ORAÇÃO "PAI NOSSO", INTERPRETAÇÃO ESPÍRITA - O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec, 1864


3. Prece

 

I. Pai nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome!


   Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do Universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da Criação, desde o raminho de erva minúscula e o pequenino inseto, até os astros que se movem no espaço, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e sábio. Por toda a parte se nos depara a prova de paternal solicitude. Cego, portanto, é aquele que te não reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te não glorifica e ingrato aquele que te não rende graças.


II. Venha o teu reino!


   Senhor, deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade, se eles as cumprissem. Com essas leis, fariam reinar entre si a paz e a justiça e mutuamente se auxiliariam, em vez de se maltratarem, como o fazem. O forte sustentaria o fraco, em vez de o esmagar. Evitados seriam os males, que se geram dos excessos e dos abusos. Todas as misérias deste mundo provêm da violação de tuas leis, porquanto nenhuma infração delas deixa de ocasionar fatais conseqüências.

   Deste ao bruto o instinto, que lhe traça o limite do necessário, e ele maquinalmente se conforma; ao homem, no entanto, além desse instinto, deste a inteligência e a razão; também lhe deste a liberdade de cumprir ou infringir aquelas das tuas leis que pessoalmente lhe concernem, isto é, a liberdade de escolher entre o bem e o mal, a fim de que tenha o mérito e a responsabilidade das suas ações.

   Ninguém pode pretextar ignorância das tuas leis, pois, com paternal previdência, quiseste que elas se gravassem na consciência de cada um, sem distinção de cultos, nem de nações. Se as violam, é porque as desprezam..


   Dia virá em que, segundo a tua promessa, todos as praticarão. Desaparecido terá, então, a incredulidade.Todos te reconhecerão por soberano Senhor de todas as coisas, e o reinado das tuas leis será o teu reino na Terra.

   Digna-te, Senhor, de apressar-lhe o advento, outorgando aos homens a luz necessária, que os conduza ao caminho da verdade.


III. Faça-se a tua vontade, assim na Terra como no Céu.


   Se a submissão é um dever do filho para com o pai, do inferior para com o seu superior, quão maior não deve ser a da criatura para com o seu Criador!

  Fazer a tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos teus decretos. O homem a ela se submeterá, quando compreender que és a fonte de toda a sabedoria e que sem ti ele nada pode. Fará, então, a tua vontade na Terra, como os eleitos a fazem no Céu.


IV. Dá-nos o pão de cada dia.


   Dá-nos o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas, dá-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito. 

