1. Lemos da Ordem de Zadkiel, aqui no Espirit Book, que "o direcionamento de almas para outros orbes se dá pelos mecanismos da reencarnação e não por meio da evacuação com uso de naves espaciais". Mas, a ser verdade, como se fará este procedimento?

2. Quando desencarnam, a maioria esmagadora dos Espíritos terráqueos permanece no plano astral, uma pequena parcela ascende à uma das quatro subdivisões do plano mental inferior e apenas um diminuto número alcança o mental superior ou Plano Causal. Somente os Mestres e seus discípulos mais avançados logram ingressar no plano búdico, domínio da espiritualidade elevada e raríssimos no plano átmico ou nirvânico, sendo esta a condição geral por enquanto.

3. No plano astral, o grosso da população localiza-se nos quatro subplanos inferiores, dos quais o sétimo, o mais denso, é o que no Espiritismo denomina-se de Umbral. Praticamente, é desses Espíritos que se fala quando se trata de transmigração planetária.

4. Na verdade, nada sabemos de pormenores sobre a possibilidade de transmigração para exoplanetas, ou seja, mundos que ficam fora do nosso sistema solar. Sustenta a Teosofia que a maioria dos Espíritos cuja individualização deu-se aqui na Terra (quarta cadeia planetária) ficará em suspensão no plano Causal aguardando a formação da nova cadeia planetária, a fim de voltarem a encarnar num corpo físico. Em última análise, não deixarão de terem avançado em suas evoluções, pois a individualização só deveria ter acontecido mesmo na quinta Cadeia Planetária.   

5. Espíritos em todos os graus deverão ser confrontados pelas vibrações da Nova Ordem que será instalada no planeta. Em comparação com outras seleções que já houveram, permanecerá na Terra uma parcela que pode ser considerada expressiva. Mas o restante, cerca de dois terços, deverá ser deslocado.

6. Uma parte será enviada à outras esferas do sistema solar, regressando à Terra somente na sexta raça-raiz entre os povos menos adiantados. Uma parte mais comprometida carmicamente regressará somente na próxima ronda da Cadeia, ou seja, a quinta. Não há informação segura para onde se dirigirão.

7. Uma pequena parcela detentora de possibilidade para continuar a evolução na atual ronda, destinar-se-á a percorrê-la internamente, em sentido contrário, unindo-se ao restante da humanidade no globo mental do esquema. Madame Blavatsky fala metafisicamente de um certo "Círculo Não Se Passa", que, provavelmente, liga-se a uma limitação que só cessa no plano Búdico., sendo possível inferir-se que, a partir deste nível, as lições a serem recebidas serão de natureza cósmica e, portanto, ministradas em qualquer dimensão do universo.

8. Não sabemos como Espíritos inferiores podem ser retirados do planeta. Mas, se cargas de Espíritos não podem ser transportadas em naves espaciais, como conceitua a Ordem de Zadkiel, por outro lado, também, não fica claro como dar-se-ia uma encarnação em outro mundo sem abandonar o esquema terrestre! Precisamos refletir sobre isso.

9. Particularmente, pensamos que a transmigração de Espíritos para exoplanetas não é uma afirmação categórica, sendo passível de discussão. Existirá a possibilidade de evolução sob o paradigma de um outro Logos Solar?

10. Ainda não encontramos explicação plausivel de como reagiria o metabolismo psíquico de Espíritos que somos antropogenicamente ligados à Vida do nosso Criador, o Logos do nosso sistema solar, sob o influxo do pensamento de outra Deidade, o Logos de outro sistema solar. Será isto possível?

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Respostas a este tópico

Lendo-se o livro OS NEPHLINS do médium Robson Pinheiro, pelo espírito Ângelo Inácio, encontramos algumas explicações sobre os outros orbes e como se dá essa transmigração. É uma leitura pesada...

Gostaria de informacoes sobre hetcolobus...ou nibiru...ou planeta chupao....ele yera realmente participacao???e de que forma???nao dara la a reenvarnacao de parte dos q morrerem aqui??

  Um livro que fala sobre planetas de onde vieram alguns de nós e para onde alguns de nós serão enviados, incluindo Nibiru, é o livro  O 12º PLANETA - Zecharia Sitchin. Não é um livro religioso e pode-se conseguir em PDF para download grátis na Internet. De acordo com esse cientista, Nibiru pertence ao nosso sistema solar e não é visto por nós porque sua órbita em torno do nosso sol é de 36 mil anos.

Há muitas teorias e profecias fantasiosas sendo divulgadas. Zecharia Sitchin, Erich von Daniken e Robson Pinheiro, por exemplo, estão longe de ser unanimidades. Suas idéias tendem mais para a ficção do que para a realidade. No campo mediúnico, é prudente considerar que nem tudo o que vem do Astral é obrigatoriamente verdadeiro.  Muita coisa não passa de exercício de vaidade intelectual.

É comum pensar-se que é suficiente ser Espírito para tornar-se sábio ou deter grandes conhecimentos. É uma ilusão. Alguns Espíritos aproveitam-se então do sentimento de vaidade ou da credulidade excessiva de alguns médiuns para introduzir idéias ridículas e/ou absurdas. Atente-se, por exemplo, para a obra 'Universo em Desencanto', ditado por um tal de Racional Superior. Simplesmente simplório! 

