Qual sua visão sobre o ABORTO ? Ele é justificável em alguma situação ? Afinal, quando se pode considerar o início da vida ? Na concepção, após alguns meses de gravidez, depois do nascimento ? Qual a visão das religiões, da filosofia e da ciência ? Uma vez que muitas mulheres procuram clínicas e quase chegam a óbito, seria melhor legalizar ? Qual a sua opinião em particular ?

Tags: aborto, feto

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Respostas a este tópico

Tive um dos meus comentários deletados e quando isto acontece o melhor a fazer é se retirar.

Voce acha que legalizando o aborto, vão deixar de  lucrar, espera ai, voçe acha que alguem não terá que arcar com as despesas, será que por trás do movimento a favor do aborto, não tem o interesse escurso. quanto voçe acha que custará a nação, um abortado. voçe não acha melhor e mais barato, mais decente, mais humano, financiar propagandas e meios que orietem, que acolhem, que protejam e principalmente, eduquem as nossas adolescentes para que elas cresçam com responsabilidades e se ocorrer gravidez, tenham elas onde apoiar. Pense nisso, matar quem esta indefeso não é o cvaminho mais simplis, ainda mais, que este gesto trrtaz complicações independente do credo, da raça ou do paiz onde ele é legalizado.
 
Angelo Vidigal disse:



Daiane Neves disse:

E engraçado como e fácil opinar e julgar as pessoas que fazem isso ou aquilo na maioria das vezes uma mulher aborta não pelo simples capricho mas por não ter condições não ter um parceiro não ter onde morar normalmente e a baixa renda que aborta por motivos financeiros temos uma sociedade hipócrita que quando a cortina baixa faria tudo para se manter tem mulheres morrendo em mesas clandestinas financiando venda ilícitas e tudo isso acontece por que queremos fingir que o mundo e cor de rosa e tudo se resolve sozinho e fácil chamar alguém de assassina a julgar pelo simples fato de abortar mais também não e fácil criar um filho sozinha de uma amor ou violência que foi o martírio de dor psicológico para a mulher 
Temos o direito de escolher ninguém pode dizer o que é bom ou ruim para você , querem legalizar as drogas imaginem quem sofre de câncer terminal nos Estados Unidos pode fumar maconha em casa irónico pais onde o combate as drogas e enorme.
a escolha para mim e simples entre ver mulheres e fetos morrendo em uma clínica qualquer e bandidos lucrando com isso e uma rede de hospitais preparados para atender e orientar e talvez ate reverter a decisão da mulher , a escolha tem que ser nossa.
 

em particular eu sou contra !!!!

O que estamos discutindo em relação a esse tema tão polêmico e delicado, são as consequências advindas do aborto e que são inúmeras... espirituais, psicológicas , físicas e isso nessa vida e, muito provavelmente, nas existências a seguir. O direito de escolha é e sempre deverá ser da mulher ;nesse cenário nossa função como espíritas/espiritualistas, é tão somente ,alertar as pessoas das consequências e nunca jamais julgar e muito menos condenar!

Este é um tema polêmico Importa em JULGAMENTO do próximo, carma,perdão divino  e  humano, conceito de Vida e muito mais abrangências... Não deve ser abordado com paixão.  É preciso ter cautela para não se incorrer em erros que lesem a outrem e a nós mesmos.

Como sou uma reencarnacionista, eu sei que, mediante minhas leituras dos livros espíritas e de obras do universalismo crístico, o aborto é um crime cometido consigo mesmo e com o ser reencarnante, logo, sei da responsabilidade de ser uma mãe e as consequências de cometer este ato. Porém, é extremamente difícil argumentar com as pessoas que são céticas com relação a imortalidade da alma. Não sei se o ceticismo dessas pessoas está vinculado as experiências traumáticas (por exemplo, espíritos que foram perseguidos, caluniados, torturados e até mortos por religiosos inescrupulosos e cegos, durante o período da inquisição) sofridas em vidas passadas.

