CHICO XAVIER seria a REENCARNAÇÃO de ALLAN KARDEC ?

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Não é objetivo deste artigo atacar quem quer que seja por manifestar opinião contrária à que vou expor. Mas há questões que devem ser tratadas com cuidado para não se tornarem elemento de confusão. A crítica franca, aberta, racional, própria dos postulados espíritas, deve ser praticada, fraternalmente claro, sob pena de imergirmos de novo nas trevas medievais. Onde não houver questionamento e crítica, onde não houver debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e

ao desenvolvimento espiritual da humanidade.
Como em minhas viagens pelo Brasil afora sou indagada sobre a polêmica em foco, resolvi manifestar-me publicamente para examiná-la com as ferramentas críticas que tomo emprestado de Kardec.
Que Chico Xavier seja a reencarnação de Kardec não seria uma hipótese a ser discutida, porque se trata de um absurdo tão sem fundamento que deveria chocar o bom senso de qualquer um (já vi até não-espíritas que conhecem superficialmente a doutrina se mostrarem perplexos diante da idéia). Mas já que se trata de uma afirmação na pena de alguns escritores e médiuns, atuantes no movimento, não podemos deixar de analisá-la.
AS AFIRMATIVAS SOBRE REENCARNAÇÕES
Em primeiro lugar, deveríamos evitar a leviandade que tomou conta de escritores e médiuns espíritas nos últimos anos: afirma-se com o maior descompromisso e sem nenhuma demonstração de evidência que fulano é reencarnação de cicrano e geralmente são pessoas famosas, já desencarnadas, ou personagens históricas – que não podem contradizer tais afirmações. É perfeitamente legítimo o estudo de casos de reencarnação, mas eles precisam ser fruto de pesquisa, de preferência de pessoas próximas e, se alguma hipótese for apresentada de personalidades de projeção, deve-se fazê-lo com todo o cuidado, com argumentos bem fundamentados e ainda assim não passará de uma hipótese a ser examinada e comentada por outros pesquisadores.
Um exemplo positivo de um estudo com critério é “Eu sou Camille Desmoulins”, de Luciano dos Anjos e Hermínio Miranda. São centenas de páginas de pesquisa, em que a personalidade em questão participou, fez regressão de memória, e o autor realizou exaustivas buscas de documentos históricos etc. Outro estudo sério é o de Hernani Guimarães de Andrade, com personagens desconhecidas – crianças com lembranças de outras vidas – em seu livro “Reencarnação no Brasil”. (De passagem, fica aqui a nossa carinhosa vibração ao Hernani, desencarnado há alguns dias.) Isso apenas para citar autores brasileiros. No plano internacional, há, por exemplo, a excelente pesquisa feita por Ian Stevenson.
Outra forma de estudo de personalidade através de reencarnações foi a realizada pela saudosa e sensatíssima médium Yvonne A. Pereira, no caso de suas próprias vidas passadas. Não houve aí a identificação das personalidades históricas ou a comprovação dessa identidade, mas uma regressão de memória, promovida pelos Espíritos superiores, para mostrar a trajetória evolutiva de um Espírito feminino. Trata-se assim de um estudo psicológico através dos tempos, sem compromisso com a evidência histórica. Uma possibilidade interessante e legítima.
O que não pode acontecer – e acontece com bastante freqüência – é simplesmente alguém sair anunciando que fulano foi tal pessoa e aceitar-se isso como fato consumado. Aí se exorbita do estudo de caso, da pesquisa científica, para se tornar mediunismo inconseqüente e dogmatismo sem fundamento.
O pior é quando tais afirmativas contrariam as evidências mais óbvias e a coerência mais superficial entre uma personalidade e outra, que se supõe ser a mesma.
Ou seja, para falar de reencarnação é preciso usar os critérios próprios do Espiritismo: pesquisa científica, coerência racional, podendo-se valer igualmente da intuição mediúnica. Mas se essa intuição vier desacompanhada dos outros aspectos, pode se tornar misticismo.
A IDENTIDADE DO EU
Um dos pontos fundamentais demonstrados pelo Espiritismo, que, aliás, se insere plenamente na tradição socrático-platônica-cristã, é a idéia de uma identidade individual, permanente, que está em progresso e mutação, mas guarda um eu reconhecível, com características próprias de personalidade, com memórias e potencialidades particulares. Até os Espíritos puros, que atingiram a perfeição, cuja personalidade nos é difícil examinar, mantêm, segundo a doutrina espírita, ainda e sempre sua individualidade.
Nos estudos criteriosos de reencarnação, essa verdade salta aos olhos: ninguém poderia negar que Luciano dos Anjos é Camille Desmoulins. As duas individualidades são parecidíssimas. Até nos traços físicos. E isso não é tão incomum. Ian Stevenson faz um estudo intrigante dos sinais de nascença. Às vezes, a ligação com a encarnação anterior é tão vívida que a criança nasce até com marcas do tipo de morte que teve ou algum trauma sofrido.
Assim como na comunicação de um Espírito por um médium, para sua identificação devem entrar uma série de fatores, evidências, muitas inesperadas, aparentemente fortuitas, mas que no seu conjunto conferem uma forte sensação de que a personalidade comunicante é aquela; na reencarnação, dá-se o mesmo. Apenas um quadro de muitos detalhes, coincidências significativas, semelhanças, nos dá alguma convicção de que tal pessoa esteja ali, reencarnada.
