Nos casos de morte por acidente, é importante compreender que, na verdade, na verdade, não houve acidente! Na morte por acidente não há enganos. Aquele era o momento do desencarne daquela pessoa.

É, por exemplo, o caso daquele que perdeu o voo e o avião se acidentou. É, igualmente, o caso daquele que não iria embarcar na aeronave acidentada, mas por algum motivo embarcou. Em ambos os casos não houve engano algum.

O espírito, ao desencarnar de forma traumática ou mesmo após doença, frequentemente fica desacordado, passando por um período de transição e recuperação. É levado para hospitais no plano espiritual. Ali, ele fica em tratamento recuperando-se. O período de recuperação varia de acordo com cada caso.

Outro ponto interessante: pode acontecer também de, no caso de acidente grave, o espírito ser “desligado” instantes antes de o corpo sofrer danos muito grandes. E para que isso? Para que aquela pessoa não sinta todo o trauma/dor do acidente. Aquele espírito é retirado do corpo milésimos de segundos antes de o corpo sofrer os ferimentos do acidente. Nesse caso, o corpo se desgasta, mas o espírito não sofre o trauma.

A Morte na Visão do Espiritismo – Alexandre Caldini Neto

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Comentário de Roberto Cunha em 29 maio 2015 às 1:10

...pode acontecer também de, no caso de acidente grave, o espírito ser “desligado” instantes antes de o corpo sofrer danos muito grandes...

 
Eu constatei isso um dia quando fui atropelado, mesmo que tenha sofrido apenas alguns arranhões e uma pancada na perna esquerda (eu pulei quando vi o carro se aproximando). Simplesmente apaguei por alguns segundos e não senti o choque. Mas não morri, isto não é uma mensagem psicografada...
Comentário de Hilário Antunes em 13 maio 2015 às 9:12

   Olá, Carla Monique!

   Não sei a quem dirigiste a pergunta, mas gostaria, se me permites, de tecer algumas considerações ao teu questionamento.

   Veja que nesta situação a que referiste, apresenta-se objetivamente a pena ou lei de talião, qual seja, a de que se vinga uma injúria ou delito fazendo sofrer ao causador o mesmo dano ou mal que ele praticar. Simplificando, isso nada mais seria que 'vingança' pura e simplesmente.

   Desta forma, a ordem universal se constituiria, rigorosamente, em vingança sobre vingança. Penso não ser essa a matriz pela qual poderemos alcançar a paz interior, objetivo primeiro no percurso à felicidade.

   Penso que essas ocorrências (tipos de morte) tem muito a ver com o nosso livre-arbítrio associado às circunstâncias de vida determinadas pela nossa índole, em constante evolução, mais ou menos rapidamente, conforme o esforço de cada um.

   Assim, se procuro conviver num meio mais violento, obviamente estarei mais sujeito a receber um 'tiro', e assim por diante. Claro que isso não se constitui num padrão. Sempre ocorrem situações diferenciadas que não poderão se alinhar sempre igualmente. Mas ai, é que inicia a necessidade de dedicação ao estudo de nossa própria existência, sua finalidade, seu objetivo, etc., etc.

   Todavia, de acordo com a capacidade evolutiva de cada um, escolheremos a forma de harmonizarmos nossos atos passados. Assim, se alguém pensa, intimamente, que seu castigo deve ser um sofrimento igual àquele que causou, inconscientemente poderá procurar algo que lhe propicie esse desfecho, inclusive, quem sabe, com a colaboração dos mentores encarregados dos processos de programação reencarnatória.

   Eu, particularmente, não penso ser essa a melhor alternativa para purgar algum ato que tenha praticado em vidas pregressas. Acho que a melhor maneira é compensar o mal realizado pela prática do bem atual, o que não exclui, obviamente, se possível, tentar amenizar os efeitos do mal causado diretamente à própria vítima.

                                                                                                          Abraço fraterno.

Comentário de carla monique santos de assunção em 12 maio 2015 às 10:13

..OI Bom dia gostaria de lhe fazer uma pegunta.

necessariamente sempre que uma pessoa morrer seja de tiro caindo de uma avião afogado ou torturado ..ela simplesmente tem que passar por isso pelo fato que ela cometeu erro ex: dando tiro ,morreu de tiro ,afogado afogou alguém...?