Eu gostaria de buscar argumentos plausíveis para essas pessoas, ditas céticas, pois são chegados os tempos que a humanidade tem que estar em maior sintonia com as transformações vindouras que, por sinal, exigirá maior espiritualização. Conheço muitas pessoas lutadoras, honestas e preocupadas com o bem coletivo, mas dizem não acreditar em Deus e, muito menos, na imortalidade da alma. Já tentei enviar sites e artigos que apontam o desconforto, o prejuízo a saúde, os dizeres de um médico abortista que se arrependeu após a filmagem intrauterina, através da qual o feto procurava se defender diante o instrumento abortivo.

Apesar de eu mostrar algumas fontes científicas, essas pessoas ainda defendem o aborto, afirmando que as mulheres devem ser livres para utilizar o seu corpo como bem entenderem, dizendo: Melhor abortar do que jogar a criança não desejada neste mundo injusto.

Alguém aí sugere algum artigo ou site que possa servir de esclarecimento aos céticos? Por gentileza, eu gostaria de repassar. Meu e-mail é maristelasp2004@yahoo.com.br

Antecipadamente,

Agradeço a vossa atenção

Maristela

Gostaria de saber, se fosse ela, o espírito reencarnante, tentando esquecer  mágoas, dores, sofrimento e resgatar o passado delituoso, ou se ela fosse um espírito elevado tentando reencarnar a pedido de Jesus, para trazer ao mundo, mais luz e mais progresso moral, espiritual, tecnológico e fosse impedida de chegar até nós, de forma tão vil e desumana.

Ronaldo Keber disse:

Como espiritualistas não podemos julgar as pessoas, estamos opinando sobre o "ato". Estamos opinando sobre as consequências do "ato".  

Joao Figueiredo Murta disse:

Voce acha que legalizando o aborto, vão deixar de  lucrar, espera ai, voçe acha que alguem não terá que arcar com as despesas, será que por trás do movimento a favor do aborto, não tem o interesse escurso. quanto voçe acha que custará a nação, um abortado. voçe não acha melhor e mais barato, mais decente, mais humano, financiar propagandas e meios que orietem, que acolhem, que protejam e principalmente, eduquem as nossas adolescentes para que elas cresçam com responsabilidades e se ocorrer gravidez, tenham elas onde apoiar. Pense nisso, matar quem esta indefeso não é o cvaminho mais simplis, ainda mais, que este gesto trrtaz complicações independente do credo, da raça ou do paiz onde ele é legalizado.
 
Angelo Vidigal disse:



Daiane Neves disse:

E engraçado como e fácil opinar e julgar as pessoas que fazem isso ou aquilo na maioria das vezes uma mulher aborta não pelo simples capricho mas por não ter condições não ter um parceiro não ter onde morar normalmente e a baixa renda que aborta por motivos financeiros temos uma sociedade hipócrita que quando a cortina baixa faria tudo para se manter tem mulheres morrendo em mesas clandestinas financiando venda ilícitas e tudo isso acontece por que queremos fingir que o mundo e cor de rosa e tudo se resolve sozinho e fácil chamar alguém de assassina a julgar pelo simples fato de abortar mais também não e fácil criar um filho sozinha de uma amor ou violência que foi o martírio de dor psicológico para a mulher 
Temos o direito de escolher ninguém pode dizer o que é bom ou ruim para você , querem legalizar as drogas imaginem quem sofre de câncer terminal nos Estados Unidos pode fumar maconha em casa irónico pais onde o combate as drogas e enorme.
a escolha para mim e simples entre ver mulheres e fetos morrendo em uma clínica qualquer e bandidos lucrando com isso e uma rede de hospitais preparados para atender e orientar e talvez ate reverter a decisão da mulher , a escolha tem que ser nossa.
 

A polêmica do aborto como um problema de saúde pública (e acredite, eu creio que é um sério problema de saúde publica, mas sob outra ótica) se resume na resposta de uma simples pergunta:

O embrião humano é um ser humano? 

Se a resposta for não, cabe a pergunta: o que ele seria então?
Um aglomerado de células? Mas qual ser humano não é composto por um aglomerado de células? 

Uma parte da mulher? Mas o embrião tem um DNA único, diferente da mulher que o abriga no ventre. Não é como um tumor em crescimento, cujo DNA é igual ao do doente. Se deixado crescer o tumor se transformará em um tumor maior apenas.
Mas se deixado crescer o embrião se transformará em um feto, um bebê, uma criança, um adolescente, um adulto e um idoso. Basta que para isso sua linha da vida não seja interrompida pela destruição de seu corpo. Mesmo se fosse uma parte da mulher, nenhum ser humano em sã consciência amputaria uma parte sadia de si mesmo. Não pelo menos sem sofrer sérias sequelas.