Se nos limitássemos a tratar de casos de reencarnação que obedecessem aos critérios mencionados, evitaríamos lançar a idéia no ridículo.
O CASO CHICO-KARDEC
Poderia escrever muitas páginas com todos os pontos de total dessemelhança entre a personalidade de Kardec e de Chico. Em primeiro lugar, estabeleçamos alguns parênteses. O que sabemos de mais sólido sobre outras existências de Kardec – o resto são inoportunas especulações – são as duas que ele aceitava: a de druida e a de Jan Huss (esta, segundo informação que Canuto de Abreu teria visto em seus manuscritos, antes da Segunda Guerra). Mas, nos três momentos conhecidos, dá para notar a coerência de uma personalidade corajosa, viril, segura, austera, de mente límpida e clara (o estilo de Jan Huss é o mesmo de Kardec, simples e cristalino, preciso e firme) e sempre dedicada à educação. Os druidas eram sacerdotes-educadores, Huss foi reitor da Universidade de Praga e Rivail/Kardec foi educador durante mais de trinta anos na França. Quanto ao seu estilo, ele mesmo adverte que não tinha vocação poética, não apreciava metáforas, mas queria atingir o máximo de didatismo e simplicidade. Para isso, tanto Huss quanto Kardec escreveram gramáticas.
Huss desafiou a Igreja Católica e morreu cantando na fogueira em 1415, depois de ter escrito cartas belíssimas da prisão, mostrando sua firmeza e serenidade. Kardec desafiou a Ciência oficial, a religião tradicional e todo o sistema acadêmico estabelecido, fundando um novo paradigma para o conhecimento humano, numa síntese genial. Quando estudamos sua vida e sua personalidade, vemo-lo mover-se com absoluta segurança de si, com total equilíbrio, desde os primeiros textos pedagógicos aos 24 anos, até a redação da última Revista Espírita, que deixou pronta antes de morrer. Os próprios Espíritos Superiores o chamam de mestre. O Espírito da Verdade o trata de forma amorosa, aconselhando-o sempre com respeito ao seu livre-arbítrio, à sua capacidade intelectual e à sua estatura moral.
Kardec se ocultou tanto atrás da obra, pela sua extrema modéstia e reserva (que não era a humildade mística de Chico que se autodenominava verme, besta, pulga, cisco...), que os próprios adeptos do Espiritismo não sabem aquilatar-lhe a grandeza.
Agora, analisemos a pessoa Chico Xavier, que conheci desde a minha primeira infância. Trata-se de uma personalidade doce, amorosa, bastante feminina, emocional, mística, com forte vocação literária e poética (ao contrário de Kardec), mas uma personalidade fraca. Basta ver sua relação com Emmanuel. Seu guia espiritual, aliás, forte e altivo, sempre manteve com Chico uma postura disciplinar, rígida, admoestando-o se o via fraquejar.
Vêem-se diversas situações desse tipo, na leitura do livro “As vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior, que considero a biografia mais confiável e mais bem escrita, porque feita por um profissional do jornalismo, entre tantas que mais parecem relatos de vida de santo da Idade Média, pela linguagem melada, pela louvação exagerada e pelo cunho miraculoso. Basta lembrar de Chico, gritando em pânico, porque o avião em que estava ameaçava cair e Emmanuel, diante dele, dizendo: “Dá testemunho da tua fé, da tua confiança na imortalidade! (...) Morra com educação!”. Este, o Espírito que enfrentou a fogueira, cantando, sem retirar uma palavra do que dissera?! A resposta, o próprio Emmanuel já deu ao Chico certa vez: “Meu filho, você é planta muito fraca para suportar a força das ventanias. Tem ainda muito que lutar para um dia merecer ser preso e morrer pelo Cristo”.
Noutras ocasiões, os próprios encarnados tiveram de adverti-lo severamente, como no caso da adulteração do Evangelho segundo o Espiritismo, na década de 70, que levou Herculano Pires a escrever um livro, “Na Hora do Testemunho”, no qual quase obrigou Chico à retratação pública, por ter apoiado indiretamente a edição adulterada.
Chico é, pois, um Espírito bom, em processo de resgate e regeneração, ainda enfrentando conflitos internos e desequilíbrios e tendo necessidade do freio curto de Emmanuel para se manter na linha das próprias obrigações. Nunca, diga-se, ele mesmo se viu ou se assumiu de outra forma. Kardec, ao contrário, já 600 anos atrás não revela conflito, não se mostra abalado por nada. Seu companheiro de Reforma, Jerônimo de Praga, chegou a abjurar, com medo da fogueira. Arrependeu-se depois e enfrentou a morte com galhardia. Mas em Jan Huss não há hesitação ou fraqueza, apenas a altivez do Espírito que já atingiu a estatura de um missionário.
Da mesma forma, Kardec. Nem sabemos o quanto ele sofreu e foi perseguido, pois não se queixava. Apenas nas entrelinhas de “Obras Póstumas”, quando se refere, por exemplo, à Sociedade Espírita de Paris como um ninho de intrigas, é que de longe vislumbramos o que deve ter passado. Mas nunca o vemos abatido ou choroso.
