O mesmo sol que ilumina o mundo, é o que se esconde por trás do muro do horizonte, permitindo um cenário obscuro. O mesmo sol que aquece o pobre que vive no monturo, é o que queima o matuto, que lavra a terra. O mesmo sol que torna o solo verdejante, energizando a tenra planta, como a árvore gigante, é o que forma desertos. A cada instante, o astro-rei mostra suas diferentes faces. Basta saber enxergar, para poder entender. Nada é totalmente bom, nem totalmente mal. A Força Divina inclui a tudo, dando a cada coisa o seu devido valor temporal, no aprendizado sem igual das dualidades. Só a partir dos contrastes a consciência se desenvolve, na busca da Grande Síntese. Por isso que não se tema, na vida, as antíteses. Aproveitemos cada momento do agora para, sem demora, assimilar os ensinamentos da grande escola, que é o mundo em que vivemos.

02 de dezembro de 2009.

Do e-book "Novas Percepções", gratuito em www.harmonianet.org

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