   O bruto encontra a sua pastagem; o homem, porém, deve o sustento à sua própria atividade e aos recursos da sua inteligência, porque o criaste livre.
   Tu lhe hás dito: “Tirarás da terra o alimento com o suor da tua fronte.” Desse modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obrigação, a fim de que exercitasse a inteligência na procura dos meios de prover às suas necessidades e ao seu bem-estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o trabalho, ele se conservaria estacionário e não poderia aspirar à felicidade dos Espíritos superiores.
   Ajudas o homem de boa vontade que em ti confia, pelo que concerne ao necessário; não, porém, àquele que se compraz na ociosidade e desejara tudo obter sem esforço, nem àquele que busca o supérfluo. (Cap. XXV.)
   Quantos e quantos sucumbem por culpa própria, pela sua incúria, pela sua imprevidência, ou pela sua ambição e por não terem querido contentar-se com o que lhes havias concedido! Esses são os artífices do seu infortúnio e carecem do direito de queixar-se, pois que são punidos naquilo em que pecaram. Mas, nem a esses mesmos abandonas, porque és infinitamente misericordioso. As mãos lhes estendes para socorrê-los, desde que, como o filho pródigo, se voltem sinceramente para ti. (Cap. V, nº 4.)
   Antes de nos queixarmos da sorte, inquiramos de nós mesmos se ela não é obra nossa. A cada desgraça que nos chegue, cuidemos de saber se não teria estado em nossas mãos evitá-la. Consideremos também que Deus nos outorgou a inteligência para tirar-nos do lameiro, e que de nós depende o modo de a utilizarmos.
   Pois que à lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, dá-nos coragem e forças para obedecer a essa lei.
   Dá-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perdermos o respectivo fruto.
   Dá-nos, pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos, pelo trabalho, as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém tem o direito de reclamar o supérfluo.
   Se trabalhar nos é impossível, à tua divina providência nos confiamos.
   Se está nos teus desígnios experimentar-nos pelas mais duras provações, malgrado aos nossos esforços, aceitamo-las como justa expiação das faltas que tenhamos cometido nesta existência, ou noutra anterior, porquanto és justo. Sabemos que não há penas imerecidas e que jamais castigas sem causa.
   Preserva-nos, ó meu Deus, de invejar os que possuem o que não temos, nem mesmo os que dispõem do supérfluo, ao passo que a nós nos falta o necessário. Perdoa-lhes, se esquecem a lei de caridade e de amor do próximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI, nº 8.)
   Afasta, igualmente, do nosso espírito a idéia de negar a tua justiça, ao notarmos a prosperidade do mau e a desgraça que cai por vezes sobre o homem de bem. Já sabemos, graças às novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justiça se cumpre sempre e a ninguém excetua; que a prosperidade material do mau é efêmera, quanto a sua existência corpórea, e que experimentará terríveis reveses, ao passo que eterno será o júbilo daquele que sofre resignado. (Cap. V, nos 7, 9, 12 e 18.)


V. Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam.

   Cada uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida que contraímos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos, de empregarmos os maiores esforços para não contrair outras.
   Tu nos impuseste por lei expressa a caridade; mas, a caridade não consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se dela não usássemos para com aqueles que nos hão dado motivo de queixa?
   Concede-nos, ó meu Deus, forças para apagar de nossa alma todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda guardando nós no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que nos possamos apresentar, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos últimos pensamentos foram em prol dos seus algozes.Cap. X.)
   Constituem parte das nossas provas terrenas as perseguições que os maus nos infligem. Devemos, então, recebê-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas, e não maldizer dos que, por suas maldades, nos rasgam o caminho da felicidade eterna, visto que nos disseste, por intermédio de Jesus: “Bem-aventurados os que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha, uma vez que as mortificações do corpo nos fortificam a alma e que seremos exalçados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4.) Bendito seja teu nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e de reparar nossas culpas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV, e cap. V, nº 5.)
   Assim se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É a luz que se projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça soberana e da tua infinita bondade.


VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.1


   Dá-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos Espíritos maus, que tentem desviar-nos da senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos.
   Mas, somos Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorar-nos. Em nós mesmos está a causa primária do mal e os maus Espíritos mais não fazem do que aproveitar os nossos pendores viciosos, em que nos entretêm para nos tentarem.
   Cada imperfeição é uma porta aberta à influência deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentativa contra os seres perfeitos. É inútil tudo o que possamos fazer para afastá-los, se não lhes opusermos decidida e inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisa,os dirigir os nossos esforços e, se o fizermos os maus Espíritos se afastarâo, porquanto é o mal que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja aqui adiante: "Preces pelos obsidiados")1


Algumas traduções dizem: Não nos induzas à tentação (et ne nos inducas in tentationem). Essa expressão daria a entender que a tentação promana de Deus, que ele, voluntariamente, impele os homens ao mal, idéia blasfematória que igualaria Deus a Satanás e que, portanto, não poderia estar na mente de Jesus. É, aliás, conforme à doutrina vulgar sobre o papel dos demônios. (Veja-se: O Céu e o Inferno, 1ª Parte, cap. IX, “Os demônios”.) inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisamos dirigir os nossos esforços e, se o fizermos, os maus Espíritos naturalmente se afastarão, porquanto o mal é que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se aqui adiante:“Preces pelos obsidiados”.)


   Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza; inspira-nos, pelos nossos anjos guardiães e pelos bons Espíritos, a vontade de nos corrigirmos de todas as imperfeições a fim de obstarmos aos Espíritos maus o acesso à nossa alma. (Veja-se aqui adiante o nº 11.)
   O mal não é obra tua, Senhor, porquanto o manancial de todo o bem nada de mau pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e fazendo mau uso da liberdade que nos outorgaste. Quando os homens as cumprirmos, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu de mundos mais adiantados que o nosso..
   O mal não constitui para ninguém uma necessidade fatal e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Desde que temos vontade para o fazer, também podemos ter a de praticar o bem, pelo que, ó meu Deus, pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à tentação.


VII. Assim seja.


    Praza-te, Senhor, que os nossos desejos se efetivem. Mas, curvamo-nos perante a tua sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se faça a tua santa vontade e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e melhor do que nós sabes o que nos convém.
    Dirigimos-te esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras , encarnadas e desencarnadas, pelos nossos amigos e inimigos, por todos os que solicitem a nossa assistência e, em particular, por N...
   Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção.

Nota – Aqui, podem formular-se os agradecimentos que se queiram dirigir a Deus e o que se deseje pedir para si mesmo ou para outrem. (Vejam-se, adiante, as preces n os26 e 27.)

do livro O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS - item 3

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Tags: DO, NOSSO, ORAÇÃO, PAIS

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Comentário de Maria José Scaquétti Colletes em 10 março 2014 às 18:53

Perfeito!

Comentário de Zolani Almeida em 23 janeiro 2014 às 21:57

Muito bom!

Comentário de gilza duarte azevedo silva em 23 janeiro 2014 às 17:41

Maravilhoso! perfeito.

Comentário de Valdemar W. Setzer em 23 janeiro 2014 às 11:46

Olá a todas/os,

Henrique, não escrevi nada a respeito do Pai Nosso. Não poderia discorrer sobre o assunto aqui, pois isso exigiria um conhecimento da entidade humana suprassensível. Várias vezes eu citei aqui no EB meu texto sobre isso,

Uma introdução antroposófica à constituição humana

mas não houve nenhuma reação, isto é, não houve interesse em discutir o que escrevi. Nesse caso, o melhor é esperar a evolução  das pessoas até que busquem compreensão e não conforto, felicidade ou bem estar.

aaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

Comentário de Henrique em 22 janeiro 2014 às 10:41

Oi, Valdemar ! Você tem algum artigo completo sobre o Pai Nosso sob a interpretação do Steiner ?

Comentário de mauro lopes mariano em 21 janeiro 2014 às 8:08

Amem

Comentário de Valdemar W. Setzer em 20 janeiro 2014 às 20:42

Olá a todas/os,

Rudolf Steiner, o fundador da Antroposofia, dá uma interpretação totalmente esotérica para o Pai Nosso, mostrando que cada frase corresponde ao desenvolvimento de um dos 7 membros constituintes do ser humano. Vou apontar apenas um, óbvio: "Dai-nos o pão nosso de cada dia" refere-se ao corpo físico.

Além disso, Steiner revela que Jesus teve a intuição de um pai nosso inverso em cada frase, quando percebeu como os velhos rituais pagãos estavam impregnados por entidades contrárias à evolução do ser humano. Depois do batismo no Jordão, quando o Eu Cósmico incorpora-se em Jesus, o Cristo modifica aquele Pai  Nosso inverso e dá o conhecido, que está apenas no Evangelho de Mateus (6:9), o mais humano dos 4.

aaaaaaaaaaaaa, 

Comentário de antonio joaquim gonçalves veloso em 20 janeiro 2014 às 17:49

ORAÇÃO DO PAI NOSSO

Senhor ensina-nos a orar assim como João

Ensinou aos seus discípulos. (Lu 11;1)

 

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU

Pai de todo o ser humano, que a todos fizeste igual perante Ti, seja ele: Rei, Presidente, operário, mendigo ou criminoso.