Quanto à linguagem de Chico, é também oposta à de Kardec. Trata-se de uma linguagem literária, ornamentada, própria do médium – pois sabemos que o médium influencia as comunicações. Se Chico não tinha cabedal literário nesta vida, é certo que o trouxe de outras, para se tornar o intérprete de tantos literatos do Além. Se Kardec tivesse escrito, por exemplo, “Mecanismos da Mediunidade”, seria certamente numa linguagem bem mais objetiva, menos literária e mais digerível.
Vou mais longe. Sem ofensa ou menosprezo pelo grande Espírito de Emmanuel, ele próprio fica bem abaixo da estatura espiritual de Kardec. Basta lembrar que, enquanto Jan Huss estava morrendo na fogueira por criticar os abusos da Igreja e duzentos anos depois seu discípulo Comenius estava inaugurando a Pedagogia moderna, em oposição à educação jesuítica, Emmanuel – leia-se Manuel da Nóbrega – estava ainda a pleno serviço da Igreja, imerso no projeto de catequese jesuítica. Tanto ele quanto Anchieta talvez tivessem suas críticas ao movimento de que participavam e sem dúvida deram contribuição meritória ao início da educação brasileira. Mas estavam ainda com as correntes mais conservadoras da história, ao passo que Huss (depois Kardec) inaugurara já novas relações entre Deus e o homem, sendo retomado na Reforma de Lutero e aprofundado na proposta educacional de Comenius, que estava a anos-luz adiante da proposta jesuíta.
Com isso, não estou diminuindo a importância nem da personalidade histórica de Manuel da Nóbrega, nem do Espírito Emmanuel, entidade que respeito e amo muito, nem menosprezando a obra que fez por intermédio do Chico. Mas é preciso reconhecer a superioridade de Kardec, coisa que tanto Emmanuel, quanto Chico, sempre reconheceram. Certo dia disse Emmanuel a Chico – e esta é uma passagem conhecida de todos – que se ele, Emmanuel, deixasse Jesus ou Kardec, o pupilo deveria deixá-lo. Ora, o guia se submetia a Kardec, como Kardec poderia ser seu tutelado?
O QUE ESTÁ POR TRÁS DESSA IDÉIA
Tudo isso poderia não passar de uma discussão vazia, simples questão de opinião, sem maiores conseqüências. Mas vejo graves problemas nessa polêmica e só por isso meti-me a falar no assunto. Afirmar que Chico Xavier é reencarnação de Kardec é submeter Kardec ao Chico... Logicamente, pela lei da evolução, o mais recente é mais evoluído e, portanto, vai mais adiante do que o anterior. O que se esconde por trás dessa idéia subliminar, implícita na tese de um ser reencarnação do outro? É que abandonamos, ou pelo menos desvalorizamos, os critérios de racionalidade, objetividade, cientificidade, além dos aspectos pedagógicos e da linguagem clara e democrática de Kardec, com todo o seu pensamento de vanguarda – para valorizarmos mais a linguagem melíflua (muitas vezes piegas) de Chico, o Espiritismo visto predominantemente como religião e os aspectos conservadores tanto do pensamento do médium, quanto de Emmanuel.
Querem ver um exemplo? Kardec, em pleno século XIX, aclamava todas as conquistas da emancipação feminina. Em artigos na Revista Espírita, apóia a reivindicação do voto feminino, parabeniza as primeiras mulheres a se formarem médicas... Exalta a participação intelectual da mulher. Emmanuel não deixa de mostrar, em diversas passagens de seus livros, ranços de machismo lusitano, romano e da Igreja, sempre colocando a mulher ideal como a mais submissa e calada possível.
A tese de que Chico seria Kardec desqualifica Kardec e exalta indevidamente Chico Xavier, colocando-o num pedestal de idolatria que nenhum ser humano deve ocupar. E isso está bem situado nos rumos que o movimento espírita brasileiro tem tomado: trata-se de um movimento que exalta personalidades mediúnicas (quando Kardec mal nos deixa conhecer o nome dos médiuns que trabalhavam com ele, porque não se constrói liderança em mediunidade, como os antigos pajés da tribo ou as passadas pitonisas da Antigüidade), preferindo o emocionalismo à racionalidade, o igrejismo ao debate filosófico e científico.
É por isso que meu trabalho tem sido no sentido de resgatar Kardec e seus antecessores diretos: Comenius, Rousseau, Pestalozzi – todas personalidades de vanguarda, com pensamento social avançado, com projetos libertários de educação. É desse caldo cultural que nasceu o Espiritismo. Transplantado para o Brasil, ganhou as cores místicas da cultura católica, de herança jesuítica, que formou a nação brasileira. É verdade que apenas um povo com o nosso coração e com a criatividade e a intuição mediúnicas como as nossas poderia acolher o Espiritismo. É verdade que Emmanuel continuou a sua obra de primeiro educador do Brasil e fez bem a sua parte, por intermédio do Chico, que também fez a sua. Mas não é por isso que devemos colocar os carros na frente dos bois e perder a raiz pedagógica, racional e consistente que nos identifica. E essa raiz é representada por Kardec, que por todas as razões vistas e muitas outras que não é possível comentar aqui, não reencarnou como Chico, não reencarnou ainda, porque teríamos de reconhecê-lo por sua mente poderosa, por sua liderança equilibrada e segura e por trazer uma contribuição muito melhor que a do Chico e mesmo melhor que a do próprio Kardec, pois, senão, não haveria razão para reencarnar-se.

