Mateus inicia o seu Evangelho, traçando-nos a genealogia de Jesus. Ë uma genealogia de pouca significação e que nada acrescenta à glória de Jesus. O certo é que um homem vale por si mesmo e pelas suas realizações; e não pelo que foram ou pelo que fizeram seus ascendentes.

Jesus conviveu com os pequeninos das margens do lago

e com os pobres dos subúrbios de Jerusalém; ensinava nas vilas

e andava a pé pelas estradas. A vida humilde que viveu de­monstra-nos que nunca se importou com as grandezas do

mundo nem com os poderosos de seu tempo; por conseguinte,

muito menos se preocuparia por seus antepassados.

Quanto à sua obra, não precisamos voltar a encarecer a importância dela: a influência que não cessa de exercer, o influxo que continuamente transmite às realizações nobres da humanidade, o abrandamento do caráter e a moralização dos costumes de todos os que a estudam de coração e o sentimento de fraternidade que há dois milênios desenvolve na terra, lhe conferem excepcional valor.

Jesus foi um médium de Deus. Diretamente inspirado pelo Altíssimo, tornou conhecido dos homens o código divino, pelo qual a terra se ilumina espiritualmente cada dia mais.

 

O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO

 

18 Ora, a concepção de Jesus Cristo foi desta maneira: Estando já Maria, sua mãe, desposada com José, antes de coabitarem se achou ter ela concebido por obra do Espírito Santo.

19 E José, seu esposo, como era justo e não queria infamá­la, resolveu deixá-la secretamente.

20 Mas andando ele com isto no pensamento, eis que lhe aparece em sonhos um anjo do Senhor, dizendo: José filho de David, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela se gerou é obra do Espírito Santo.

21 E ela terá um filho; e lhe chamarás por nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.

22 Mas tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que falou o Senhor pelo profeta, que diz:

23 Eis que uma virgem conceberá e terá um filho; e ape­lidá-lo-ão pelo nome de Emmanuel, que quer dizer: Deus conosco.

24 E despertando José do sono, fez como o anjo do Se­nhor lhe havia mandado e recebeu a sua mulher.

25 E ele não a conheceu enquanto ela não teve o seu primogênito; e lhe pôs por nome Jesus.

 

O Espiritismo nos ensina que jamais devemos esquecer a preparação do ambiente familiar para a recepção dos espíritos que se encarnam na terra. Costumes moralizados; vida pura; orações e práticas caridosas feitas pelos cônjuges; harmonia de vistas no tocante aos problemas domésticos, especialmente em relação à sublime tarefa da procriação, facilitam sobremaneira a vinda ao nosso plano de espíritos de categoria superior. E se num ambiente doméstico virtuoso, encarnarem-se espíritos de baixa condição moral, o bom ambiente ajudará a destruir as sementes daninhas que os espíritos ainda trazem; eleva-lhes eficazmente o padrão de moralidade; e por fim fortifica e faz triunfar com facilidade as boas resoluções que os espíritos to­maram antes de se encarnarem.

Ao passo que os ambientes domésticos sem virtudes morais oferecem campo propicio à proliferação de espíritos inferiores, dificultando-lhes grandemente o progresso moral e fazendo com que germinem as sementes malévolas que os espíritos inferiores guardam no Intimo.

Mateus aqui descreve em linguagem simbólica, como se preparou o ambiente terreno onde se encarnaria Jesus. Ao escrever o seu Evangelho, Mateus compreendeu a inspiração que lhe vinha do Alto, de que um espírito virginal tinha sido escolhido para vir ser a mãe do Mestre.

Um espírito virginal é aquele que, através de sucessivas e incontáveis reencarnações, torna-se isento das máculas da matéria. Conquanto ainda não tenha alcançado as esferas divinas, próprias dos espíritos perfeitos, contudo, vive em planos muito superiores. Os espíritos virginais só se encarnam na terra para o desempenho de missões de benefício geral.

Maria e José eram espíritos virginais. O casal veio para facilitar a encarnação de Jesus, o qual, sendo um espírito de extrema pureza, requeria um ambiente adequado, para evitar as graves perturbações que um ambiente sem espiritualidade acarreta a um espírito evoluido.

Avisado, intuitivamente de que por intermédio deles se estava processando a encarnação do Messias prometido ao mundo pelos antigos profetas de Israel, a principio José não crê que Maria fosse digna de tal missão. É quando intervém um mensageiro espiritual para advertir José de que Maria já tinha alcançado a pureza de alma suficiente para servir de tão nobre instrumento E José, sem duvidar mais, redobra de cui­dados para que o ambiente doméstico se mantivesse puríssímo durante a concepção de Maria.

Os ensinamentos que temos recebido de elevados men­tores espirituais, consubstanciados na já numerosa literatura espírita, nos dizem que Deus não quebra a harmonia das leis que regulam a natureza. E o característico principal de nossos irmãos altamente colocados na hierarquia espiritual é o da obediência absoluta à Vontade Divina, da qual são os intér­pretes e os executores. Ora, porque haveria Jesus de se corpo­rificar em nosso planeta, desrespeitando a lei biológica e, por­tanto, desobedecendo às leis que regem nossa esfera? Seria um triste começo para tão nobre missão!

A vinda de Jesus ao nosso plano operou-se pelos meios absolutamente comuns a todos nós; precisou do concurso de dois entes que se amavam: do amparo de José e da ternura de Maria.

