AS TRÊS COISAS MAIS IMPORTANTES


Um rei tinha o costume de fazer três perguntas a todos que encontrava.

Quem era a pessoa mais importante entre todas ?

Qual era a hora mais importante ?
Qual a ação mais importante ?

Era-lhe de séria importância encontrar respostas para tais perguntas, Um dia faz ele um passeio solitário por uma floresta buscando inspiração, Depois de caminhar longo tempo por vales e montanhas ele avista ao longe uma vivenda, Ao chegar ele vem a saber que ali era um Ashram* e se alegra por ter um lugar para repousar,

Adentrando pelas suas dependências vê um monge que se ocupava em regar as plantas do pátio, Este ao perceber a presença do viajante cansado apressa-se a trazer ao estranho algumas frutas e água fresca,

Momentos mais tarde vê um outro monge carregando um ferido para o pátio, O primeiro monge apressa-se novamente em direção ao ferido lavando suas feridas e tratando-as com ervas curadoras, Permanece ainda algum tempo com o necessitado falando-lhe palavras de consolo,

O rei, que agora já se encontrava restabelecido da caminhada estressante, agradece a acolhida generosa e anuncia a sua retirada, O monge bondoso abençoa-o despedindo-se e o rei, que sempre tinha em mente as três perguntas, indagou-o esperançoso de que ele soubesse as tão aguardadas respostas,

O monge então disse “A resposta tu vistes aqui. Quando chegastes estava eu a regar as plantas, pois este è meu dever diário, mas quando te avistei, interrompi meu trabalho para dar-te de comer e beber, e assim deveria ser, pois eras nosso hóspede, Mas enquanto eu te assistia chegou um ferido, Interrompi meu serviço ao hóspede para cuidar de uma outra pessoa, que no momento mais precisava de ajuda,

Quem precisa de tua ajuda è neste momento a pessoa mais importante, O que tu podes fazer para aliviá-la è a ação mais importante, E aquele instante em que tu podes ser útil a alguém é o mais precioso e importante de todos.

Fontes
O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Sai Baba conta – Chinna Katha

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Comentário de Maria José do carmo vitor em 11 dezembro 2012 às 11:57

MEU MUITO OBRIGADA PELA RESPOSTA . O MOTIVO QUE LEVOU ME A QUERER SUA OPNIÃO SOBRE O COMENTÁRIO DA AMIGA, É SIMPLISMENTE POR EU NÃO CONSEGUIR SER UMA PESSOA CARIDOSO. COM TODA SINCERIDADE AINDA NÃO APRENDI A FAZER A VERDADEIRA CARIDADE NA QUAL TENHO LIDO MUITO A RESPEITO DESTE ASSUNTO PARA ME APROCIMAR MAIS DESTE DOM TÃO GRATIFICANTE A QUE O EXERSE , ESTOU ME ESFORÇANDO PARA ME TORNAR UMA PESSOA MELHOR E ESTAR EM SITONIA COM O UNIVERSO E DEUS. A ESTÓRIA VEIO DE ENCONTRO COM O QUE ESTOU HÁ MUITO PROCURANDO FAZER. É LINDA , ESPERO NÃO TER LHE OFENDIDO. OBRIGADA PELA SUA ATENÇÃO. GRANDE ABRAÇO!

Comentário de Vi Meirim em 11 dezembro 2012 às 11:33

Em resposta a amiga Pingo Gata que diz:

"Comentário de Pingo Cat 12 horas atrásExcluir comentário

Gostei da estória. No entanto, algumas pessoas precisam de ajuda, mas não querem ser ajudadas. Como proceder? Quando encontramos uma pessoa em sofrimento, realmente a ação mais importante é tentar aliviar esse sofrimento. E o instante de ajuda é onde nos sentimos melhor, porque faz muito bem fazer o bem. Vc pode informar em que parte do ESE está essa estória? Grata."

Prezada irmã,

O Lei de Amor de Jesus, quando Ele diz a "Ama-ivos uns aos outros conforme Eu vos amei" pressupõe a prática da Caridade irrestrita, sem esperança de retorno e gratidão. 

Em nossa jornada evolutiva encontraremos irmãos que aceitarão nossa oferta de socorro e outros que nos virarão as costas. Os Espíritos nos ensinam, assim como o próprio Chico Xavier já nos alertava, que há inúmeras maneiras de se praticar a Caridade. 

Quando encontramos um irmão em dificuldade e ele se recusa a nossa ajuda ainda temos a mais poderosa forma de ajuda que é por meio da oração por aquele espírito encarnado que ainda se encontra atrelado aos sentimentos de orgulho e egoísmo.

Deus ajuda as criaturas pelas criaturas e quanto mais estivermos dispostos a praticar a Caridade em suas diversas formas mais o Mestre nos dará forças para continuarmos a nossa marcha.

É imprescindível que se entenda que a ajuda não se restringe ao campo material. Muitas vezes, sob o nosso olhar, o irmão em aflição precisa de ajuda material mas é ainda é orgulhoso a ponto de admitir. Nestes casos, a prática da Caridade moral, emprestando um ouvido amigo ou fazendo uma prece pelo irmão aflito é uma forma de ajudá-lo a superar a crise.

Outro dado importante é considerar que a recusa do outro não é desculpa para que não continuemos com os nosso objetivos morais. Devemos apenas fazer a nossa parte sem fazer juízo de valor porque muitas vezes o irmão aflito não aceita ajuda para não se sentir humilhado.

De qualquer forma, respondendo à sua pergunta, sugiro que estude integralmente o capítulo XIII do ESE onde, com certeza, encontrará nas Instruções do Espíritos as respostas que busca agora.

Abraços fraternos,

Vi Meirim

Comentário de Maria José do carmo vitor em 11 dezembro 2012 às 10:10

GOSTARIA MUITO DE VER A RESPOSTA DO COMENTÁRIO DE PINGO CAT.

ESTARIAM RESPONDENDO A MINHA TB. OBRIGADA.

Comentário de carlos martins da cunha em 11 dezembro 2012 às 9:51

Muito bonito e oportuno o presente texto. 

Se alguem necessitado recusa ajuda, quer seja material ou espiritual, não

devemos insistir. Jesus falou assim aos apóstolos, quando os enviou pela

primeira vez para falarem da boa nova. Um abraço fraterno Pingo Cat.

Comentário de Pingo Cat em 10 dezembro 2012 às 22:43

Gostei da estória. No entanto, algumas pessoas precisam de ajuda, mas não querem ser ajudadas. Como proceder? Quando encontramos uma pessoa em sofrimento, realmente a ação mais importante é tentar aliviar esse sofrimento. E o instante de ajuda é onde nos sentimos melhor, porque faz muito bem fazer o bem. Vc pode informar em que parte do ESE está essa estória? Grata.

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