Fonte: O Consolador

DORA INCONTRI
incontri.dora@gmail.com
Bragança Paulista, São Paulo (Brasil)

Chico Xavier não é Kardec!

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Tags: ?, ALLAN, CHICO, KARDEC, REENCARNAÇÃO, XAVIER, a, de, seria

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Comentário de Nilza Garcia em 2 maio 2014 às 15:02

Obrigada Cleide, pelo seu comentário, reforçando a todos nós a importância da HUMILDADE.

Beijos de LUZ.

Nyl

Comentário de Nilza Garcia em 2 maio 2014 às 14:57

Polemizar não é nossa tarefa.

Saber separar "o joio do trigo" sem ferir seja quem for.

Usar nosso bom senso e caridade com todos.

Não esquecendo que SOMOS TODOS APRENDIZES.

PAZ E LUZ.

Nyl

Comentário de Cleide Sanches Pinto em 2 maio 2014 às 14:42
É um assunto interessante, polêmico, pena que não haja respeito pela opinião do próximo pois existem várias maneiras de discutir um tema sem chegar ao debóche. Por aí se vê como somos ainda tão pequenos e como estamos distantes da tão falada "HUMILDADE" Que Deus nós ilumine.
Comentário de Nilza Garcia em 1 maio 2014 às 23:38

Obrigada amigos pelos comentários sempre valiosos!