Se a resposta for que ele não é um ser humano antes de desenvolver um sistema nervoso central, volto a perguntar: o que ele era antes disto? Uma criatura não humana? Este novo argumento pseudocientífico da filosofia pragmática utilitária é arbitrário. É como dizer que um ser humano não é humano enquanto não nascerem os dentes. Basta deixar sua evolução natural e o embrião desenvolverá todas as características maduras.

Se a resposta for que ele não é um ser humano porque depende do ambiente uterino para viver, devemos lembrar que todo ser humano precisa passar por essa etapa uterina. Isto não faz dele menos humano, mas é uma característica humana que o embrião compartilha com toda a humanidade já nascida. Não é também o recém-nascido totalmente dependente da mãe por meses? Isto faz dele menos humano ou é apenas uma etapa da vida, como a etapa da vida intrauterina?

Nem é preciso perguntar se o embrião é um ser vivo. Ele tem um coração batendo como o nosso. O seu coração é apenas menor. E se nosso coração é maior, não deveríamos proteger os pequeninos indefesos?

Se a resposta for talvez, devemos lembrar que se não podemos ter certeza de que o embrião é humano, devemos usar a grande máxima do Direito: “Na dúvida, em favor do réu!”. Se não podemos provar que o embrião não é humano, devemos evitar destruí-lo em qualquer estágio de seu desenvolvimento, pelo risco de estarmos praticando o homicídio de um indefeso.

Se a resposta for sim, o embrião é um ser vivo e é um ser humano, cabem agora novos questionamentos:
Sendo o embrião, um ser vivo e humano, o aborto seria o seu assassinato, pois destruir um ser vivo, chama-se matar e matar um ser humano chama-se assassinato. Como pode uma política de saúde pública promover o extermínio de uma parcela da população?

O aborto seria, sim, um grande problema de saúde pública, pois milhares de seres humanos indefesos são mortos todos os anos.
Se argumentarmos que a mulher corre risco de morrer em um abortamento clandestino, temos que lembrar que o risco do embrião morrer em um aborto (legal ou clandestino) é de cem por cento.

Temos que lembrar que mesmo não seja punido (erroneamente tratado como “aborto legal”, o que não permite nosso ordenamento jurídico) o aborto é um procedimento perigoso para a mulher, pois o útero não foi feito para ser curetado, e sim, para gerar seres humanos.

E mesmo enganadas pelas mentiras da Indústria do Aborto (que é muito lucrativa) as pessoas que abortam carregam sequelas emocionais de difícil tratamento pelo resto de suas vidas. Isto é também um problema de saúde pública. A descriminalização do aborto incentivará as pessoas a abortarem, e o número de pessoas com sequelas aumentará, porque o aborto sempre deixa para trás um bebê morto e uma mãe gravemente ferida.

Poderíamos fazer uma política de saúde que “beneficia” uma parcela da população em prejuízo de outra? Seria o embrião um ser humano inferior? Este conceito já foi usado no passado: os arianos seriam superiores aos semitas? Os brancos seriam superiores aos negros? Os homens seriam superiores às mulheres? Os nascidos são superiores aos não nascidos?

Poderia ser argumentado que as mulheres continuam abortando, mesmo sendo ilegal. Ora, mulheres continuam matando seus filhos recém-nascidos, mesmo sendo ilegal. Vamos legalizar o infanticídio por que ele acontece mesmo sendo ilegal? 

A descriminalização do aborto não será para o bem das mulheres. Será para o bem da lucrativa indústria abortiva, que financia grupos para infiltrar perniciosamente suas ideias pró-aborto na população. Será para o bem dos países desenvolvidos, que observam com preocupação o crescimento populacional dos países emergentes e subdesenvolvidos.

