O QUE SERÁ DEPOIS DE 2012

Cada ano desses últimos 7 anos, tem se reportado há um aspecto da sociedade e sua transformação.

Como ano passado ano de são Miguel Arcanjo, tivemos grandes confrontos com seres, chamados hoje de Magos Negros, no anterior ano de Tzakiel, lidamos com seres subcrostais os reptilianos, e assim,por diante, o ano de 2012, do Arcanjo Gabriel será ligado a solução dos problemas familiares, o ultimo ano do Apocalipse, marcará um retorno a base da sociedade que é a família.

Devemos nos voltar a perdoar, antigas questões entendendo que nossos familiares são na maioria das vezes inimigos de passado a bater na nossa porta, guiado pelos laços sanguíneos como amarras, bem posicionados que não nos permitem fugir ao compromisso Cármino.

Difícil de conviver e impossível de se afastar.

Parecendo uma ironia divina, mas na verdade, um plano bem traçado dos engenheiros siderais com o nosso consentimento, na esperança de antigas disputas do passado se amainar mediante o amor familiar.

Muito comum vermos isto nos centros espíritas, por experiência própria, lembro aos confrades de caminhada, que o Nazareno nos deixou claro, o perdoar não 7 vezes mas 77 vezes.

Na maioria das vezes este ente não tão querido nem percebe nossos sentimentos.

A resilência nossa única chance de perdoar, lembrando sempre que o ser em questão, merece nosso amor incondicional como irmão de jornada, irmão como toda a humanidade.

Fácil..., nada no plano da matéria  é fácil, são palcos de labuta diária contra o demônio que habita em cada um de nós, nosso maior inimigo de caminhada.

Quando estamos no Plano superior, nas colônias, ao ser apresentados a estes planos por engenheiros carmicos, estando fora da matéria, conseguimos entender a necessidade  de reajuste com nossos ditos “inimigos”, mas não estamos acoplado a um corpo sujeito aos atavismos do sistema límbico, e das emoções desenfreadas, tudo lá nos parece possível, e reencarnamos cheios de boa vontade, mas muito poucos conseguem manter esse padrão vibratório ao longo dos anos.

Aos poucos as reminiscências do passado nos afronta os portões do inconsciente, e sentimentos contraditórios, começam a nascer dentro de nós, á muito custo vamos evitando nós sentindo culpados desse antagonismo não justificado, transformando-se em neuroses que lotam os consultórios médicos.

Aonde a psiquiatria considera como síndromes, traumas,etc.....

Embora muitos passem as mesmas situações com interpretações diferentes.

Quando comecei a aprender hipnose na adolescência, meu mentor me explicava, que seria a medicina do futuro, a medicina da alma, que trataria das raízes dos problemas, buscando no passado, as origens, eram meados do inicio da decada de 80, era esdrúxula essa ideia, ainda, não havia livros para estudar, e todo conhecimento era empírico.

Mais tarde na década de 90, começaram a sair os primeiros livros, e já começava a descortinar uma nova forma de resolver esses conflitos,ou ao menos entende-los, depois com a Apometria passamos a desdobrar o corpo emocional do consulente do Centro e incorporá-lo em médiuns e lá se contavam as histórias pregressas, de ódio e revoltas do passado, com técnicas apometricas íamos tratando estes traumas e as famílias se harmonizavam pouco a pouco.

Os que não tiveram esta chance de atendimento, foram sendo desdobrados durante o sono por seus mentores e  levados a sua colônia espiritual de origem e tratados, num processo continuo de harmonização planetária.

Estamos todos agora convidados a lembrar de tudo que nos foi alertado por nossos mentores.

E olhar nossos desafetos com amor e respeito, lembrando que não deve ser fácil para ele também se por ventura lembrar, sufocar esse antagonismo.

Olhando-os com outros olhos, vendo suas qualidades, lembro que minha mãe ser bastante evoluído, e fora dessas disputas carnais, me alertava:

“Todos tem um lado bom...,” a que eu retorquia nos arroubos da adolescência  dizendo;

“Só se for o lado de dentro..”, pois bem olhemos o lado de dentro então, não há ser nesse universo, que não ame alguém.

E se é capaz de amar alguém tem um lado bom, basta que queiramos vê-lo.

A empatia essa capacidade de se colocar no lugar do outro é a maior ferramenta que desenvolvemos para conseguir amar nosso semelhante.

Deus nos deu todas as ferramentas, e nos disse que era possível, e afinal não é o que ele nos exemplifica diariamente perdoando nossos erros?

Olhem para seus familiares com amor fraternal, e se formos mais compreensivos tentemos entender suas limitações, e perdoemos, se formos o mais difícil da relação peçamos paciência com nos mesmos e  capacidade de entendimento com esse antagonismo.

A família ou sua restauração é nossa ultima tarefa antes que a nova era chegue, curar a sociedade, exige que comecemos dentro de casa, pois caridade começa em casa.

 

                                               DEISE MARA ZANINI

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