Que o nosso encontro converta em sua luz seus passos. Um dos mais angustiantes problemas que a criatura vive é a desencarnação de um ente querido. Muitos perdem o sentido da vida e chegam a desejar a própria morte ante a desencarnação da pessoa querida. A Espiritualidade amiga, entretanto, nos ensina quem ante os que partiram, não podemos nos desesperar e nos revoltar. É uma verdade. A revolta e o desespero só pioram a nossa dor, tal qual a ferida aberta que é sempre resvalada e nunca cicatriza. Sobretudo, precisamos ter uma atitude de compreensão do assunto. Quem compreende sofre menos. A morte não é o fim, apenas maneira de conduzir o viajante da hospedaria terrestre para o seu lar verdadeiro.

É preciso lembrar do ser amado com alegria e amor. Eu, por exemplo, recordo-me de que minha mãe, hoje na pátria espiritual, deixou-me muitos exemplos de honradez, trabalho e fé em Deus. Cultuar-lhe a memória será viver os exemplos que ela me ensinou. A saudade jamais se apagará do nosso coração e é preciso saber conviver com ela, fazer as pazes com a saudade. Gosto de uma canção interpretada por Roberto Carlos que exprime tudo: "Você é a saudade que eu gosto de ter, só assim sinto você bem perto de mim outra vez.! A saudade deve ser algo positivo, lembrar-se do amigo que se foi com alegria de ter sido a honra de conviver com ele. Lembrar-se dos momentos felizes que passaram juntos e esquecer dos momentos felizes que passaram juntos e esquecer as ocorrência infelizes. É preciso continuar perdoando os que atravessaram o rio da morte. Eles precisam do nosso perdão, tanto quanto nós precisamos do amor deles.



Não devemos permitir que a tristeza pela suposta morte dos entes queridos nos impeça de continuar vivendo. Por certo, nossos afetos que estão do outro lado da vida não desejam a nossa angústia, a paralisia que toma conta de nós nesses momentos. Eles estão a nos dizer: "Continuem vivendo, vivam com esperança, não parem, não desistam, perseverem, deixem a tristeza para lá porque a vida espiritual é alegria e trabalho." A felicidade do ente querido que partiu depende do quanto temos seguido o nosso caminho com a alegria. Cada pensamento de revolta e desespero que temos em relação ao companheiro que partiu chega a ele como uma carta assinada por nós mesmos e carregada de energia negativa. Será isso que desejamos aos ser amado? Será que ele não está precisando da nossa energia de coragem?

A desencarnação é uma amor sem adeus, pois os que foram não morreram, apenas viajaram mais cedo rumo ao pais da luz para onde todos nós uma dia também iremos. Imaginem uma estrada, nosso ente querido está nesse caminho e logo mais vem uma curva bem acentuada. Ele faz a curva e o perdemos de vista, mas sabemos que ele está na estrada da vida, esperando que um dia também façamos a nossa curva e finalmente nos reencontremos na eternidade de nós mesmos.

LIBERTO O SER AMADO PARA QUE ELE SIGA
O CAMINHO NECESSÁRIO.
ESTAMOS TODOS MERGULHADOS NA VIDA, APENAS
SEPARADOS POR BARREIRAS INVISÍVEIS.
DEIXO PARTIR OS QUE FORAM CHAMADOS PELA VIDA
PARA NOVAS LIÇÕES DE CRESCIMENTO.
DESEJO A FELICIDADE A TODOS OS QUE CRUZARAM O MEU CAMINHO.

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