Nenhuma descrição de foto disponível.Em conversa reservada conosco, em sua casa, Chico Xavier, certa vez, nos disse, enquanto íamos anotando resumidamente suas palavras.
- “Eu já sofri, meu filho, o assédio de
muitos espíritos que, de todas as maneiras, tentaram comprometer a tarefa do Livro por nosso
intermédio. (...) Houve época em que o assédio deles, dos espíritos infelizes, durava semanas e até meses; queriam que eu abandonasse tudo!... Ora, deixar tudo, para fazer o quê?! Colocavam idéias estranhas na minha cabeça, deitava-me e levantava-me com elas... (...) Na hora do
serviço da psicografia, eles desapareciam, mas, depois, voltavam. Eu não podia viver sempre
em transe! Tinha de cuidar da vida! Enfim, apanhei muito dos espíritos inimigos da Doutrina -
não só de socos ou pontapés, mas de alguma coisa equivalente. (...) O médium que não persevera
na tarefa e que, doente como esteja, não procura cumprir com seus deveres acaba anulado
por seus desafetos invisíveis de outras vidas... (...) Hoje, eu já me sinto um tanto mais calejado:
as cicatrizes são tantas, que os perseguidores desencarnados já não encontram lugar para bater...”

Jornal A Flama Espírita nº 2.734, p. 1, reportagem Chico e Os Espíritos Obsessores, por Carlos A. Baccelli.

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