Comentário de Hilário Antunes em 6 maio 2015 às 15:29

   Boa colocação, Rejane.

   Essa situação do suicídio é um forte indicativo de que não deve haver um momento fatal nem uma circunstância especial para justificar o 'acidente'. Se estivesse fatalísticamente preparado um desencarne via acidente, não seria possível também abreviar o desencarne, porque seria necessário cumprir a combinação pré-encarnatória, de alguma forma.

Comentário de Carlos Antonio Goncalves em 6 maio 2015 às 15:13

O suicida, e uma reencarnação, que fracassou ou não cumpriu aquilo que com certeza tinha sido planejado, e ai ele terá que recomeçar a sua evolução Muita paz a todos

Comentário de Rejane em 6 maio 2015 às 13:16

Este é um assunto que intriga muito também. E no caso dos suicidas? Alguém planeja isto antes e nascer ou é uma tentativa de resgate que não deu certo? Neste caso, foi uma acidente?

Comentário de Rita de Cássia Brasil Rodrigues em 4 maio 2015 às 18:30
Acho que é verdade, pois uma vez a muitos anos tentei me suicidar, mas antes de eu pular de um lugar muito alto eu desmaiei. E uma pessoa conseguiu me segurar pelos cabelos, fiquei pendurada mas desmaida.Graças a Deus tudo acabou bem.
Comentário de Hilário Antunes em 4 maio 2015 às 9:44

   Olá, Marialva G. do Nascimento, tudo bem contigo?

   Gostaria de apresentar algumas considerações sobre teu pronunciamento, porem acho que se fosse em caráter menos público ficaria melhor; assim, se tiveres algum mail que possamos trocar informações ficaria mais apropriado. O meu é klapon2@bol.com.br.

Comentário de marinalva g do nascimento em 3 maio 2015 às 22:07
  1. boa noite.gostaria de saber se voces poderia esclarecer uma de muitas duvidas que tenho em relação o desemcarne do meu filho marcio romulo gonçalves silva. de apenas 16 anos de idade. ele se envolveu com o trafico de drogas. antes ele ja tinha se envolvido com assalto e eu com muito desgosto e sofrendo muito conseguia tira ele das más companhias sempre procurando ajudar com muito amor e sofrimento nunca desisti dele o amor que tenho por ele sempre  falou mais alto.mais infelismente tudo que fiz foi envão um dia ele chegou para me e falou mainha sei do amor que a senhora sente por me mais e mais forte que eu esto traficando e não vou sair nem adianta a senhora tentar me tira de novo por que e mais forte que eu.me perdoe a senhora e a melhor mae do mundo.eu perguntei onde eu errei e ele falou a senhora não tem culpa de nada.tres meses depois de entra nó trafico ele foi brutalmente assasinado e o pior ainda sumirão com corpo e dessa vez não pude salvalo. já se passarão 08 anos eu sofro ate hoje me sinto completamente uma mae inutil. ele nasceu dia 29-11-88 e desencarnou dia 25-11-2007. ate hoje me pergunto por que...
Comentário de Hilário Antunes em 2 maio 2015 às 22:47

Carlos Antônio (se me permite um tratamento menos formal), participo de alguns grupos de estudos há alguns anos, na função de facilitador e o que tenho percebido é que, ao longo do tempo, as conquistas morais vão se manifestando na própria mudança de comportamento e atitude, já nesta própria encarnação, obviamente que de acordo com o esforço de cada um.

Nessa situação de acidente, importante esclarecer como é determinado 'o momento do desencarne da pessoa', conforme o texto em questão. Se por escolha própria ou se por alguma circunstância compulsória; no primeiro caso, penso que a escolha não seria, necessariamente, a mais própria para compensar algum débito pregresso, na segunda hipótese importante seria verificarmos quem, como e porque essa forma de desencarne. Resumindo, penso que nossas novas conquistas, no aspecto moral, já passam a ter imediato reflexo em nossa encarnação, de forma a, inclusive, modificar os efeitos previstos anteriormente.

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