De que forma um obsessor pode atuar na vítima para provocar-lhe uma gripe?

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Para provocar especificamente uma gripe eu não sei. Mas sei que pode "vampirizar" a vítima e consequentemente diminuir seu tônus vital   enfraquecendo o sistema imunológico. A partir daí para contrair algum vírus é  "um abraço !"

Colaborei com a pergunta Inácio?

Ou seja, ele pode indiretamente atacar o sistema imunológico da pessoa. Huuumm ! Muito interessante.

Li num livro que um obsessor, através de vampirização, poderia até mesmo provocar abortos.

Na história, contava como muitas vezes como a espiritualidade mudava a atuação deles para animais, para evitar a perda de todo planejamento reencarnatório.

Ou seja, é mais do que simples influência de idéias...

Valeu. Abração.

Refleti muito sobre o que você acrecentou Marcelo!

Como sentimentos Negativos nos afetam!!!!

Obrigada!

Um abraço!

INÁCIO,

 

 ACHO QUE PODE PROVOCAR UMA GRIPE, OU ATÉ COISA PIOR... TUDO VAI DEPENDER DO EQUILÍBRIO E FORTALECIMENTO ESPIRITUAL E EMOCIONAL DA PESSOA.

Oi Marcelo,

Bela explanação com bastante conteúdo.

Uma questão: eu já ouvi dizer que é no Ph ácido que as bactérias não proliferam.

Há inclusive no Canadá um tratamento á base de vinagre de maçã para manutenção da saúde.

Linus Pauling recomendava para saúde a ingestão diária de vitamnica C que é um ácido participante da respiração celular. É inclusive popularmente conhecida como antigripal.

 

Dessa forma, fiquei curioso sobre suas referências a respeito da acidez do sangue.

Um abração e obrigado.

Obrigado, Bianca.

A pergunta é para decobrir se são conhecidos os mecanismos que permitem esta ação.

O Adão citou a vampirização, desestabilizando o sistema imunológico.

O Marcelo falou de energias em desalinho que são capturadas pelo desencarnado e usadas contra o encarnado.

Temos ainda o campo das idéias onde a autoestima em baixa retira a defesa da pessoa e algumas idéias mais inocentes, tipo um banho na chuva ou não levar o casaco para um cinema, expõe o encarnado para situções potencialmente gripais.

Mais alguma idéia ??

Beijão ....

Inacio, eu entendo que pode sim!

De que jeito? Sugerir maus pensamentos e sentimentos, provocando uma descarga de hormonios ruiins, detonando a imunidade. Mas entendo que para ter a gripe é preciso ter o sistema imunologico enfraquecido e estar exposto a uma gripe nova, já que toda gripe que pegamos, quando ela passa ficamos imune a ela. Assim entendo.

Mas posso imaginar que um obsessor está o tempo todo a baixar a imunidade da pessoa.

Acho que um obsessor pode provocar muitas e muitas coisas....vou longe nesse pensamento!

 

Abraços meu amigo 

''Sussurrar'' ideia negativas a ponto de criar pensamentos e sentimentos ruins e baixar o campo vibracional baixando tambpem a imunidade poderia ser, Inacio?

Muito interessante seu ponto.

Ele não tem como reunir o vírus com nosso organismo, mas tem como gerar o ambiente mais adequado.

Valeu ... abração

Olá amigos,

 

Venho somar com a ideia do Fabio....a gripe é um estado do corpo em que o emocional está em desalinho. Para muitos estudiosos "o corpo chora" no resfriado...e na gripe a mágoa e/ou o aborrecimento toma posse do corpo. Por isso a sábia natureza drena de dentro pra fora.

Sentimentos em baixa, pensamentos em desarmonia ....porta aberta para o ASSÉDIO. Lembrando que só haverá a obsessão se o "gripado" abrir "um plug" dentro de sua moralidade para conectar ao assédio proposto.

 

Que possamos agir com cautela para não pedirmos ao médico um anti-gripal para o obsessor...!!!!!

 

Beijos no coração e atchim !!!!!!!  ;-)

Olá, Inácio e leitores,

Não sei o que é um “obsessor”. Mas posso falar um pouco sobre doenças do ponto de vista antroposófico. (Henrique Régis, aí vai um pedacinho da Medicina Antroposófica, como você pediu!)

