Pessoas muito materialistas, após desencarnarem, conseguem interferir sobre seus bens materiais ?

Tenho uma vizinha que me relatou o seguinte fato, seu marido faleceu há menos de um ano, segundo ela, ele era muito apegado as coisas, ele deixou um veiculo, o qual ela deseja se desfazer porque pretende comprar um carro menor, mas todas as vezes em que ela está prestes a conseguir vende-lo o veiculo estraga. Poderia ele estar interferindo nesse aspecto, dado o apego que ele tinha sobre suas coisas?

 

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eles interferem e muito, sofrem, se revoltam, ficam ligados aos bens que deixaram, perseguem as pessoas  que de alguma forma usam, vendem, trocam, ou se usufruem deles, um dos motivos de casas mal assombradas é este, outra coisa é na partilha de bens da familia, inventários, acontecem coisas verdadeiramente inacreditável.

Acredito que o apego evita que esses desencarnados evoluam, entretanto, não vejo como podem interferir. Acredito mais que essa viuva crendo nisso, pode sim interferir na venda. É a tal da energia e a abertura para interferencia dessa energia em seus atos e acontecimentos no seu cotidiano. Luz a todos.

AMIGA ROSANE  SOUZA

E CRISTOVAM AGUIAR.

A minha experiência pessoal, reside num facto, que   foi visível  através de uma partilha . 

Tal acto jurídico  foi muito complexo já de si,  pois demorou cinco anos a realizar-se .

Talvez, as pessoas envolvidas como eram muito materialistas complicassem muito, pois aconteceram problemas bizarros?.

Mais tarde passaram-se , novos  factos, muito transcendentes , complexos  e testemunhados.

Infelizmente não estou a exagerar pois tive de me defrontar , com assuntos para os  quais   não estava preparado tendo de solicitar auxilio.

O remédio foi conduzir, as pessoas envolvidas para a paz de DEUS PAI o que aceitaram e como viram que estimamos todo o seu património e nada foi vendido , tudo se resolveu.

Hoje acredito que passaram de litigantes a amigos . É assim que os vejo .

Perdoei tudo, o que fizeram com todo o coração .

Estou em paz e dei-lhes a paz de Deus Pai que nunca viveram em vida.

Oro nos dias de hoje por eles e solicito a sua ajuda também .

O tema é interessante . O ser humano é muito complexo.

É evidente que ainda há pessoas , que até fazem galhofa  dos assuntos espirituais por completa ignorância.

Obrigado Rosane pela colocação na net.

Quanto ao amigo Cristovam , aprecio muito os seus comentários pois são o espelho de um certo conhecimento alicerçado  num estudo refletido, ao longo de muitos comentários que tenho analisado.

A ambos, os meus parabéns pelo vosso contributo, abraçando uma causa edificante .

Acredito que interferem e muito pois esses espíritos, apegados a bens materiais, continuam atuando livremente às vezes com um potencial maior do que quando encarnados!

Abraços e muita paz!

Na questão 459 - LE, o espirito de luz diz nós somos comumente dirigidos pelos desencarnados, portanto, eles nos infuenciam e dirigem, interferem positiva ou negativamente na nossa vida. Também somos acima de tudo, energia mental. Nós somos aquilo que acreditamos, que pensamos. Levamos para o mundo espiritual o que SOMOS. Todos nossos gostos, preferências, tendências, gostos, maneira de agir e sentir continuam a fazer parte de nosso ser. Portanto, se quando encarnados, demos preferência às coisas da matéria em detrimento das do espirito, levaremos tudo isso para a pátria espiritual. É a questão do Cap. XVI do ESE- Não se pode servir a Deus e a Mamon, e na questão do mesmo capitulo tem o item que fala da "Verdadeira propriedade". A única coisa que nos pertence no mundo dos espiritos são as nossas virtudes e conquistas morais, portanto, os apegados demasiadamente às coisas materias vibram nessa sintonia e simbiose. Dificultam  a conquista da própria felicidade, pois se demoram, no pensamento, em ligações com coisas de que não mais necessitam. Interferem na nossa vida em geral, pois nós muitas vezes damos abertura para isso e não sabemos como lidar com os pertences dos que desencarnaram. A prece por eles é sempre a melhor consideração e auxilio de libertação para a Luz. Abraço fraterno a todos.

Obrigada mais uma vez a todos que responderam meu questionamento, contribuindo um pouco mais para com minha evolução espiritual! Abraço fraterno a todos!!!!!

Bela resposta da nossa amiga, baseada nos ítens dos livros da codificação.

Gostaria de complementar meu ponto de vista. Quando disse que "não vejo como pode interferir" queria dizer que essa interferencia não poderia sob meu ponto de vista ser uma regra. A Espiritualidade Superior, acredito, poderá permitir essa interferencia, até como uma forma de evolução aquele espirito atormentado que não percebe que fez sua passagem. Acho que essa excplicação é mais fiel com meu pensamento. Que os Ascencionados iluminen a todos.

ola boa noite Sr Mauricio não  sei se posso mas la vai minha opinião  e que os  mortos interferem sim e muito .porque do  mesmo  modo que temos  nosso livre  arbitrio aqui  eles também  tem o  deles de seguir  em paz ou ficar vagando e ligado  as coisas  materiais !

Creio que quando as pessoas são excessivamente apegadas as pessoas e as coisas,teem muita dificuldade em se libertar,  quando fazem a sua passagem ,então passam a interferir muitas vezes de forma a causar grandes transtornos aos que estão em vida. Creio que devemos realizar sempre preces para que eles encontrem o caminho da paz. Muita paz e muita luz.

interferi sim e muito ,tenho uma casa que comprei apouco e dizen que odono era

alucinado por ela ,toda noite atorneira desce agua sem que nimguem tenha mixido nela isso eu ja observei

pensso que e um modo dele chamar atençao de nos que moramos ali .nao tenho medo .so acho graça

sem fazer chacota claro.

 

Creio que possa haver interferências sim,  talvez por a pessoa "falecida" ter sido alguém apegada a determinada propriedade e ignorar o fato de haver sofrido a transição. No bairro onde resido é do meu conhecimento três casos referentes ao tema. Num deles, a dona de um imóvel interferia na venda do novo imóvel construído no local de sua antiga residencia, tendo, antes dessa venda ser  efetuada, sido visualizada momentaneamente por uma pessoa, durante a madrugada, sentada  defronte ao portão do imóvel. Seis meses após essa visualização a venda foi efetuada, acrescendo que o imóvel novo estava à venda já bem uns quatro anos, num bairro bem procurado da cidade.

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