Hoje, depois de um tempo de dúvidas e incertezas com relação ao nosso futuro, podemos perceber a mensagem que o Universo tem nos passado já há alguns anos. Afinal, estamos ou não na Era de Aquário e o que significa isso?

O signo de aquário é regido por Urano, um planeta elétrico e rápido, que traz em si a capacidade de inovação e renovação de energias.

Urano foi o primeiro planeta a ser descoberto na era moderna, por acidente, por William Herschel, em 1781. A partir disso, sua energia começou a atuar e a primeira mostra de sua atuação foi a explosão da Revolução Francesa em 1789, com o grito: liberdade, fraternidade e igualdade, que é o grito de Urano. A humanidade como um todo demora aproximadamente 200 anos para receber totalmente a energia de um planeta. Portanto, as energias de Urano já recaem sobre todos nós.

No entanto, a liberdade, a igualdade e a fraternidade são características de uma sociedade ideal que ainda engatinhamos em sua direção. Passamos anos presos em conceitos menores sobre aquário, sem perceber seu verdadeiro significado. Aquário é a liberdade verdadeira que parte da autoconsciência e do real valor humano. A liberdade só acontece quando pudermos olhar para todos de maneira igualitária, como membros de uma grande família pertencente a um sistema planetário que funciona a favor de todos nós.

Não estou aqui a pregar nenhuma forma de governo, visto que esse mesmo governo deve ser pautado na consciência, que começa pelo indivíduo. Partindo desse princípio, podemos perceber que ainda não entramos definitivamente em aquário e que de fato estamos ainda caminhamos em sua direção. Temos muito que aprender nestes próximos anos. A sensação de final dos tempos permanecerá até que possamos descobrir os verdadeiros valores que pautarão a nova era. É claro que estamos com "um pé nela", mas o outro ainda está (já não tão firme) na era passada, baseada em guerras religiosas, no autoritarismo, na indefinição e no poder da igreja sobre os nossos medos. Hoje já conquistamos alguma autonomia sobre esses medos, percebendo o retorno de algum poder para as nossas mãos. A física quântica tem nos ajudado bastante com seus novos conceitos sobre o homem e a consciência.

Aquário promete coisas fantásticas para todos nós. No entanto, temos um longo caminho a percorrer até que o grande véu que encobre nossos olhos seja definitivamente deixado para trás.

Por... Eunice Ferrari

espero que tenham gostado...

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Abraço

Leorena

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Comentário de Edite de Lima e Silva em 12 janeiro 2013 às 20:44

É muito interessante! E bom saber que mesmo engatinhando, estamos indo rumo a evolução.

Comentário de ॐ ツLlena -Terapia da Alma ॐ ツ em 8 janeiro 2013 às 10:47

Pingo Cat... o mundo inteiro é movido por energia... inclusive nós...  Por isso sempre digo...Conexão com as energias boas, é tudo em nossa vida...

abraços

Leorena

Comentário de Pingo Cat em 7 janeiro 2013 às 22:22

Sr. Evaldo Berwig gostei do seu comentário sobre o livro de Fritjof Capra. Muito esclarecedor. E sobre o texto de Albert Einstein, esse gênio, mostrou que na antiguidade o homem se dedicava ao saber: os cientistas eram matemáticos, físicos, astrônomos, geólogos, médicos, etc. Eles passavam a vida estudando e passando esse conhecimento adiante. Nos dias de hoje, a minoria consegue chegar a universidade. Parabéns pelos comentários.

Comentário de Pingo Cat em 7 janeiro 2013 às 22:10

Quer dizer que a humanidade do planeta Terra só começa a receber as energias dos outros planetas a partir do momento que são descobertos? Agora entendi o porquê desse caos. Os cientistas até agora não entraram num acordo se Plutão é um planeta ou não e mesmo assim estamos recebendo as energias de outros planetas. Os satélites, asteróides, nebulosas e tudo o mais que compõe o Universo também enviam energias a nós humanos?

Comentário de Jose Cardoso Lira em 3 janeiro 2013 às 17:31

TAMBÉM GOSTEI..........VOU POSTAR NO VISÃO MILITAR.

