“Eu não vim do Macaco!” Declara o espírito orgulhoso. 

De fato, não viemos da família dos símios, apenas tivemos a honra de passar por ela, onde muito aprendemos, e grandiosa foi à caminhada até alcançá-la desde nosso desprendimento do núcleo universal, donde se originam todas as coisas.

Como anêmona celeste, o reino mineral foi nossa pátria primeira, onde contribuímos com a riqueza de nossa energia e nos agregamos a outras, até que estivéssemos prontos para migrarmos para o reino dos vegetais, onde deu início o desenvolvimento de nossos instintos primeiros. No reino animal chegamos rastejando e, nele, já animamos muitos corpos na terra, nos ares e nos mares, para adquirir a inteligência e a glória do livre-arbítrio. Portanto, já fomos ameba e o treponema, a libélula e o esturjão, a serpente e o falcão, o colibri e o leão... Por isso, Deus é o nosso pai e a Natureza a nossa mãe. Respeitemo-la, nas suas mais diversas formas. 

Hoje, ante a benção da evolução, onde Deus apresenta a construção de sua criação no leito infinito da Eternidade, falta ao homem desenvolver o progresso moral para que possa entender de uma vez por toda apenas uma coisa: que, na condição de criatura, somos todos iguais, somos todos irmãos. E assim, com a consciência da fraternidade universal e harmonizados com a criação divina, possamos nos preparar para ingressar no reino maior, O REINO DE DEUS:

“...venha a nós, Senhor, o teu reino; seja feita a tua vontade.”



HINO ÀS ESTRELAS
 

“Estrelas – ninhos da vida,
Entre os espaços profundos,
Novos lares, novos mundos,
Velados por tênue véu... 
Louvores a vossa glória,
Nascida na eternidade,
Sois jardins na imensidade,
Suspensos no azul do céu.
 
Dizei-nos que tudo é belo,
Dizei-nos que tudo é santo,
Inda mesmo quando há pranto
No sonho que nos conduz.
Proclamai à terra estranha,
Dominada de tristeza,
Que em tudo reina a beleza
Vestida de amor e luz.
 
Quando a noite for mais fria
Pela dor que nos procura, 
Rompei a cadeia escura
Que nos prende o coração
Acendendo a madrugada
No campo de Novo Dia
Onde a ventura irradia
Eterna ressurreição.
 
Dai consolo ao peregrino
Que segue à mercê da sorte,
Sem teto, sem paz, sem norte, 
Torturado, sofredor...
Templos do Sol Infinito,
Descerrai `a Humanidade
A bênção da Divindade
Nas bênçãos do vosso Amor.

“Jesus é também o amor que espera sempre... Haverá perdão para todos...”



***
Texto: Ronaldo Costa
Hino e Frase: Livro 'Ave, Cristo' (Espírito: Emmanuel)



(a) Ronaldo Costa (O Arrebol Espírita)
https://oarrebolespirita.blogspot.com.br

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