Para algumas pessoas, a reencarnação não faz sentido algum para evolução, ou não do ser humano.

 

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Tags: evolução, reencarnação

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Concordo.

 

Estamos aqui para aprender com erros passados; para evoluir.

 

Só a reencarnação explica a Justiça Divina.

Olá, santa incógnita, e leitores,

 

Suponhamos que haja um sentido na vida humana. Nesse caso, esse sentido deve ser um aprimoramento moral. Um simples aprimortamento do conhecimento não pode ser nossa missão, pois ele pode ser usado para a destruição, e não para a construção. Ora, devido às nossas limitações anímicas, sempre acabamos por cometer atos em nossa vida que não deveríamos ter cometido, como por exemplo fazer mal a alguém; até mesmo deixar alguém triste encaixa-se nesse fazer mal. Por outro lado, uma vida é um tempo relativamente curto para nos aperfeiçoarmos ao ponto correto, que seria a eliminação de todo o egoísmo e ajudarmos os outros em liberdade, a partir de um amor puramente altruísta. Pois bem, nesse sentido é absolutamente necessário ter uma nova oportunidade de reparar o mal que fizemos numa vida, e seguirmos em nosso desenvolvimento e ajudar os outros no seu. Daí a reencarnação. 

 

Rudolf Steiner, o introdutor da Antroposofia, deu inúmeras palestras onde ele mostrou algumas reencarnações de várias pessoas. Por exemplo, ele confirma que João, o Batista, era uma reencarnação de Elias, o profeta maior do judaísmo (reverenciado até hoje, em todas as cerimônias caseiras da páscoa judia), como está nos evangelhos. Mas ele também dá encarnações posteriores dessa individualidade (não vou colocá-las aqui pois não se trata de satisfazer curiosidades); com esses exemplos é que se pode compreender profundamente a noção moderna de carma. Ele também chama a atenção para o fato de que no oriente sempre se prestou atenção à individualidade das pessoas, que é o que se reencarna. No ocidente, sempre se prestou mais atenção à personalidade da pessoa encarnada. Hoje em dia, é preciso unir as duas correntes, compreendendo-se a importância da reencarnação para a individualidade e para a personalidade. Tipicamente, as correntes orientalistas não procuram a compreensão, procuram fazer as pessoas simplesmente sentirem-se bem. E o típico do ocidente é a mentalidade materialista, para a qual a reencarnação não pode fazer nenhum sentido. É impossível compreender a vida de uma pessoa sem o conceito de reencarnação, pois vários fatos dessa vida -- chegando mesmo a deficiências físicas -- não fazem sentido sem ela.

 

aaaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

Acho que é mais sem sentido a ausência da reencarnação.

Seria como se todo esforço feito, toda contenção dentro do bem, da paz, do amor e da lei fosse em vão.

Afinal, se tanto o fulano certinho quanto o errado irá morrer e tudo acaba aí, do que valeu se privar das vantagens do erro?

 

Por outro lado, vamos supor que não acabe, que haja uma só vida e um julgamento final, como o modelo católico diz.

Como iremos julgar os abortados, os infanticídios e os dementes? Eles ganharam absolvição imediata?

 

Por fim, qual o sentido de dizer que Deus é perfeitamente bom e justo se Ele faz doentes congênitos?

A pessoa só tem 1 vida e nasce com Síndrome de Down. Isto é ser bom e justo? Se nós, que somo imperfeitos, percebemos que não há nem bondade nem justiça nisso, como explicar um Deus assim.

 

Logo, reencarnação passa a dar sentido para tudo isso, nos apresentando um Deus bom, porque nos concede inúmeras oportunidades, e justo, porque o erro é resgatado em outra vida, assim como o acerto é abençoado.

 

Abração.

Amigos,

 

Se fosse só pra repetir vivências.....não teria sentido algum...

 

Só tem sentido se for para aprender, crescer, amadurecer, evoluir...!

 

Beijos

Concordo com a Leda Braga.
A reencarnação responde a todas as perguntas; sem essa filosofia não
há como encontrar Justiça na vida.
Sim, porque em nossas vidas nesse planeta, existem passagens que temos a certeza plena que vivenciamos aqueles momentos, como se tivessemos vividos em sua plenitude. Aiinda, existem pessoas que conhecemos que igualmente temos a convicção de termos as conhecidos bem antes, em vidas passadas, como se fossemos parentes, amigos, vizinhos, etc. Mais ainda, quando dormimos, nossa mente nos permite viajar para outros lugares que nunca imaginariamos ir e quando acordamos, lembramos do sonho que tivemos, temos a certeza absoluta que realmente estivemos naqueles lugares, onde muitas vezes tempos após nos os encontramos numa viagem de lazer ou negocios. Mais ainda, pessoas do passado que nunca vimos, encontramos em pessoas que conhecemos.