Comentário de iara ferrari em 3 janeiro 2013 às 10:04

Gostei tbem muito bom

       Iara Ferrari.

Comentário de ॐ ツLlena -Terapia da Alma ॐ ツ em 2 janeiro 2013 às 9:05

 evaldo berwig... sempre acrescentando... muito grata por isso!!!

Feliz ano novo...

abraços,  Leorena

Comentário de evaldo berwig em 1 janeiro 2013 às 23:37

Do Livro “O Ponto de Mutação” de Fritjof Capra:

 

Em 1979, o jornal americano Washington Post publicou a matéria "O armário de idéias está vazio", com depoimentos de consagrados intelectuais de Cambridge, Massachusetts e Nova York. Os estudiosos atestaram não somente que as idéias da ciência se dividiram "em dúzias de riachos" mas que, em algumas áreas, suas águas "secaram por completo". Na mesma matéria, um dos entrevistados, Irving Krinstol, professor de urbanismo na Universidade de Nova York, declarou estar se demitindo de sua disciplina e instituição por achar que já não podia fazer mais nada para melhorar as cidades. O motivo: quando os problemas são enormes, perde-se o interesse por eles.

A matéria está citada no livro "O Ponto de Mutação", do físico austríaco Fritjof Capra. Serve de exemplo - e é apenas um dos tantos - para se ter uma idéia do tamanho de problemas que cercam o mundo: fome, miséria, pobreza, crise energética, falta de água, epidemias, violência, poluição, perda da biodiversidade etc, etc e etc. São tantos que chegamos, diz Capra, à ponta do cume: é preciso a imediata e irreversível mudança de pensamentos e atitudes para que tais realidades sejam revertidas. Para ele, vale o que diz o I Ching, "ao término de um período de decadência sobrevém o ponto de mutação".

Espécie de oráculo, o texto clássico chinês foi a inspiração de Capra para o título do seu livro. Que surgiu, segundo ele, como uma conseqüência do seu best seller "O Tao da Física" (1975). Nele, Capra quebrou os paradigmas da física moderna para propor uma relação entre as ciências naturais e a evolução espiritual. Concluindo, por fim, que a visão de mundo sugerida pela física moderna é incompatível com a nossa vida atual, pois "não reflete o harmonioso estado de inter-relacionamento que observamos na natureza", diz ele. Para provar sua tese - e identificar os caminhos que percorremos historicamente para chegarmos à insustentabilidade do mundo atual - foi do desafio a que se propôs em "O Ponto de Mutação", publicado originalmente em 1982. Desafio que fez de Capra, físico pela Universidade de Viena, voz forte no debate de como pôr um ponto final nos grandes problemas contemporâneos, virar a página e redesenhar uma nova história, agora sustentável, para o planeta.

Se em seu livro posterior "As Conexões Ocultas - Ciência para uma Vida Sustentável" (2001), ele contrapôs a história recente do capitalismo global e a destruição da vida, em "O Ponto de Mutação" ele volta à história do pensamento cientifico para apoiar a idéia de que é preciso quebrar as bases da ciência moderna, pautada no sistema matemático cartesiano que enxerga o mundo como uma máquina inquebrável e a serviço do homem, para entender o quanto ela, ao longo de séculos, convergiu do modo em que a natureza, incluindo nós humanos, se organiza e mantém a vida.

Para Fritjof Capra, fundador do Centro de Eco-Alfabetização de Berkeley, na Califórnia, e professor do Schumacher College, um centro de estudos ecológico na Inglaterra, a crise dos intelectuais - assunto da matéria publicada no Washington Post - existe porque a ciência, e suas disciplinas, mantiveram ao longo de anos e anos a percepção estreita da realidade, enxergando-a de maneira segmentada, cada disciplina a seu modo. Acontece que problemas como fome e miséria, destruição do meio ambiente e pobreza, todos eles descritos com afinco em "O Ponto de Mutação", são sistêmicos: um é conseqüência de outro, que puxa outro, e assim sucessivamente. Eis a questão. Tal abordagem da ciência, diz Capra, não resolverá uma só das nossas dificuldades, mas sim "limitar-se-á a transferi-las de um lugar para o outro na complexa rede de relações sociais e ecológicas". Para ele, só passaremos adiante do "ponto de mutação" se enxergarmos o presente na sua totalidade e interdependência, tal qual o movimento da natureza.