De todos Tu és Pai, por todos olhas e todos terão de Te prestar contas, com o que fizeram com os dons que Tu lhes deste.

Estais no Céu, estais na Terra, estais nas Escolas. Estais nas Igrejas, estais nos hospitais, estais ao meu lado. Estais nas flores da Primavera, na nuvem que passa, no raio de Sol, na chuva que fecunda a Terra, no vento

que nos refresca, no sereno da madrugada, nos frutos que nos alimentam, nos pensamentos que nos enlevam, no coração de quem ama.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME

Como santificada seja toda a criatura que Vós criaste. Que cada ser humano possa ser Vossa imagem, e que veja cada um como reflexo da Vossa Bondade e do Vosso amor.

Santificado seja ainda o nome da minha família, de meus amigos e até de meus inimigos, se por ventura, os tiver, para que eles me ajudem a crescer

espiritualmente e moralmente.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.

Venha a nós Teu reino de amor, de carinho e de misericórdia, em todos os lugares que estivermos e para qualquer lugar que formos.

Que eu saiba viver o Teu amor aqui na Terra, para ser digno dele, quando dela partir.

Sei que no Céu há lugar para todos, exceto para aqueles que não praticam o amor e a caridade neste lugar de provação - de purgatório.

Que eu saiba semear o bem, para qualquer lugar que vá. Para que Tua vontade seja por mim cumprida.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE.

Que nunca me falte disposição para o trabalho e que eu possa ter sempre comida para mim e para os meus. Que eu nunca desperdice nada.

Que eu não coma nem beba mais que o necessário. E que todo o ser humano tenha o mínimo necessário para suas necessidades de comida e de amor.

Vós que nada cobrais pelos recursos que puseste à disposição da Humanidade, fazei que eu seja sempre um lutador pelos direitos daqueles que não têm voz ativa, perante os orgulhosos que se consideram  os donos deste Mundo, quando no máximo se apropriam dos seus recursos por algum tempo

pois partirão daqui sem nada levar.

PERDOAI NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO

Pai, que eu nunca petrifique meu coração ao perdão. Que eu ame até aqueles que possam me prejudicar. Que eu saiba perdoar, para ser perdoado por Vós.

Todos somos pecadores, todos os dias pecamos. Mas somos orgulhosos e arrogantes demais para perceber as nossas faltas.

Gostamos de ser perdoados, mas recusamos perdoar o mínimo erro que contra nós hajam cometido seja em casa, no trabalho ou na sociedade.

Fazei-me humilde e consciencioso para que seja digno de chegar a Vos e Vos pedir para que  perdoeis nossos pecados

NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

Não nos deixeis levar pela ambição de querer acumular nada que não possa usufruir.

Não nos deixeis cair na tentação de que temos a força e o poder para em certas horas humilhar nossos semelhantes, ou de os não tratar com o carinho e amor que merecem.

Não permitais que me considere superior aos demais, pelo fato de ter melhor condição financeira ou intelectual. Permiti, contudo, que eu cresça moral e eticamente.

Livrai-nos de todos os males, principalmente daqueles que não são físicos, mas da alma: a inveja, o orgulho, o desamor e a desesperança.

Não permitais ainda que cause qualquer mal a meu próximo e que eu ame a todos, como se deve amar àqueles de quem mais gostemos.

AMEM

Isto é, assim seja para sempre, e assim seja segundo a Vossa vontade.

07.10.97

do livro Sobreviver sem perder a esperança

que foi prefaciado pelo 1º DALAI LAMA

Comentário de Paraguaçu Pereira de Almeida em 9 janeiro 2014 às 18:52

Assim Seja !!! Amém !!!

Comentário de Simone Reboucas em 11 junho 2012 às 14:56

agora sei, bom saber, o que significa o assim seja

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