Vale dizer que a pesquisa sempre foi, é e será a grande reveledora.

KARDEC ( com K) deixou-nos o legado para a nossa base e afirmou que o progresso abriria novas questões (não encerrou a doutrina), mas tudo o que for para o nosso aprendizado deve passar pelo crivo de nossa razão e não ficarmos procurando "pelo em ovo" para nos colocarmos como donos da verdade!

PAZ E LUZ!

Nyl

Comentário de Cleide Braga Galvão em 1 maio 2014 às 17:50

Particularmente, acho mais valido discutir as obras e exemplos de ambos que saber quem foram ou deixaram de ser.

Comentário de maria fidalgo em 1 maio 2014 às 17:42

  boa   tarde   Alfeu  gostei   de   seu   comentario   tem   algumas   verdades   mas   sabe   tem   medius   que   tudo   sabem   ate   sabem   nome   de  seu   guia   espiritual   e   quase   sempre   se   chama   Emanuel   enfim   como   custumo   dizer   ta   na   moda   ser   espirita   e   ser   amigo   de   chico   Jesus   de   paz   a   todos

Comentário de Alfeu Vieira da Rocha em 1 maio 2014 às 17:34

Não sei se Chico Xavier é ou não é Allan Kardec.

Escuto muito espiritóide intitulando-se espírita e falam muito bonito.

Falam, mas só falam.

Não apresentam vivência.

Espíritas: amai-vos e instruí-vos é o único mandamento espírita, mas vemos os mesmos espíritóides falando agente isto agente aqui como se fosse uma das caras lisas do plim-plim, com um lixo de vocabulário pobre e ainda criticando o sistema educacional brasileiro....

Ora, disseram os espíritos que Allan Kardec reencarnaria breve para continuar seu trabalho.

Para continuar com o que?

Fazendo o que?

Tem quem diga que Einstein é a reencanação de Allan Kardec.

Einstein ajudou a construir a bomba atômica porque foi enganado pelo governo dos Estados Unidos esse país de 5ª categoria que manda seu lixo cultural que é até tocado nas rádios ditas espíritas por causa dos dindinhos que cresceram ouvindo as musiquinhas ......, compasso binário dos bailinhos de antigamente e como são, na verdade, espiritóides, não evoluíram para um gosto estético mais belo.

Então, acho que nao é Einstein.

E se for Chico Xavier?

Ora, como Chico Xavier, Allan Kardec, que falou pra dedéu assim como escreveu também, inclusive dando seus pitacos na fala dos espíritos, teria e teve a oportunidade de por em prática a vivência de tudo quando escreveu e falou na elegantíssima e culta terra francesa, o outro extremo da cultura norteamericana que conta com tantos e tantos cheira.... entre nós e os espiritóides....

Assim sendo, se for Chico Xavier ou não, não sei.

Agora, Allan Kardec reencarnou logo em seguida ou não, em cumprimento à profecia dos espíritos?

Se reencarnou, foi ou é quem?

Meus amigos, trabalho na área criminal e mexo com as baboseiras de traficantes, estupradores, latrocidas e outros dindinhos mais, assim como seus modos de proceder.

Essa nossa amiga que se preocupara com o fato de Chico Xavier ser ou não a reencarnação de Allan Kardec tem algum mérito que a faça ombrear com Chico Xavier?

Certamente, não tem nada nesse sentido a não ser a capacidade de falar, falar, falar, o que me faz lembrar da música Parole, Parole, contada pela Dalida (lê-se dalidá), assim como conhecida versão em italiano cantada por Mina e Alberto Lupo, que diz parole, parole, parole, ... parole

 

Agora, desejo apresentar outro ponto de vista, qual seja o que publiquei em meu facebook.