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/estante/estante_2640...

Comentário de José Joaquim Marchisio em 1 janeiro 2013 às 21:40

Gostei muito da reflexão da Maria do Carmo como do Evaldo, coloquei a pauta para reflexão, do que parece ser uma grande contradição, e de certa forma o é, mas se olharmos o processo humana como um processo em andamento e que este momento é apenas uma parte do grande ciclo, onde como se fora uma tabela price, a relação juro x amortização, no tempo elas se invertem, o que na primeira metade é mais juro que amortização, se modifica do meio para o fim, onde a amortização é crescente e o juro descrescente. Nesta mesma linha de raciocínio, vamos ver paulatinamente, no cenário humano o bom senso e visão mais abrangente, na medida que maçissamente espiritos mais qualificados começarem a dar o tom do processo cultural dos novos tempo, para modificar os paradigmas referenciais, e com isto passaremos a ter uma mudança de conceitos, que aos poucos vai puchar todo o processo reflexivo humano. Gostaria de destacar o caso norte americano, onde o poder do capital tinha lado e candito escolhido, e usaram toda a força da mídia para impor este padrão ao povo americano, e o povo mais sofrido e o que esta sentindo na carne os efeitos da nefasta política existente, fez este povo não aceitar a imposição cultural, e impos a sua preferencia na contra mão dos interesses existentes. Algo já começa a mudar, a dor produz atitude reflexiva de outro teor, que renovado, muda referencias e paradigmas. Um abraço a todos e é muito bom termos diversidade de visões e compreensões, por isto, mais e mais valorizo a opção espirita.

Comentário de evaldo berwig em 31 dezembro 2012 às 15:42

Leorena, agradeço e retribuo a todos UM ÓTIMO 2013.

 

José Joaquim Marchisio, é compreensível a sua indignação. Nenhuma escolha é definitiva. É através das experiências e desafios de cada um que é possível conhecer e testar as organizações religiosas. Isto leva à possibilidade de pensar, embora um percentual muito pequeno da humanidade faça uso do poder de escolha através do discernimento.

 

Trago trechos do texto “A Teosofia de Albert Einstein” que dizem:

 

“Todas as religiões, artes e ciências são galhos da mesma árvore”, escreveu ele, fazendo uma referência à árvore da sabedoria universal, uma imagem simbólica das tradições antigas que é amplamente discutida  em  “A Doutrina Secreta”.  E prosseguiu:

 

“Todas estas aspirações buscam tornar mais nobre a vida do homem, elevando-a da esfera da mera existência física e levando o indivíduo à liberdade. Não é por acaso que nossas universidades mais  antigas surgiram de escolas clericais e religiosas. Tanto as igrejas como as universidades – quando cumprem sua verdadeira função – trabalham para tornar o indivíduo mais nobre...” [15]

 

 Diz ainda:

 

“De fato, um velho axioma da filosofia oriental e esotérica afirma que o objetivo da vida é a elevação e a expansão da  consciência dos seres humanos, de modo que ela possa compreender cada vez melhor e mais tarde possa até mesmo dissolver-se na consciência divina universal, que é eterna e indivisível. A partir da nova era de Aquário, em que estamos ingressando, a percepção clara e cotidiana deste objetivo passa a ser possível para um número crescente de seres humanos.” [1]

 

NOTA DO TEXTO:

 

[15] “Out of My Later Years”, Albert Einstein, Wings Books, Nova Iorque, EUA, 282 pp., 1996, ver p. 7.

 

NOTA:

 

[1] “A Teosofia de Albert Einstein” – Carlos Cardoso Aveline - http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=597#.UOGgpuToTbU

 

Vale a pena ler o artigo completo.

 

Abraços, Evaldo

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