Eis aqui uma transcendental informação dos Espíritos superiores:

" - A união começa com a concepção, mas só se completa no instante do nascimento. No momento da concepção, o Espírito designado para habitar determinado corpo se liga a ele por um laço fluídico e vai aumentando essa ligação cada vez mais, até o instante do nascimento da criança".

Durante a gestação o feto não tem, propriamente falando, uma alma, não obstante encontrar-se ligado à alma que virá a possuir. Mortes prematuras evidenciam imperfeições da matéria. Quase sempre constituem provas para os pais.Nessas questões de mortes prematuras, ou morte de crianças com pouca idade, é ensinamento espírita que em alguns casos isso constitui reconstituição do perispírito que tenha sofrido lesão grave, com desagregação parcial, decorrente, por exemplo, nos casos de suicídio, quando o corpo é destroçado por veículos pesados; ou numa outra hipótese, como o Espírito de tal forma promoveu maldades, que sua vestimenta perispiritual se danifica seriamente. Nesses casos, no período de gestação, o incomparável  auxílio psicodinâmico maternal já estará proporcionando início da citada recuperação. Como se vê, do mal Deus tira um bem! Da concepção ao nascimento,a maioria dos Espíritos se iguala aquele que dorme; depois, ao despertar, só aos poucos recobra a consciência (da tenra idade à fase plena da consciência).

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