Olá, Hudson e leitores,

 

Muitas correntes espiritualistas falam de uma memória cósmica, chamada no oriente de "Crônica do Acacha" (ch como em "chamar"). Rudolf Steiner tem um livro só sobre isso, trazido e publicado pela Editora Antroposófica com  o t[itulo "A Crônica do Akasha". Assim como nossa memória, que não é física, essa memória cósmica pode ser consultada. Há várias evidências de que nossa memória não é fisica -- notem que, apesar de os neurocientistas ficarem dizendo que ela está no cérebro, jamais foram capazes de localizá-la com exatidão e, principalmente, darem o código em que ela
está armazenada, e ainda muito menos mostrar onde estão e como são os programas que decodificam ou interpretam esse código. O acesso a essa memória cósmica pode acontecer em estados excepcionais, como alguns dos mediúnicos ou, conscientemente, se uma pessoa desenvolve seus órgãos de percepção suprassensoriais. Assim, Hudson, não esteja tão seguro que esses momentos que vivenciamos referem-se às nossas vidas passadas. Há vários casos investigados de crianças que têm lembranças de situações pelas quais jamais passaram. Logo se conclui que elas se lembram de reencarnações anteriores. Devido ao tempo muito longo que ocorre normalmente entre uma encarnação e outra (centenas de anos), parece-me que o que ocorre é a "leitura" da Crônica do Acacha, e não a lembrança de uma encarnação anterior; em particular, pode ser a captação dos restos de memória de uma certa pessoa, que ficaram gravadas no Acacha -- provavelmente muitos dos fenômenos mediúnicos são devidos a isso, isto é, não há "incorporação", no médium, da individualidade espiritual de um morto, mas o acesso ao que ele deixou nessa memória universal. Mas também não excluo que, em alguns casos, as vivências às quais você se refere podem ser provenientes daquela lembrança.

 

aaaaaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

Olá, Norma,

 

Por favor, quando fizer citações, coloque a fonte.

 

Eu usei a "crônica do acacha" como sendo a memória universal, que pode ser consultada consciente ou inconscientemente. O nome não é importante, o fato de ela existir, e poder ser consultada, é que importa. Se uma pessoa consegue admitir, como hipótese de trabalho, que sua própria memória não é física, deveria poder admitir que existe uma memoria cósmica não física, onde tudo fica gravado.

 

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

Tudo faz sentido, desde que tenhamos razões e necessidades para justificar. Quantos erros coletivos a humanidade, comete, mobilizando milhões de pessoas, para, diante o fim de seus intentos, passarem à História como algo glorioso ou mais um capitulo lamentável? A reencarnação faz sentido, com a abrangência das razões e/ou necessidades de cada um de nós. Cada um dá o peso, na sua vida, que entende ter. Mas o importante é essa procura das nossas verdades.Namastê
Pra mim a reencarnação é uma das obras mais perfeitas de Deus. Se pararmos para pensar, é genial! Você repete suas existências infinitamente sendo que, o detalhe mais importante, você PERDE SUAS MEMÓRIAS da vida passada. Assim, você tem que reaprender tudo com o apoio da sua evolução moral (e um pouco de conhecimento que conseguimos lembrar por reflexos das outras vidas). Isso sim é uma prova de evolução! Você reaprender a viver, mas de uma maneira cada vez mais moral. É lindo! Alías, quanto mais eu estudo biologia masi eu percebo o quanto a natureza é perfeita em seus mínimos detalhes.

Olá, Victor e leitores,

 

Eu acho que há um grande mistério por detrás do fato de não lembrarmos de nossas vidas passadas. Se lembrássemos delas, nós teríamos sempre certeza da existência do mundo espiritual, pois a reencarnação não faz nenhum sentido do ponto de vista materialista. Se tivesse sido assim, não teríamos caído o suficiente na matéria (cujo início é ilustrado magnificamente pela imagem da "expulsão do Paraíso" na Gêneses) e, com isso, não teríamos podido desenvolver a liberdade, pois é no mundo material que podemos errar. Além disso, esse esquecimento nos dá a possibilidade de escolhermos em completa liberdade se queremos ser espiritualistas ou materialistas. Note-se que é impossível provar cientificamente que o espírito existe ou não -- qualquer uma dessas provas cercearia nossa liberdade de adotar uma ou outra concepção de mundo.

No entanto, com um trabalho interior meditativo, podemos desenvolver os órgãos de percepção suprassensorial para podermos investigar conscientemente nossas vidas passadas. Por outro lado, qualquer intuição não consciente, que não seja frudo desse desenvolvimento, está sujeita a enganos e não deveria ser tomada como fonte de conhecimento.

aaaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

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