A descriminalização do aborto trará uma séria sequela moral para a nossa sociedade: a desvalorização da vida e a impressão de que é correto destruir a vida de outro ser humano mais fraco, se este for inconveniente aos nossos interesses.
Foto: A polêmica do aborto como um problema de saúde pública (e acredite, eu creio que é um sério problema de saúde publica, mas sob outra ótica) se resume na resposta de uma simples pergunta: O embrião humano é um ser humano? Se a resposta for não, cabe a pergunta: o que ele seria então? Um aglomerado de células? Mas qual ser humano não é composto por um aglomerado de células? Uma parte da mulher? Mas o embrião tem um DNA único, diferente da mulher que o abriga no ventre. Não é como um tumor em crescimento, cujo DNA é igual ao do doente. Se deixado crescer o tumor se transformará em um tumor maior apenas. Mas se deixado crescer o embrião se transformará em um feto, um bebê, uma criança, um adolescente, um adulto e um idoso. Basta que para isso sua linha da vida não seja interrompida pela destruição de seu corpo. Mesmo se fosse uma parte da mulher, nenhum ser humano em sã consciência amputaria uma parte sadia de si mesmo. Não pelo menos sem sofrer sérias sequelas. Se a resposta for que ele não é um ser humano antes de desenvolver um sistema nervoso central, volto a perguntar: o que ele era antes disto? Uma criatura não humana? Este novo argumento pseudocientífico da filosofia pragmática utilitária é arbitrário. É como dizer que um ser humano não é humano enquanto não nascerem os dentes. Basta deixar sua evolução natural e o embrião desenvolverá todas as características maduras. Se a resposta for que ele não é um ser humano porque depende do ambiente uterino para viver, devemos lembrar que todo ser humano precisa passar por essa etapa uterina. Isto não faz dele menos humano, mas é uma característica humana que o embrião compartilha com toda a humanidade já nascida. Não é também o recém-nascido totalmente dependente da mãe por meses? Isto faz dele menos humano ou é apenas uma etapa da vida, como a etapa da vida intrauterina? Nem é preciso perguntar se o embrião é um ser vivo. Ele tem um coração batendo como o nosso. O seu coração é apenas menor. E se nosso coração é maior, não deveríamos proteger os pequeninos indefesos? Se a resposta for talvez, devemos lembrar que se não podemos ter certeza de que o embrião é humano, devemos usar a grande máxima do Direito: “Na dúvida, em favor do réu!”. Se não podemos provar que o embrião não é humano, devemos evitar destruí-lo em qualquer estágio de seu desenvolvimento, pelo risco de estarmos praticando o homicídio de um indefeso. Se a resposta for sim, o embrião é um ser vivo e é um ser humano, cabem agora novos questionamentos: Sendo o embrião, um ser vivo e humano, o aborto seria o seu assassinato, pois destruir um ser vivo, chama-se matar e matar um ser humano chama-se assassinato. Como pode uma política de saúde pública promover o extermínio de uma parcela da população? O aborto seria, sim, um grande problema de saúde pública, pois milhares de seres humanos indefesos são mortos todos os anos. Se argumentarmos que a mulher corre risco de morrer em um abortamento clandestino, temos que lembrar que o risco do embrião morrer em um aborto (legal ou clandestino) é de cem por cento. Temos que lembrar que mesmo não seja punido (erroneamente tratado como “aborto legal”, o que não permite nosso ordenamento jurídico) o aborto é um procedimento perigoso para a mulher, pois o útero não foi feito para ser curetado, e sim, para gerar seres humanos. E mesmo enganadas pelas mentiras da Indústria do Aborto (que é muito lucrativa) as pessoas que abortam carregam sequelas emocionais de difícil tratamento pelo resto de suas vidas. Isto é também um problema de saúde pública. A descriminalização do aborto incentivará as pessoas a abortarem, e o número de pessoas com sequelas aumentará, porque o aborto sempre deixa para trás um bebê morto e uma mãe gravemente ferida. Poderíamos fazer uma política de saúde que “beneficia” uma parcela da população em prejuízo de outra? Seria o embrião um ser humano inferior? Este conceito já foi usado no passado: os arianos seriam superiores aos semitas? Os brancos seriam superiores aos negros? Os homens seriam superiores às mulheres? Os nascidos são superiores aos não nascidos? Poderia ser argumentado que as mulheres continuam abortando, mesmo sendo ilegal. Ora, mulheres continuam matando seus filhos recém-nascidos, mesmo sendo ilegal. Vamos legalizar o infanticídio por que ele acontece mesmo sendo ilegal? A descriminalização do aborto não será para o bem das mulheres. Será para o bem da lucrativa indústria abortiva, que financia grupos para infiltrar perniciosamente suas ideias pró-aborto na população. Será para o bem dos países desenvolvidos, que observam com preocupação o crescimento populacional dos países emergentes e subdesenvolvidos. A descriminalização do aborto trará uma séria sequela moral para a nossa sociedade: a desvalorização da vida e a impressão de que é correto destruir a vida de outro ser humano mais fraco, se este for inconveniente aos nossos interesses.


