Propuseram-me a seguinte discussão:

 "Gostaria de ler o desenvolvimento do tema 'Religiosidade e Psicologia' como meios dos indivíduos se direcionarem e se conduzirem na vida.

 Qual o alcance da atividade Religiosa para resolver conflitos da alma?

Até onde a Psicologia pode ser um meio de auxiliar o crescimento de uma pessoa Religiosa?"

Pesquisando na internet, descobri os textos abaixo:

Psicologia e Religião:

(http://www.psicologaonline.com.br/artigos-cientificos/psicologia-e-...)

O papel da religião na vida psíquica dos indivíduos.

A palavra religião vem do latim religio, derivado de religare, “atar”, “ligar”, podendo ser interpretada como o laço que une o homem à divindade.
Na maioria das sociedades, o papel da religião é explicar os conteúdos existenciais do ser humano, tentando obter respostas às perguntas que não possuem fundamento, como: de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para aonde vamos depois da morte.
Psicanaliticamente falando, a religião é uma neurose obsessiva da humanidade, tal como a neurose obsessiva da criança, que surge a partir do complexo de Édipo (conceito fundamental da psicanálise), caracterizado por sentimentos ambivalentes de amor e hostilidade existentes no relacionamento entre pai e filho.
Freud afirma que, a necessidade que civilizações possuem em controlar os instintos e impulsos dos seus indivíduos estabelecendo uma ordem moral, foi utilizada para difundir as religiões, pois aparentemente as leis divinas eram e continuam sendo muito mais sólidas e poderosas do que as leis humanas. Deste modo, passa-se a obedecer aos preceitos da sociedade devido o temor do castigo pela ordem divina.
Sempre existiram muitos autores e pensadores que demonstraram suas visões sobre religiões, mas o estudo científico das religiões iniciou-se no século XIX. ...
 

 

Em http://www.psicologiadialetica.com/2010/06/diferencas-entre-psicolo... temos:

As pessoas religiosas, aquelas ativas e participativa de qualquer igreja, quando têm um problema pessoal, dão-se duas opções: rezar mais ou recorrer ao pastor ou padre. Seria a psicologia inútil para elas? O crente não precisa de terapia?

 

Em http://psicologiaespirita.blogspot.com/ temos:


“O Ser real é constituído de corpo, mente e espírito. Dessa forma, uma abordagem psicológica para ser verdadeiramente eficaz deve ter uma visão holística do ser, tratando de seu corpo (físico e periespirítico), de sua mente (consciente, inconsciente e subconsciente) e de seu espírito imortal que traz consigo uma bagagem de experiências anteriores à presente existência e está caminhando para a perfeição Divina.” Joanna de Ângelis

  

Qual a sua opinião ????

Tags: psicologia, religiosidade

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Respostas a este tópico

 Essas inumeras divisões que, didaticamente, assumimos como reais são resultados do esforço em entender esse mistério  ambiguo que é a energia vital. Como parte da nossa preservação não podemos romper com a realidade, no delirio ou na alienação. Para isso a Psicologia é um exercicio racional, prático, eficiente para identificar e dirimir conflitos existênciais.A Doutrina Religiosa é a trilha que nos conduz ao valores essenciais a uma excelente convivência pessoal e social. As duas visões são campos definidos que se complementam. Para a Psicologia nos colocamos em questão na totalidade de nossas verdades. Na Religiosidade nos postamos diante Deus. Namastê.

 

Olá amigos,

Penso que todo caminho nos leva ao auto-conhecimento, pelo menos essa seria a diretriz primária da religião. O religar-se é de dentro para fora, neste sentido o "ser" precisa ir em busca de si mesmo para fazer a ponte. Lamentavelmente (ou não) o percurso da religião foi tomado pelas lideranças e virou um Credo. Passamos a "acreditar" em algo (que está fora).

Por isso quando um "crente" em Deus está com problemas, ele procura alguém (que na visão dele é superior) para achar a possível cura para os seus males. 