Eu não acredito em nada; tenho hipóteses de trabalho sempre sujeitas a comprovação em meu interior e no exterior, devendo além disso ser coerentes entre si. A primeira coisa em que não acredito é no acaso; nem mesmo o utilizo como hipótese de trabalho. Desse ponto de vista, as doenças não são acidentes casuais de percurso, e sim fazem parte de nosso desenvolvimento; são necessidades de nossas personalidades.

Inácio, você mencionou a gripe. Pois bem, como você se refere a ela, quando está gripado? “Peguei uma gripe.” Você não diz “A gripe me pegou.” Isso está ligado a um profundo conhecimento intuitivo, que foi transposto para a nossa língua (e outras também, p.ex. “I caught a cold.”). Isto é, você pegou a gripe pois estava necessitando dela. Imagine se as gripes e outras doenças fossem pegas pelo simples contato com bactérias e vírus. Todos nós, principalmente os que vivem em cidades grandes, estaríamos permanentemente no hospital. O tio de minha esposa é médico. Quando suas 2 filhas eram pequenas, uma delas pegou cachumba. Pois querendo que a outra também pegasse, e não satisfeito com a convivência das duas, ele deu um chiclete para a que estava com a doença, fê-la mastigar, e daí deu à outra, pois a cachumba transmite-se principalmente pela saliva. Adivinhem o que aconteceu? Nada, a segunda não pegou a doença. Foi pegar anos mais tarde, por “iniciativa” própria... Isto é, ela simplesmente não estava precisando da doença naquele momento.

Isso me remete às doenças infantis, como rubéola, sarampo, cachumba, tosse comprida etc. Do ponto de vista antroposófico, as doenças próprias da infância significam uma adaptação do corpo, herdado dos pais, à alma e ao espírito, que obviamente não são herdados. Por isso todas essas doenças são periféricas, como se a criança trocasse de pele, de seu invólucro. Isto é, as doenças infantis fazem parte essencial do processo encarnatório. Agora, Inácio, você pode imaginar o que acontece com as vacinas, que forçam as crianças a terem uma doença, mesmo que leve, fora da hora em que estão precisando dela. E quando precisarem, não poderão passar por esse processo. Isso acabará produzindo um distúrbio cármico, que deverá ser compensado de outra maneira, por exemplo com uma outra doença ou, pior ainda, um distúrbio psíquico. Quem sabe o aumento das doenças autoimunes é devido a essa interferência indevida. O que é uma dessas doenças? O corpo não reconhece sua própria proteína!

Note que várias vacinas foram espalhadas simplesmente para enriquecer os laboratórios. Um exemplo clássico é a vacina contra a varicela, a catapora, que é uma doença totalmente benigna. Há um caso de perigo de uma criança pegar catapora: quando ela tem um certo tipo de leucemia. Desenvolveram a vacina para isso, mas são poucos os casos. Então começou uma imensa campanha para convencer as pessoas a darem essa vacina para seus filhos. Li que um dos argumentos era que, dando a vacina, os pais não perderiam dias de trabalho.

Você poderia dizer: “Mas o sarampo, por exemplo, não é perigoso?” Sim, é, quando a criança não é bem cuidada, quando não se deixa a doença manifestar, administrando-se antitérmicos , antitussígenos etc., quando não se resguarda a criança protegendo-a do frio e do vento, quando se a força a comer apesar de estar sem apetite (o corpo da criança é muito mais sábio do que a mente dos pais...) e assim por diante. Se a criança é bem cuidada, o sarampo não é perigoso. É lógico que, se a criança mora numa favela e os pais são incultos, ou não têm possibilidade de cuidar dela, aí o sarampo pode ser perigoso e se deve dar a vacina.