Maristela da Silva Pereira disse:

Como sou uma reencarnacionista, eu sei que, mediante minhas leituras dos livros espíritas e de obras do universalismo crístico, o aborto é um crime cometido consigo mesmo e com o ser reencarnante, logo, sei da responsabilidade de ser uma mãe e as consequências de cometer este ato. Porém, é extremamente difícil argumentar com as pessoas que são céticas com relação a imortalidade da alma. Não sei se o ceticismo dessas pessoas está vinculado as experiências traumáticas (por exemplo, espíritos que foram perseguidos, caluniados, torturados e até mortos por religiosos inescrupulosos e cegos, durante o período da inquisição) sofridas em vidas passadas.

Eu gostaria de buscar argumentos plausíveis para essas pessoas, ditas céticas, pois são chegados os tempos que a humanidade tem que estar em maior sintonia com as transformações vindouras que, por sinal, exigirá maior espiritualização. Conheço muitas pessoas lutadoras, honestas e preocupadas com o bem coletivo, mas dizem não acreditar em Deus e, muito menos, na imortalidade da alma. Já tentei enviar sites e artigos que apontam o desconforto, o prejuízo a saúde, os dizeres de um médico abortista que se arrependeu após a filmagem intrauterina, através da qual o feto procurava se defender diante o instrumento abortivo.

Apesar de eu mostrar algumas fontes científicas, essas pessoas ainda defendem o aborto, afirmando que as mulheres devem ser livres para utilizar o seu corpo como bem entenderem, dizendo: Melhor abortar do que jogar a criança não desejada neste mundo injusto.

Alguém aí sugere algum artigo ou site que possa servir de esclarecimento aos céticos? Por gentileza, eu gostaria de repassar. Meu e-mail é maristelasp2004@yahoo.com.br

Antecipadamente,

Agradeço a vossa atenção

Maristela



Se possível veja o link do filme BLOOD MONEY, que estreia dia 15 de Novembro. 

https://www.facebook.com/bloodmoneyofilme?ref=ts&fref=ts

A polêmica do aborto como um problema de saúde pública (e acredite, eu creio que é um sério problema de saúde publica, mas sob outra ótica) se resume na resposta de uma simples pergunta:

O embrião humano é um ser humano? 

Se a resposta for não, cabe a pergunta: o que ele seria então?
Um aglomerado de células? Mas qual ser humano não é composto por um aglomerado de células? 

Uma parte da mulher? Mas o embrião tem um DNA único, diferente da mulher que o abriga no ventre. Não é como um tumor em crescimento, cujo DNA é igual ao do doente. Se deixado crescer o tumor se transformará em um tumor maior apenas.
Mas se deixado crescer o embrião se transformará em um feto, um bebê, uma criança, um adolescente, um adulto e um idoso. Basta que para isso sua linha da vida não seja interrompida pela destruição de seu corpo. Mesmo se fosse uma parte da mulher, nenhum ser humano em sã consciência amputaria uma parte sadia de si mesmo. Não pelo menos sem sofrer sérias sequelas.

Se a resposta for que ele não é um ser humano antes de desenvolver um sistema nervoso central, volto a perguntar: o que ele era antes disto? Uma criatura não humana? Este novo argumento pseudocientífico da filosofia pragmática utilitária é arbitrário. É como dizer que um ser humano não é humano enquanto não nascerem os dentes. Basta deixar sua evolução natural e o embrião desenvolverá todas as características maduras.

Se a resposta for que ele não é um ser humano porque depende do ambiente uterino para viver, devemos lembrar que todo ser humano precisa passar por essa etapa uterina. Isto não faz dele menos humano, mas é uma característica humana que o embrião compartilha com toda a humanidade já nascida. Não é também o recém-nascido totalmente dependente da mãe por meses? Isto faz dele menos humano ou é apenas uma etapa da vida, como a etapa da vida intrauterina?