A psicologia é parceira no sentido de ajudar o indivíduo a se posicionar diante de si mesmo (independente  do credo). Neste sentido, o indivíduo passa a buscar e a conhecer o "mundo de dentro". Na busca do mundo de dentro ele encontra Deus e a religião, e os trabalhos se fundem.

Penso, que as duas frentes de trabalho (religião  e psicologia), como disse o Bebeto, se complementam. 

E se a gente pensar melhor, todo o aprendizado ( em diversas categorias) tem os seus complementos.

A atividade divina soma, sempre. 

 

Um grande beijo

Pra mim as duas estão ligadas diretamente com o EU interior, não chegamos a DEUS se não atraves do auto conhecimento e da eceitação. A psicologia ajuda a nos libertar dos valores e padrões impostos pelos nossos pais principalmente, a religião da sociedede, Porém a libetação só começa a acontecer qdo começar a partir de nós a vontade de mudar. A psicologia trata principalmente os traumas adquiridos nas relações entre pais e filhos, trumas esses que refletem no comportamento atual da pessoa e tendemos a repetir as mesmas ações no presente. Assim como nas reencarnação, que passamos por vários encarnes repetindo as mesmas acões, e só há libertação quando nasce em nós  a pre-disposição de mudar nossos conceitos e valores, automaticamente mudamos tbm nossas ações, nos eceitando e amando cada vez mais e assim ao "proximo como a ti mesmo". E pra mim ainda existe o fator genético, no nosso D.N.A, onde fica gravada TUDO que nos fomos,somos e seremos.

Suas palavras cabem muita meditação!

Muitas verdades...

E o fator genético, a cada dia os cientistas estão apavorados quantas pqeuenas decisões tomamos por força deles.

Obrigado por sua resposta.

Beijão ...

Moniccaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

 

Arrasou !!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

Beijocas

Acho que a psicologia nos ajuda a entender nossas emoções, descobrir nosso "eu" e nos libertamos de várias correntes que nos atrelavam a hábitos e padrões de conduta equivocados...A religião, tb é uma ferramenta de autoconhecimento, por vias diferentes; acho que, conjugadas, são complementares, e têm tudo a contribuir uma à outra...

Mais Bjimmm

Mônica disse tudo!

 

Interessante debate!

 

Bjos

Eu nem sei por onde posso comentar esse tema...rs é tão vasto. Mas sabe, acho que a psicologia pode ser totalmente apartada da religião. Imaginemos um ateu. Ele pode ter um grande autoconhecimento na psicologia, e jamais chegar perto do que se convencionou chamar deus, não acham? Ele pode se sentir pleno de si mesmo e nem por isso estar mais perto de deus pq em sua visão, deus não existe. Pra mim, pra vcs, pra nós, os crentes, a psicologia e a religião se aproximam, pq  falam de uma busca, de uma trajetória, a tão falada trajetória do herói, o bom combate, o que se busca no fundo de si mesmo, que pra nós que já vislumbramos algo além do véu de Isis, sabemos ser o Deus Imanente, em nós. Mas pra outros, pode haver total separação. Eu costumo comentar com minha terapeuta que ela tem que embarcar em minhas loucuras, afinal, imaginem vcs atender uma pessoa que por si só já uma coisa altamente complexa, agora somem a isso o fato da pessoa ser médium! Aff... coitada da minha terapeuta....rs Ela precisa ter muita misericórdia, pq tem hora que eu to triste e não sei se estou triste pq estou, pq um espirito está me influenciando, ou se a tristeza vem de outras vidas....rs E ela tem que lidar com tudo isso. Psicologo sofre, amigos. rs E tem esse lado todo ainda, o das vidas passadas. Minha analista olha tudo no presente, embora acredite em reencarnação. Mas sempre olha as coisas nesta encarnação. Só que eu vou mais longe pq sei que tem coisas que não nasceram nesta encarnação. Então, tem horas que ficamos num impasse... Não é fácil, amigos. Enfim, acho que religião e psicologia podem se comunicar, ou não, tudo depende de quem é o sujeito do verbo...rs bjs (comentário tardio, mas nunca é tarde)

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