 

Que tal conseguirmos explicação para os milhares de desenhos sumérios, egípcios e de outros povos que retratam naves espaciais, helicópteros, submarinos, etc. ?

Isso sem se falar de milhares de outras evidências, como pirâmides milenares idênticas em vários continentes, cidades submersas em vários oceanos e outras coisas mais que foram construídas antes das civilizações humanas.

O que existe de mais fácil é simplesmente NEGAR.

  

Evitar a imaginação exaltada não é ser cético. É procurar aprender com método, sem se deixar embair por idéias extravagantes.

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William Scott-Elliot, antropólogo e iniciado, seguindo a linha de H. P. Blavatsky, dispõe em sua obra 'A História da Atlântida e da Lemúria Perdida', obra aceita como abalizada sobre o assunto por estudantes esotéricos, propicia as seguintes informações:

a) Houve uma civilização anterior à nossa, que alcançou grande progresso tecnológico e cujo continente afundou no oceano Atlântico em quatro grandes catástrofes.

b) A primeira catástrofe deu-se há 800 mil anos atrás, na era miocena do período quaternário, tendo submergido grande parte do norte do continente, que possuía grande dimensão, e fragmentado bastante o restante.    

c) O leito continuou instável, com muitas erupções vulcânicas, e a segunda catástrofe deu-se há 200 mil anos, reduzindo a Atlântida a duas grandes ilhas: Ruta, a maior, ao norte, e Daitia mais ao sul, ambas bastante povoadas.

d) A terceira catástrofe ocorreu em 78.025 a. C., afundando quase completamente a ilha de Daitia e reduzindo Ruta à pequena ilha de Poseidonis.

e) As placas da América do Norte e dessas duas ilhas continuaram atritando-se, e então, em 9.564 a. C., na quarta catástrofe, desapareceu o que restava de Ruta e afundou toda a ilha de Poseidonis, com seus 64 milhões de habitantes. O  'Manuscrito Troano' dos Maias do Yucatán descrevem com pormenores esta convulsão. No livro de W. Scott-Elliot há quatro mapas que ilustram essas catástrofes. 

f)  Os atlantes estabeleceram muitas colônias. Maias e outros povos da Mesoamérica, assim como os antigos egípcios, são seus descendentes, e guardaram grande parte do conhecimento  que lhes foi proporcionado.

h) Entre os atlantes houveram raças de gigantes, que se desenvolveram especialmente no período de transição da Lemúria para a Atlântida. A compleição física e a estatura elevada estavam em ressonância com o menor valor então da gravidade terrestre, sendo necessários para o equilíbrio dinâmico do ser no plano físico. Desta forma, tem-se que os gigantes não vieram do espaço.  

i) À medida que a gravidade aumenta com o esfriamento do núcleo do planeta, a estatura e o peso devem diminuir para prover o equilíbrio. Os sete Budas de Bamiyan reproduzem esotericamente os protótipos das sete raças-mães que devem constituir o presente período-global. Não são objetos de adoração. Foi um erro terem explodido as duas maiores estátuas.

j) Muitos equívocos na área da cosmologia e antropogênese são resultados de traduções imprecisas de registros de povos antigos, cujas escritas são de difíceis leituras e interpretações.  

Roberto Cunha disse:

Que tal conseguirmos explicação para os milhares de desenhos sumérios, egípcios e de outros povos que retratam naves espaciais, helicópteros, submarinos, etc. ?

Isso sem se falar de milhares de outras evidências, como pirâmides milenares idênticas em vários continentes, cidades submersas em vários oceanos e outras coisas mais que foram construídas antes das civilizações humanas.

O que existe de mais fácil é simplesmente NEGAR.

Não comi, mas não gostei. Não li, mas não entendi. Infelizmente nos deparamos com pessoas assim. Desqualificar (ou tentar) trabalhos sérios não nos conduzem a nada. O fato da Teosofia fazer suas colocações não invalida outras afirmativas ou proposições, mas sim, complementam-se os conhecimentos. Essas afirmações são típicas de quem não leu as obras ou se leu não entendeu. Não tenho a pretensão de convencer ninguém nem quero discutir com quem não conhece bem o assunto. São muitas fontes que não me cabe aqui citar e não se tratam de misticismo e credulidade exacerbada. São trabalhos sérios de arqueólogos, antropólogos, geólogos, historiadores, linguistas, etc., sem se falar da seriedade e honestidade do médium Robson Pinheiro, tratado como um embusteiro nessa discussão que para mim está encerrada. Cada um acredite no que quiser, não tenho nada a ver com isso. Nada pessoal, peço que ninguém se sinta ofendido ou magoado com minhas palavras, pois quem me conhece pessoalmente sabe que jamais dirigiria palavras rudes a quem quer que seja.

Paz e bem!