Nem é preciso perguntar se o embrião é um ser vivo. Ele tem um coração batendo como o nosso. O seu coração é apenas menor. E se nosso coração é maior, não deveríamos proteger os pequeninos indefesos?

Se a resposta for talvez, devemos lembrar que se não podemos ter certeza de que o embrião é humano, devemos usar a grande máxima do Direito: “Na dúvida, em favor do réu!”. Se não podemos provar que o embrião não é humano, devemos evitar destruí-lo em qualquer estágio de seu desenvolvimento, pelo risco de estarmos praticando o homicídio de um indefeso.

Se a resposta for sim, o embrião é um ser vivo e é um ser humano, cabem agora novos questionamentos:
Sendo o embrião, um ser vivo e humano, o aborto seria o seu assassinato, pois destruir um ser vivo, chama-se matar e matar um ser humano chama-se assassinato. Como pode uma política de saúde pública promover o extermínio de uma parcela da população?

O aborto seria, sim, um grande problema de saúde pública, pois milhares de seres humanos indefesos são mortos todos os anos.
Se argumentarmos que a mulher corre risco de morrer em um abortamento clandestino, temos que lembrar que o risco do embrião morrer em um aborto (legal ou clandestino) é de cem por cento.

Temos que lembrar que mesmo não seja punido (erroneamente tratado como “aborto legal”, o que não permite nosso ordenamento jurídico) o aborto é um procedimento perigoso para a mulher, pois o útero não foi feito para ser curetado, e sim, para gerar seres humanos.

E mesmo enganadas pelas mentiras da Indústria do Aborto (que é muito lucrativa) as pessoas que abortam carregam sequelas emocionais de difícil tratamento pelo resto de suas vidas. Isto é também um problema de saúde pública. A descriminalização do aborto incentivará as pessoas a abortarem, e o número de pessoas com sequelas aumentará, porque o aborto sempre deixa para trás um bebê morto e uma mãe gravemente ferida.

Poderíamos fazer uma política de saúde que “beneficia” uma parcela da população em prejuízo de outra? Seria o embrião um ser humano inferior? Este conceito já foi usado no passado: os arianos seriam superiores aos semitas? Os brancos seriam superiores aos negros? Os homens seriam superiores às mulheres? Os nascidos são superiores aos não nascidos?

Poderia ser argumentado que as mulheres continuam abortando, mesmo sendo ilegal. Ora, mulheres continuam matando seus filhos recém-nascidos, mesmo sendo ilegal. Vamos legalizar o infanticídio por que ele acontece mesmo sendo ilegal? 

A descriminalização do aborto não será para o bem das mulheres. Será para o bem da lucrativa indústria abortiva, que financia grupos para infiltrar perniciosamente suas ideias pró-aborto na população. Será para o bem dos países desenvolvidos, que observam com preocupação o crescimento populacional dos países emergentes e subdesenvolvidos.

