Irmã Rafaela


Repara, pois, a cruz que trazes aos ombros, a cruz do olvido, da incompreensão e também da deserção daqueles que começaram a jornada contigo e hoje se deixam levar por outros caminhos. Não os julgues, mas compreende a tua tarefa ascensional. Sim, desejas alcançar os cimos, no entanto, recorda as lições de fraternidade e caridade, para que a subida não te seja tão penosa e tenhas que retornar sobre tuas pegadas.
Olha para eles e ajuda-os o quanto possível. Eles também cultivam os mesmos ideias, mas de maneira diversa da tua. Compreende, pois, servindo e passando, não se retendo aos empecilhos da estrada que eles palmilham, mas repara que um dia já procedeste assim. Em tua vez, encontraste ajuda - e hoje deves auxiliá-los, para que não se demorem na vã contemplação.
Sofres a dor do isolamento? Não estás a sós, contudo. Sofres a dor da incompreensão? Teus bens não estão na Terra! Sofres a ansiedade, ador do silêncio ante o desejo de partilhar tuas impressões com os demais? Lembra daquele que, do Alto, te atrai para Seu amor inconfundível, onde a solidão, o silêncio e o convívio são a paz em plenitude.
Anda, portanto, atento aos afazeres mais comezinhos de tua jornada no rumo do progresso espiritual, consciente de que outrem não a fará por ti. Mas estamos contigo, hoje e sempre.

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Comentário de Emílio Carlos Rôllo Schneider em 18 setembro 2013 às 17:27

Prezada Nilda.

Muito obrigado pela bela mensagem de aceitação das limitações do próximo e resignação.

Um grande abraço fraterno e que Deus a abençoe sempre.

   Emílio Schneider

Comentário de sueli rodrigues em 15 setembro 2013 às 19:23

boa noite belissimo !!!!

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