Não sou Gay por acaso – Carlos Fernando e Andrei Moreira – Homoafetividade e Espiritismo

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Comentário de Jaci da Luz em 6 novembro 2019 às 14:03

No mês passado eu fui à Itália e fiquei em casa de uma família que tinha 4 meninos rapazes.

O mais novo tem 4 anos e todo ele era menina. Eu reparei que ele tinha uma personalidade forte. Ele é que não queria cortar o cabelo e ele é que escolhia as roupas.

Por fora era 100% menina. Ele só estava bem no colo e dando beijos à mãe. Eu falei à mãe " a sua menina é muito linda e muito amorosa! " Ele respondeu é um menino! Estávamos todos a conversar e havia barulhos de todos os lados e eu pensei que não estava a entender o que a mãe me disse.

Mais tarde voltei a dizer a sua menina e ela votou a repetir que era um menino. Eu acredito que aquela mãe um dia compreenderá o filho e não quererá fazer distinções do que o filho é por causa do sexo que tem. Nesta altura, que eu repeti, a sua menina, o menino (4 anos) tirou as calças e ficou nú a brincar com o irmão. A mãe dizia para ele se vestir pois estava a anoitecer e a ficar frio. Mas ele não se vestia e continuou brincando com o irmão todo o tempo nu e não ligava à insistência da mãe ou do pai para se vestir.  

Só deixou se vestir quando foi tomar banho para ir dormir. Esta família estava a viver numa aldeia remota em montanhas e eles não tinham televisão.  Se fosse um menino da cidade poderíamos dizer que ele pudesse ter influências de alguém que fosse homem afeminado. Mas naquele lugar era totalmente impossível aquela criança ter influência exterior. Ele convivia pouco com outras crianças meninas. De mulher a única referência era a mãe.

Neste dia nunca mais parei de pensar nestas pessoas. Porque não aceitar que as pessoas tenham os dois géneros se nascemos de um pai macho e de uma mãe fêmea?

Ao ver aquela criança querendo mostrar que tinha sexo de menino e querendo ser também menina não se pode pensar que é contra a ética que um adulto mostre ao mundo que tem em si os dois géneros e que ele querer isso seja por influência exterior.  

Neste mês tenho investigado e escutado relatos de pessoas adultas que são assim desde que nascem!  

Sou autora de vários livros e estou a pensar escrever sobre como preparar as pessoas para o novo mundo que se avizinha.

Eu acho importante haver escolas alternativas para preparar as pessoas para este novo mundo. Pois as escolas clássicas não têm preparação nenhuma para as novas gerações serem pessoas mais espirituais e intelectualmente desenvolvidas.

luzcompasso@gmail.com

http://bookstore.dorrancepublishing.com/sos-give-me-a-compass/

Eu enquanto menina era muito menino. Me chamavam a Maria Rapaz, na escola os meninos me chamavam rapaz vaidoso esqueleto vaidoso; eu ficava muito zangada até chegava a lhes bater quando me perseguiam.

A família me dizia que eu nunca ia poder ficar gravida e isso me aborrecia muito. Eu só me entendi sendo mulher quando fiquei menstruada, mas aconteceu muito tarde já tinha mais de 18 anos. Só neste tempo é o meu peito começou a crescer e só nesta altura que comecei a ficar mais feminina.  

Casei aos 20 anos e logo engravidei e me separei pouco depois de meu filho ter nascido.

Eu não tenho religião pois na minha vida Deus me acompanhou e me falava de muitos modos, por sonhos por visões e as coisas que Ele me ensinou é que toda a pessoa tem os dois géneros e que devemos aceitar as diferenças sem julgar. Eu aprendi que Deus pode dialogar com cada pessoa ajudando-a na sua missão e pode lhe dar apoio mostrando quem ela é e como se aperfeiçoar como humano peculiar. Se somos influenciados pelos julgamentos humanos então ficamos transtornados sem saber quem somos e sem conhecer a nossa missão.

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