Esta música vai para os espiritóides travestidos de espíritas que não procuram o que fazer para se ombrearem com Chico Xavier, ao invés de ficarem a discutir se Chico Xavier é ou não a reencarnação de Allan Kardec.
Os espíritos profetizaram a reencarnação rápida de Allan Kardec para continuar seu trabalho.
Einstein não pode ser essa reencarnação porque não deu seguimento ao espiritismo e ainda ajudou na construção da bomba atômica, tendo sido enganado pelo governo norteamericano.
Não teve um mentor espiritual para o avisar que estava sendo objeto de engodo, tal qual aconteceu com D. Pedro II à época da Guerra do Paraguai?
Allan Kardec escreveu muito e até deu pitados nos ensinamentos dos avatares do Cristo.
Ora, como Chico Xavier pode colocar os ensinamentos por ele discutido, não ficando somente nas palavras que voam e não quebram a pedra.
Se não foi Chico Xavier, quem foi ou é a reencarnação de Allan Kardec?
Não foi ninguém?
Não é ninguém?
Os espíritos superiores falaram bobagem?
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiii................
A Dora Incontri acabou com a doutrina espírita.
Dora, querda, preciso colocar você no alto do pedestal porque você é mais real que o rei...
kkkkkk
Dora, querida, a doutrina espírita nos mostra que podemos falhar por causa da ignorância e do orgulho....., tal qual aconteceu com o Gasparetto e família...
O Gasparetto, certa vez, declarou que sem ele os espíritos não eram nada....
Sua mãe, a Zíbia, quando ganhava 1 milhão de dólares por mês, disse que era o luxo, enquanto Chico Xavier era o lixo da pobreza....
Acorda Dora Incontri, cuidado com a obsessão por fascinação, quando os espíritos das trevas ficam enchenco a bola do tolo, estúpido, papalvo, bestunto e todo cheio de si dos reis e rainhas da cocada preta.
Dora, querida, tchau bela.
Mas não se esqueça de procurar alguma coisa útil para fazer, tomando o cuidado de por um esparadrapo na boca porque acredito que você não terá lá muitas condições de vencer a tentação de sair por aí falando até pelos cotovelos....

Comentário de josé carlos lourenço em 1 maio 2014 às 13:31

 Sou um ignorante da doutrina apesar de estuda-la,na atual vida estou tentando me esforçar para por em pratica os preceito morais,não discuto esse assunto porque não tenho capacidade para saber se chico era ou não era Kardec,mesmo porque o espírito renasce varias vezes para aprimorar sua moral e inteligência,isso para os espíritos atrasados e medianos,sem descutir ou criar polêmica em torno do assunto,não haveria alguma possibilidade disso ser verdade?Numa vida alguém poderia ser logico,eminentemente racional,intelecto moral,cientista etc,o espírito não poderia retornar,para concluir seu trabalho,com a personalidade de um chico,com essa humildade,com essa fragilidade,com essa fé inabalável, enfim com as qualidade que sô chico tinha?se fosse verdade isso,qual o problema do chico ser a reencarnação de Kardec?o espírito,não pode mudar sua personalidade de acordo com os trabalhos que vai realizar na vida?se chico é Kardec reencarnado eu não sei,mas ele foi tão grande Homem quanto Kardec,apesar das aparências de personalidade serem diferentes.Por favor,é apenas um comentário,não quero fazer polêmicas em torno disso,o que importa para todos nôs é a vida presente,a nova encarnação,os trabalhos atuais,e não as vidas passada desse ou daquele espírito,deixa isso para os pesquisadores da reencarnação,até vir notícias de pessoas ou médiuns mais experientes.

Comentário de Hugo Olmedo em 1 maio 2014 às 3:10

Pessoalmente tenho um respeito gigante por Chico. Mas independente disso, considero muito negativo qualquer tipo de comparação. Para que comparar? Para determinar quem é melhor? Cada ser tem seus méritos e erros, e principalmente os que aqui em Gaia estão. O conceito de melhor já é uma negativa, pois denota julgamento, e qualquer ser existente no universo possui um potencial ilimitado, cabendo unicamente à descoberta pessoal para a exploração desse potencial. Qualquer tipo de trabalho dentro do bem, independente de seu tamanho, deve ser considerado um grande trabalho, e principalmente se for bem executado. Para mim esse tipo de comparação teórica é perda de tempo. Vamos pensar no coletivo e não no individual.

Comentário de Sônia Regina Vasconcelos de Oliv em 30 abril 2014 às 22:03

Matéria oportuna, imprimi e vou levar para ler na reunião amanhã, pois sempre ouço falar, no centro que frequento, essa afirmação, a qual nunca concordei.

Deus lhe ilumine sempre.

Sds,

Sônia

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