Mateus inicia o seu Evangelho, traçando-nos a genealogia de Jesus. Ë uma genealogia de pouca significação e que nada acrescenta à glória de Jesus. O certo é que um homem vale por si mesmo e pelas suas realizações; e não pelo que foram ou pelo que fizeram seus ascendentes.

Jesus conviveu com os pequeninos das margens do lago

e com os pobres dos subúrbios de Jerusalém; ensinava nas vilas

e andava a pé pelas estradas. A vida humilde que viveu de­monstra-nos que nunca se importou com as grandezas do

mundo nem com os poderosos de seu tempo; por conseguinte,

muito menos se preocuparia por seus antepassados.

Quanto à sua obra, não precisamos voltar a encarecer a importância dela: a influência que não cessa de exercer, o influxo que continuamente transmite às realizações nobres da humanidade, o abrandamento do caráter e a moralização dos costumes de todos os que a estudam de coração e o sentimento de fraternidade que há dois milênios desenvolve na terra, lhe conferem excepcional valor.

Jesus foi um médium de Deus. Diretamente inspirado pelo Altíssimo, tornou conhecido dos homens o código divino, pelo qual a terra se ilumina espiritualmente cada dia mais.

 

O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO

 

18 Ora, a concepção de Jesus Cristo foi desta maneira: Estando já Maria, sua mãe, desposada com José, antes de coabitarem se achou ter ela concebido por obra do Espírito Santo.

19 E José, seu esposo, como era justo e não queria infamá­la, resolveu deixá-la secretamente.

20 Mas andando ele com isto no pensamento, eis que lhe aparece em sonhos um anjo do Senhor, dizendo: José filho de David, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela se gerou é obra do Espírito Santo.

21 E ela terá um filho; e lhe chamarás por nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.

22 Mas tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que falou o Senhor pelo profeta, que diz:

23 Eis que uma virgem conceberá e terá um filho; e ape­lidá-lo-ão pelo nome de Emmanuel, que quer dizer: Deus conosco.

24 E despertando José do sono, fez como o anjo do Se­nhor lhe havia mandado e recebeu a sua mulher.

25 E ele não a conheceu enquanto ela não teve o seu primogênito; e lhe pôs por nome Jesus.

 

O Espiritismo nos ensina que jamais devemos esquecer a preparação do ambiente familiar para a recepção dos espíritos que se encarnam na terra. Costumes moralizados; vida pura; orações e práticas caridosas feitas pelos cônjuges; harmonia de vistas no tocante aos problemas domésticos, especialmente em relação à sublime tarefa da procriação, facilitam sobremaneira a vinda ao nosso plano de espíritos de categoria superior. E se num ambiente doméstico virtuoso, encarnarem-se espíritos de baixa condição moral, o bom ambiente ajudará a destruir as sementes daninhas que os espíritos ainda trazem; eleva-lhes eficazmente o padrão de moralidade; e por fim fortifica e faz triunfar com facilidade as boas resoluções que os espíritos to­maram antes de se encarnarem.

Ao passo que os ambientes domésticos sem virtudes morais oferecem campo propicio à proliferação de espíritos inferiores, dificultando-lhes grandemente o progresso moral e fazendo com que germinem as sementes malévolas que os espíritos inferiores guardam no Intimo.

Mateus aqui descreve em linguagem simbólica, como se preparou o ambiente terreno onde se encarnaria Jesus. Ao escrever o seu Evangelho, Mateus compreendeu a inspiração que lhe vinha do Alto, de que um espírito virginal tinha sido escolhido para vir ser a mãe do Mestre.

Um espírito virginal é aquele que, através de sucessivas e incontáveis reencarnações, torna-se isento das máculas da matéria. Conquanto ainda não tenha alcançado as esferas divinas, próprias dos espíritos perfeitos, contudo, vive em planos muito superiores. Os espíritos virginais só se encarnam na terra para o desempenho de missões de benefício geral.

Maria e José eram espíritos virginais. O casal veio para facilitar a encarnação de Jesus, o qual, sendo um espírito de extrema pureza, requeria um ambiente adequado, para evitar as graves perturbações que um ambiente sem espiritualidade acarreta a um espírito evoluido.

Avisado, intuitivamente de que por intermédio deles se estava processando a encarnação do Messias prometido ao mundo pelos antigos profetas de Israel, a principio José não crê que Maria fosse digna de tal missão. É quando intervém um mensageiro espiritual para advertir José de que Maria já tinha alcançado a pureza de alma suficiente para servir de tão nobre instrumento E José, sem duvidar mais, redobra de cui­dados para que o ambiente doméstico se mantivesse puríssímo durante a concepção de Maria.

Os ensinamentos que temos recebido de elevados men­tores espirituais, consubstanciados na já numerosa literatura espírita, nos dizem que Deus não quebra a harmonia das leis que regulam a natureza. E o característico principal de nossos irmãos altamente colocados na hierarquia espiritual é o da obediência absoluta à Vontade Divina, da qual são os intér­pretes e os executores. Ora, porque haveria Jesus de se corpo­rificar em nosso planeta, desrespeitando a lei biológica e, por­tanto, desobedecendo às leis que regem nossa esfera? Seria um triste começo para tão nobre missão!

A vinda de Jesus ao nosso plano operou-se pelos meios absolutamente comuns a todos nós; precisou do concurso de dois entes que se amavam: do amparo de José e da ternura de Maria.

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Comentário de Benoni Martins em 22 agosto 2012 às 14:59

Desculpo-me por não ter citado a origem da mensagem que é de Elizeu Rigonati...

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