Você já viu um espírito? Em sonho ou acordado?

"O Espírito que deseja ou pode aparecer, reveste algumas  vezes uma forma ainda mais nítida, com todas as aparências de um corpo sólido, a ponto de dar uma ilusão perfeita  e fazer crer que se trata de um ser corpóreo." (Livro dos Médiuns, Cap. VI- Manifestações Visuais).

Você já viu um espírito em sonho ou em estado de vigília? 


Tags: Manifestações, aparições, dos, livro, médiuns, visuais

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Respostas a este tópico

já mas no inicio mim assustei depois  vir a importância de ver um espirito 

  

para cada pessoa existe um espírito "guardiã"? então conforme eu vou estudando eles vão se aproximar de mim? sinto que ainda tenho medo haha

Sim, meu bem. Todos nós temos um espírito mais elevado, "responsável" por nossa proteção e orientação. Além deste, temos tb a proteção e vibrações carinhosas de espíritos familiares, e amigos que fizemos ao longo de nossa jornada evolutiva, que nos amparam  e nos infundem ànimo para superarmos nossos obstáculos...

Conforme vc vai estudando e se dedicando mais à tarefa de melhorar espiritualmente, vc vai perdendo o medo, e naturalmente, vai percebendo mais a presença dos amigos espirituais (isso, é claro, dependo tb do tipo da sua mediunidade).

Mas tenha a certeza de que estamos SEMPRE acompanhados. Por isso tb é importate se habituar com boas leituras; elas vão nos infundindo hábitos melhores, o que contribui muito para a aproximação de bons espíritos, e para manter longe de sua sintonia espíritos mais atrasados...

Vai por mim, o medo passa!!! Experiência própria...rsrsrs

sim em sonho conversei com um grande amigo que faleceu, foi muito real que acordei na janela do meu quarto acenando para ele.

 

haha muito obrigada pela resposta. irei estudar mais e mais

Só acredita quem vive isso na pele,que os vê,os sente,atrvés de movimentos,cheiro e várias sensações muito estranhas,jamais devemos dúvidar da videncia alheia que trás muita dor e sofrimento a aquele que a carrega...Embora seja muito bonita de ser vista e sentida,mas para aqueles são videntes e médiuns precisam antes de mais nada terem muita resposnsabilidade sobre a sua vida e a dos outros pois não devemos jamais invadir a vida alheia se ela não for pedida"Lei do livre arbtrio"querer e poder ser'são situações bem difrentes...

Não vi ainda mas tenho o maior desejo de 1dia ver um, o que não vai ser estranho. Mas p/q uns ver com tantafrequencia e outros como eu nunca? Seria merecimento? Gostaria de saber porque. Participo de um gpo de conscenciologia mas não desenvolvir ainda esta capacidade...

Amigo  Jose Dantas, coloquei uma resposta lá atrás para o Luciano, que fala exatamente sobre isso.

Trouxe o link, onde vc pode ter uma "geral" sobre o assunto. Se tiver mais dúvidas, a gente procura juntos as respostas.

Se quiser, pode seguir o link: 

O Livro dos Médiuns (Kardec, 1861), Parte 2, Cap.VI – MANIFESTAÇÕES...

Amiga  Elsa carmen, vc tocou num aspecto muito importante do exercício da mediunidade.

Qualquer dom que se tenha, sem a devida orientação, pode trazer bons ou maus resultados.

O caso do filme "O Sexto Sentido", nos mostra (de forma romanceada), como uma mediunidade mal orientada, sem esclarecimento pode levar a sérios transtornos emocionais e psicológicos.

Quantos não são ainda tratados como doentes mentais por verem e falarem com espíritos, que os induzem a fazer coisas absurdas???

Quando uma pessoa  portadora de um tipo de mediunidade mais ostensivo é levada a uma casa espírita séria, onde possa ser esclarecida e onde possa participar de um estudo sério, com o tempo pode fazer maravilhas. A mediunidade é ferramenta de serviço. Nos é dada como oportunidade de redenção através do trabalho de caridade em levar consolo ao próximo, esclarecimento, alívio e cura de males físicos (no caso das cirurgias espírituais, passe, energizações ...). A mediunidade é maravilhoso celeiro de bênçãos, se bem orientada...

     Já vi muitos quando estou acordada e muitos em sonhos, que infelizmente sáo sempre avisos que coisas ruins vão acontecer, como mortes de entes queridos.

Aproveitando o tema, trouxe uma publicação do médium Wanderley Oliveira:

EXPERIÊNCIA MEDIÚNICA EM OURO PRETO
_______________________________________________
Estava em Ouro Preto, na quinta-feira passada, refazendo as forças e praticando meu hobby, fotografar.
Adoro portas, fechaduras e portões antigos para fotografar.
Parei em frente a um cemitério (vide a foto do post) e comecei a olhar lá dentro e de repente...
Um homem (espírito) baixinho com barbas espessas e sombrancelhas grandes, veio em minha direção...
No chão do mundo físico, algumas folhas chegaram a ser varridas como se uma lufada de vento as separasse em dois lados por onde o homem veio andando. Isso eu vi com meus olhos físicos. Foi um fato material.
Ele andava esquisito, arrastando os pés para frente.
Chegou o nariz no portão e me disse: "não pode fotografar os mortos. Saia daqui."
Parece que ele estava acostumado a espantar as pessoas e ninguém respondia, mas eu, além de ouvir, lhe disse em voz alta (já que não tinha ninguém em volta): eu não estou fotografando, estou só olhando.
Ele tomou um susto tão grande que saiu correndo para centro do cemitério. Tive um arrepio frio nos braços e firmei meu campo mental nos amigos espirituais. Não cheguei a perceber ninguém por perto.
Depois, algumas horas depois, fui informado que aquele homem é um vigia daquele lugar. Um espírito rude e agressivo.
Não tive e nem procurei mais detalhes. Algumas coisas em mediunidade eu sinto que são bem passageiras. Talvez seja mais significativo para os desencarnados que para nós, no mundo físico.
Fica ai o registro. O cemitério fica bem ao lado do museu da inconfidência. Ainda quero voltar lá e ver se consigo novo contato com o vigia.

A minha vó, mãe da minha mãe veio para São Paulo quando eu tinha 8 anos de idade. Ela tinha uma grave doença e veio para se tratar, mas o destino nos pregou uma peça. Ela chegou em São Paulo numa quarta-feira, a família toda feliz então fomos visitá-la. Se não tivessemos ido não teria dado tempo de ve-la, pois passado 4 dias, no domingo ela faleceu. Foi como se ela tivesse vindo para cá simplesmente para se despedir dos netos e filhos e nesse único dia que a vi eu pedi "vó vá em casa almoçar um domingo com a gente". Ela não foi em vida, mas foi em morte. Minha mãe tinha uma fábrica de lingerie nos fundos de nossa casa e era um domingo de manhã então fui até lá procurá-la e ela não estava, mas eu ouvi eu nome. Quando olhei na parede estava lá minha vó, é uma imagem que nunca esqueço. A minha reação na hora foi correr, morri de medo, se fosse hoje com certeza eu tentaria ter outra reação. Por causa desse acontecimento eu busco entender mais sobre o espiritismo e acredito muito nessa religião.

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