(Meditação sobre o capítulo 41-Formação Mediúnica)
Reunião pública de 6-6-60
Questão LM no.200.
Há dentro de cada um de nós, seqüências automáticas de atividades.

Algumas delas, nós conhecemos:
Ninguém fica vigiando qual o próximo passo para digerir a refeição.

E tem mais coisas interessantes ... Veja em Seara dos Médiuns > 41-O Zelador ou clique aqui !

Curiosidades ... como anda sua respiração?

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Comentário de Inacio Queiroz em 29 setembro 2011 às 12:53

Martinha, gostei dessa resposta do José Moraes.

Nós somos muito envolvidos pela vaidade e achamos que psicografar são só glórias e reconhecimentos.

Eu acho que conhecer a vida do Chico Xavier é ponto obrigatório para quem quer aprender sobre mediunidade.

Ele mostra como poucos o nível de dedicação e sacrifício que e o neófito deve aplicar.

E ele equilibra como ninguém a mediunidade e a ação social. Ele é ímpar.

O próprio Emmanuel fala no Seara diversas vezes: não tem como casar uma boa mediunidade com o abandono dos afazeres no nosso cotidiano. São estes bem executados que criam a sintonia com o mundo superior.

Ou seja, quem entra numa de abandonar o mundo e se dedicar ao Centro, entrou pelo caminho errado. rsrs

Valeu ... abração ..

Comentário de Inacio Queiroz em 29 setembro 2011 às 12:47

Oi Di,

Progresão moral é nosso objetivo final. Esse é "a meta".

Depois que entendemos isso, todo o resto se torna caminho para tal. Vc está certa.

E é verdade: lembra do texto Esponjas? O convívio com quem está determinado a se melhorar nos impulsiona para melhora por absorção da motivação do grupo. O estudo esclarece e o grupo motiva.

 

Da voltinha ... quem pode dizer? Com certeza, tem um fundo nervoso. Mas se é dessa ou de outra encaranação, só seu "anjo da guarda". Beijão. Valeu.

Comentário de Inacio Queiroz em 29 setembro 2011 às 12:44

Oi Maria,

Bacelli foi muito sensato.

As vezes, quem pede o serviço é nossa vaidade.

Mas não fazemos o esforço necessário para nos habilitar para ele.

Valeu ..

Comentário de Marta Valéria em 29 setembro 2011 às 10:15

Olá pessoal, venho trazer uma contribuição sobre a parte do estudo de Kardec.

Estou terminando de ler um livro chamado "Médiuns, como estão ? Para onde vão" - de Agnaldo Paviani.

PRIMEIRA PARTE: orientação do espírito José de Moraes

Pergunta do médium:  No caso específico do médium de psicografia, uma vez que ele saiba que tem essa mediunidade, deve pegar na caneta e escrever?

Resposta do espírito José de Moraes: "Sobre esse assunto há várias orientações na literatura espírita. Sou da opinião de que em vez de pegar na caneta e escrever, deveria pegar na vassoura e varrer....

Normalmente os médiuns psicógrafos têm muita pressa em começar a escrever livros e mensagens. Essa pressa é perigosa, porque em geral retrata a vaidade do médium, que no fundo, não está com pressa em servir.

A mediunidade de psicografia requer muito treino e que o médium estude muito e mergulhe de cabeça no trabalho social. Inicialmente serão três bases: ESTUDO-TREINAMENTO-TRABALHO..."

 

Penso eu, que podemos "ter" o condicionamento para algumas tarefas, mas entre tê-las e realizá-las existe um processo de conscientização. O automatismo, no caso da mediunidade, não serve. Precisamos estar "cientes" e "vigilantes" do que fazemos.

 

Obs.: O Antonio Carlos se ler isso, vai me bater.....rsrsrsrsrs!!!!

 

Beijocas

Comentário de claudie lopes em 29 setembro 2011 às 1:00

Ah, as vezes tenho dificuldades de dar a voltinha final da respiração...Será emocional, ou resquício dos anos de fumante???

Bjos!

Comentário de claudie lopes em 29 setembro 2011 às 0:57
Meu querido…
Entendo que tudo, na nossa vida,é uma sucessão de atitudes, que podemos condicionar até que se tornem automáticos…
O difícil nessa jornada de auto conhecimento e progressão moral E emocional, é que além de aprendermos a repetir conscientemente os atos que julgamos corretos, ainda temos que nos “descondicionar” dos que já não são mais compatíveis com nossas aspirações de crescimento.
E muitas vezes, nos perdemos nesse “cabo de guerra”; e quando perdemos o foco, por momentos, se não estivermos atentos acabamos nos desmotivando e nos deixando arrastar pra “vida velha e cômoda”…
Por outro lado, não sei se acontece da mesma maneira com todos, mas sei que, quando começamos a nos envolver com o estudo, começamos a “arar” nosso campo, revolvendo a terra, tratando com adubo e preparando para a sementeira…Neste processo, começamos a nos perceber, perceber onde estão nossas dificuldades e qual o caminho para transformá-las.
Aí, depende de nossa determinação, VIGILÃNCIA E DISCIPLINA…
Sei, por experiência própria, que quanto mais nos envolvemos com o estudo, todo o resto do pacote (dedicação, boa vontade, alegria no trabalho bem feito), vai se instalando em nossas vidas.
Há os momentos de crise. É normal, num processo de transformação e crescimento; mas podem ser superadas, e quando acontece, saímos mais fortalecidos…
Um bjinho…
Comentário de maria santos em 28 setembro 2011 às 20:01

O homem pede proteção, mas o que ele faz para proteger-se? O homem pede inspiração , mas o que ele faz para inspirar-se? O homem pede paciência, mas o que ele faz para pacificar-se? O homem pede luz, mas o que ele faz para iluminar-se? O homem pede saúde, mas o que ele faz a fim de conservá-la? O homem pede alegria, mas o que ele faz no sentido de alegrar-se?!... Não nos esqueçamos de que toda oração que o homem dirige a Deus é constituída de duas partes: A primeira parte é a do mérito, a segunda parte é a da benção... Toda resposta divina depende do esforço humano! Se o homem não cumpre com a sua parte, a Lei Divina se sente impedida de cumprir com a sua... É imperioso que o homem mereça! Ninguém chega a lugar algum se não caminhar; ninguém conclui uma tarefa se não começá-la; ninguém alcança a vitória se desiste da luta... Tudo o que existe é resultado e conseqüência de uma ação. Se o homem pede, ele necessita merecer o que pede. Ninguém adquire sabedoria, sem que se torne sábio... O homem não deve relegar a Deus todo trabalho, todo esforço e todo empenho. É imprescindível que ele tome a iniciativa de oferecer a Deus as condições para que seja atendido em suas rogativas e súplicas. Quantos pedem trabalho, permanecendo de braços cruzados? Quantos pedem serviço, mantendo-se inativo na ação?!... A vida nos responde sempre, mas não nos responde tão-somente às palavras... Ela se interessa, primeiro, em responder-nos ao esforço e ao devotamento; por isto, aquele que trabalha e persevera no bem de todos está endereçando a Deus a sua melhor prece no deferimento quase imediato de suas petições!... 
Irmão José http://youtu.be/Yu4jFzz8NlELivro: Mediunidade Corpo e Alma Carlos A. Baccelli

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