Isso me remete à febre. É realmente impressionante como se perdeu totalmente a noção do que é maléfico ou benéfico. É mais do que óbvio que a febre é uma reação do organismo; ela não é uma doença. Se ela aparece, é por que deve ter alguma finalidade importante. Mas o que se faz? Dá-se um antitérmico e a criança ou adulto continuam com a vidinha de antes da febre. Minha 2ª filha tinha tudo quanto é infecção, chegando uma vez a ter dor de garganta, otite, coriza etc., tudo ao mesmo tempo, e não tinha febre. Minha esposa, que é médica antroposófica, ficou preocupadíssima com a falta de reação do corpo da minha filha, começou a fazer um tratamento antroposófico para ela ter febre, que acabou aparecendo. Foi uma grande alegria para nós pais quando o organismo dela finalmente reagiu adequadamente produzindo febre! Obviamente, não se pode deixar a febre ficar exagerada, pois aí podem ocorrer convulsões etc. Mas para uma criança que não foi excessivamente empurrada para o mundo físico, forçando-se uma encarnação acelerada, 39 graus de febre não são nada; com essa temperatura ela até não para de brincar. E se a temperatura sobe muito, há recursos para baixá-la um pouco, que não são invasivos, como p.ex., se as perninhas estão quentes, fazer compressas frias na barriga das pernas. Ou dar um banho morno. Quando minha esposa fazia o internato no Hospital das Clínicas em São Paulo, em 1969, achou uma graça o fato de que, quando nada funcionava para abaixar uma febre, o último dos últimos recursos era um banho morno...

O grande problema da maneira como as doenças são encaradas pela medicina clássica tem um nome bem claro: materialismo. Curiosamente, essa corrente acha que todas as doenças são diabólicas e devem ser eliminadas. Materialistas acreditando no diabo, he he he! Somente com uma concepção de mundo espiritualista, com uma noção precisa e correta de carma e de reencarnação, é que se pode mudar essa mentalidade que está acabando com a humanidade.

A esse respeito, note-se que há um ideal enraigado de se acabar com todas as doenças. Se isso acontecesse, seria para a humanidade uma tragédia sem tamanho. Mas penso que isso não vai acontecer; a natureza é sábia demais para eliminar as doenças, pois na nossa constituição física, anímica e espiritual de hoje elas são absolutamente essenciais. Eliminando-se algumas doenças, outras aparecerão, e poderão ser muitíssimo piores. Inácio, lembre-se da AIDS, dos vários vírus etc.

Finalmente, já que falei em natureza ser sábia, acho que provavelmente todos estão de acordo com isso. Pois bem, será que a natureza iria ser ao mesmo tempo enormemente estúpida e fazer com que tivéssemos doenças? Elas existem pois são uma necessidade nossa! Uma das diferenças fundamentais da Medicina Antroposófica para a medicina clássica é que a primeira não trata de doenças, trata dos pacientes, pois parte do principio de que, se há uma doença, há uma disfunção no paciente, podendo ela ser física, vital, anímica ou espiritual.

Para terminar, um “causo”. Uma vez minha esposa teve uma paciente cuja vida estava um lixo, tudo estava dando errado. Aí ela teve uma hepatite. Quando, depois de restabelecida, voltou para uma consulta, ela perguntou se seria possível canonizar a hepatite. Diante da pergunta de minha esposa sobre o que havia acontecido, ela respondeu: “Pois a hepatite é santa!” A vida dessa mulher mudou totalmente, tudo começou a se encaixar.

Da próxima vez que você tiver uma gripe com febre, Inácio, aproveite o aviso que seu organismo físico, anímico e espiritual está lhe dando, interrompa suas atividades normais, fique feliz da vida que seu corpo está reagindo, está entrando em ebulição e com isso permitindo grandes mudanças interiores, inclusive não físicas, e vá para a cama curtir as suas santas gripe e febre!

aaaaaaaaaaaaaaaaa a todas/os, VWS.

PS: minha esposa leu esta contribuição e, depois de alguns ajustes, deu seu “imprimatur”.

EXCELENTE texto !!!

Sabia que vc traria uma excelente contribuição, caro Valdemar.

Li uma reportagem na revista Mente e Cérebro onde uma neurocientista explicava este mecanismo da febre. Mostrava a sabedoria do corpo, conhecedor de que 70% das bactérias invasoras não se repoduzem acima de 37graus e o cérebro, ao detectar a presença de elementos bioquímicos em combate no sangue, ele naturalmente reajusta o metabolismo de forma a temperatura aumentar. E mantém isso até que a bioquímica do sangue se normalize, mostrando que o invasor foi contido.

Valeu ... abração!!

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