Tarô Astrológico como Oráculo Iniciático - parte 01

Se pretendemos utilizar o Tarô como Oráculo Iniciático a forma de leitura mais apropriada é a Mandala Astrológica do Taro.

Na história Mística do Taro, chamo de mística, pois tem sido o conhecimento passado de "boca / ouvido" na escolas de esoterismo, ou simplesmente de místico para místico. As Laminas do Taro Egípcio podem ser consideradas como os ideogramas primordiais e sua forma de leitura posicionada em 12 Casas Astrológicas a forma como os egípcios consultavam este oráculo.

Sabemos que historicamente a sabedoria egípcia foi redescoberta chegando com toda a sua força no período Napoleônico. Que o Egito foi o primeiro povo a ter um calendário de 12 meses. Sua necessidade de ter "sobre controle" as cheias e vazante do Nilo, fundamental para sua economia fez deste povo um profundo estudioso de tudo que se relacionava com os céus e facilitassem seu entendimento do Cosmo, aplicando de forma prática em sua cultura.

Estes são fragmentos da história "oficial", mas, também, sabemos que diversos fragmentos, apropriados através dos tempos se espalharam pelo mundo e em sua maioria muito bem guardados, á salvo do "equívoco filosófico" da Idade das Trevas, que deu inicio com a destruição da Biblioteca de Alexandria, muito mais do que uma biblioteca mas um dos mais esplêndidos centro de estudos da "antiguidade". 

Misticamente o Taro primordial egípcio era lido em Casas correspondente as constelações (signos) e em minha visão de estudiosa do assunto, no mínimo estas Laminas buscam de forma velada transmitir ao longo da História Ideogramas que transmitem um profundo conhecimento da ligação do Cosmo com o caminho da consciência do Homem em sua vocação de expansão.

segue o tema no próximo tópico ...

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