1. Fabiano, há uma teoria e algumas profecias que falam sobre a aproximação de um grande astro do nosso sistema solar. Por enquanto, nada ainda foi confirmado oficialmente, mas sabe-se que radiações de uma fonte de calor, cuja intensidade aumenta continuamente, foram detectadas na direção da constelação de Órion, motivo pelo qual a NASA instalou na península Antártica um sofisticado telescópio telescópio de raios infravermelhos, denominado South Pole Telescope (SPT), a fim de captar radiações eletromagnéticas de fundo, ou seja, de grande distância. 

2. Esta fonte de calor estaria hoje a 11,6 bilhões de quilômetros do Sol, aproximando-se num ângulo bastante elevado em relação ao plano orbital solar, dificultando calcular sua velocidade de translação. Possivelmente, sua massa é 4 a 6 vezes maior que a de Júpiter, o maior planeta do sistema solar, que tem uma massa igual a 318 vezes a massa da Terra. Portanto, um astro gigante em relação a nós. Esta massa seria suficiente para influenciar no deslocamento do eixo terrestre ao aproximar-se o astro a 4 UA de distância do Sol. Júpiter está a 5,2 UA. UA (unidade astronômica), equivalente a 149,6 milhões de quilômetros, que é a distância média da Terra ao Sol. .  

3. Alguns astrônomos pensam que esta 'massa' possa se tratar de uma estrela anã marrom, companheira do Sol. Uma anã marrom é uma estrela que não conseguiu massa suficiente para alimentar reações nucleares como uma estrela comum da sequência principal, mas, pode ser gigantesca em relação à Terra. Até o momento, os astrônomos não chegaram a uma conclusão sobre sua natureza e, por isso, a chamam simplesmente de 'massa'.

4. No livro 'Mensagens do Astral' o Espírito Ramatis refere-se a um 'astro intruso' ou 'planeta higienizador', que transitaria no PMA (ponto de maior aproximação) da Terra no final do atual ciclo evolutivo. Cientificamente, analisando as perturbações orbitais observadas nos planetas exteriores do sistema solar, os astrônomos suspeitam da existência de um tal Planeta X, que eles também chamam de Nêmesis..

5. Há quem questione a existência de tal astro, não fazendo caso mesmo de registros históricos ou de possibilidades astronômicas, considerando-o no campo da fértil imaginação ou do misticismo religioso. Referências históricas, porém, aparecem em diversas culturas com nomes de 'Marduk' entre os babilônios; 'O Destruidor' entre os egípcios;  'O Apavorante' entre os druidas; 'Estrela Baal' entre os maias; e 'Absinto' no Apocalipse de João, 8:11.  

6. As profecias de Nostradamus mencionam o seguinte:

I. Carta a Henrique II (rei de França):  “E a um eclipse do Sol sucederá o mais escuro e o mais tenebroso verão que jamais existiu desde a Criação até à paixão e morte de Jesus Cristo, e de lá até esse dia; e isto será no mês de outubro, quando uma grande translação se produzirá, de tal modo que julgarão a Terra fora de sua órbita e abismada em trevas eternas”.

II.  Centúrias III, quadra 17: "Quando o Sol ficar completamente eclipsado, passará em nosso céu um novo corpo celeste; o monstro será visto em pleno dia; os astrônomos interpretarão os efeitos deste corpo de outro modo; por isso, ninguém terá provisões em face da penúria". Q

III. Centúrias III, quadra 34: “Quando o sol ficar completamente eclipsado; o monstro será visto em pleno dia; mas o interpretarão de outra forma, não serão tomados cuidados; por isso, ninguém terá provisões em face da penúria".

IV. Centúrias IV, quadra 30:  “A Lua aproximar-se-á da Terra, e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o do Sol. Os planetas aparecerão maiores e baixarão de grau".

NOTAS - 1. Nostradamus previu que, possivelmente, haverá um erro na determinação da órbita desse astro, que levará ao falso julgamento de não haver perigo para a Terra. 

7. No campo metafísico, uma questão preeminente é como se dará a transposição dos Espíritos refratários aqui da Terra para o astro, dito higienizador. Considerando a nossa gênese espiritual, como produtos da Vida do Logos Solar, poderá haver evolução em um mundo não pertencente ao sistema solar sob a infusão vibratória de outro Logos?!  

8. Logos é como está nos manuscritos gregos, que São Jerônimo preferiu traduzir por Verbo na Vulgata Latina, por representar esta palavra Ação. "No princípio era o Logos. E o Logos era Deus. E o Logos estava com Deus". Para todos os Iniciados não há nenhum mistério nessas palavras. O Logos ou Verbo do sistema solar é um ser do 5° grau cósmico. Os Mestres estão no 1° grau. 

Um abraço.

Não estou respondendo diretamente a Roberto Cunha, pois ele deu por encerrada a discussão. Então, submeto à apreciação de todos.

É contraditório dizer que jamais dirigiria palavras rudes 'a quem quer que seja' e simplesmente mostrar-se exaltado ao ser confrontado com uma objeção. Robson Pinheiro e outros místicos ou pesquisadores citados por mim não foram tratados como 'embusteiros', mas como não tendo unanimidade na questão considerada. Portanto, trata-se de uma inferência pessoal do missivista, pois são conceitos bem diferentes!

Fé raciocinada é isso. 

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