmo desejando, não conseguiu extingui-la. 
Chico afirmou que o corpo espiritual sofre, com esse tipo de morte, lesões que vão interferir no próximo corpo, prejudicando particularmente a produção de hormônios, daí a formação do corpo anão, e as diversas formas de nanismo, mais ou menos graves, segundo o comprometimento do espírito. 
Ele disse ainda que conhece mães e pais maravilhosos que têm aceitado a prova com coragem e amparado os filhos anões com muito carinho e dedicação. Reconhece que a explicação espírita através da lei de causa e efeito e das encarnações sucessivas contribui bastante para a resignação perante a prova.

Suas palavras são de estímulo e encorajamento aos pais e portadores de nanismo para que não se revoltem e aceitem essa estágio na Terra como um valioso aprendizado para o espírito imortal. (Texto extraído do livro Lições de Sabedoria – Chico Xavier )
Oportunas, também, as palavras de Eurípedes Barsanulfo:
"Uma reencarnação provacional representa para o Espírito a sublime oportunidade de reconciliação com a própria lei. O Espírito não é vítima, pois, na verdade está se educando através da nova roupagem que o Pai lhe concedeu.

O perispírito registra os sentimentos doentes a serem transformados. Como evoluir com o perispírito denso, comprometido por vibrações enfermas que partiram de sua própria intimidade espiritual?

Através de nova oportunidade reencarnatória, o Espírito remodela seu perispírito pela mudança de seus sentimentos e de suas tendências perniciosas.

Os conhecimentos valorosos da Doutrina Espírita permitem-nos aprender a renovar os sentimentos.

O Espírito, ao reencarnar, depara-se com uma sociedade que se estabelece em leis definidas por uma moral social. Essa moral rege a vida dos homens e não a vida do Espírito, é transitória, muda de região para região e de país para país.

A humanidade caminha sem avaliar a importância de outra moral imutável, que representa a Lei de Deus, que alimenta o pensamento e sustenta a vontade. É a moral ensinada por Jesus.

A moral divina ou consciencial estabelece-se na medida em que o Espírito evolui e alinha sua postura dentro dos princípios éticos ensinados pelo Mestre. Está no Evangelho na estruturação dessa moral."

Trecho do livro:- Lições de Sabedoria.
Chico Xavier.
Folha Espírita.

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