A descriminalização do aborto trará uma séria sequela moral para a nossa sociedade: a desvalorização da vida e a impressão de que é correto destruir a vida de outro ser humano mais fraco, se este for inconveniente aos nossos interesses.
Foto: A polêmica do aborto como um problema de saúde pública (e acredite, eu creio que é um sério problema de saúde publica, mas sob outra ótica) se resume na resposta de uma simples pergunta: O embrião humano é um ser humano? Se a resposta for não, cabe a pergunta: o que ele seria então? Um aglomerado de células? Mas qual ser humano não é composto por um aglomerado de células? Uma parte da mulher? Mas o embrião tem um DNA único, diferente da mulher que o abriga no ventre. Não é como um tumor em crescimento, cujo DNA é igual ao do doente. Se deixado crescer o tumor se transformará em um tumor maior apenas. Mas se deixado crescer o embrião se transformará em um feto, um bebê, uma criança, um adolescente, um adulto e um idoso. Basta que para isso sua linha da vida não seja interrompida pela destruição de seu corpo. Mesmo se fosse uma parte da mulher, nenhum ser humano em sã consciência amputaria uma parte sadia de si mesmo. Não pelo menos sem sofrer sérias sequelas. Se a resposta for que ele não é um ser humano antes de desenvolver um sistema nervoso central, volto a perguntar: o que ele era antes disto? Uma criatura não humana? Este novo argumento pseudocientífico da filosofia pragmática utilitária é arbitrário. É como dizer que um ser humano não é humano enquanto não nascerem os dentes. Basta deixar sua evolução natural e o embrião desenvolverá todas as características maduras. Se a resposta for que ele não é um ser humano porque depende do ambiente uterino para viver, devemos lembrar que todo ser humano precisa passar por essa etapa uterina. Isto não faz dele menos humano, mas é uma característica humana que o embrião compartilha com toda a humanidade já nascida. Não é também o recém-nascido totalmente dependente da mãe por meses? Isto faz dele menos humano ou é apenas uma etapa da vida, como a etapa da vida intrauterina? Nem é preciso perguntar se o embrião é um ser vivo. Ele tem um coração batendo como o nosso. O seu coração é apenas menor. E se nosso coração é maior, não deveríamos proteger os pequeninos indefesos? Se a resposta for talvez, devemos lembrar que se não podemos ter certeza de que o embrião é humano, devemos usar a grande máxima do Direito: “Na dúvida, em favor do réu!”. Se não podemos provar que o embrião não é humano, devemos evitar destruí-lo em qualquer estágio de seu desenvolvimento, pelo risco de estarmos praticando o homicídio de um indefeso. Se a resposta for sim, o embrião é um ser vivo e é um ser humano, cabem agora novos questionamentos: Sendo o embrião, um ser vivo e humano, o aborto seria o seu assassinato, pois destruir um ser vivo, chama-se matar e matar um ser humano chama-se assassinato. Como pode uma política de saúde pública promover o extermínio de uma parcela da população? O aborto seria, sim, um grande problema de saúde pública, pois milhares de seres humanos indefesos são mortos todos os anos. Se argumentarmos que a mulher corre risco de morrer em um abortamento clandestino, temos que lembrar que o risco do embrião morrer em um aborto (legal ou clandestino) é de cem por cento. Temos que lembrar que mesmo não seja punido (erroneamente tratado como “aborto legal”, o que não permite nosso ordenamento jurídico) o aborto é um procedimento perigoso para a mulher, pois o útero não foi feito para ser curetado, e sim, para gerar seres humanos. E mesmo enganadas pelas mentiras da Indústria do Aborto (que é muito lucrativa) as pessoas que abortam carregam sequelas emocionais de difícil tratamento pelo resto de suas vidas. Isto é também um problema de saúde pública. A descriminalização do aborto incentivará as pessoas a abortarem, e o número de pessoas com sequelas aumentará, porque o aborto sempre deixa para trás um bebê morto e uma mãe gravemente ferida. Poderíamos fazer uma política de saúde que “beneficia” uma parcela da população em prejuízo de outra? Seria o embrião um ser humano inferior? Este conceito já foi usado no passado: os arianos seriam superiores aos semitas? Os brancos seriam superiores aos negros? Os homens seriam superiores às mulheres? Os nascidos são superiores aos não nascidos? Poderia ser argumentado que as mulheres continuam abortando, mesmo sendo ilegal. Ora, mulheres continuam matando seus filhos recém-nascidos, mesmo sendo ilegal. Vamos legalizar o infanticídio por que ele acontece mesmo sendo ilegal? A descriminalização do aborto não será para o bem das mulheres. Será para o bem da lucrativa indústria abortiva, que financia grupos para infiltrar perniciosamente suas ideias pró-aborto na população. Será para o bem dos países desenvolvidos, que observam com preocupação o crescimento populacional dos países emergentes e subdesenvolvidos. A descriminalização do aborto trará uma séria sequela moral para a nossa sociedade: a desvalorização da vida e a impressão de que é correto destruir a vida de outro ser humano mais fraco, se este for inconveniente aos nossos interesses.


Maristela da Silva Pereira disse:

Como sou uma reencarnacionista, eu sei que, mediante minhas leituras dos livros espíritas e de obras do universalismo crístico, o aborto é um crime cometido consigo mesmo e com o ser reencarnante, logo, sei da responsabilidade de ser uma mãe e as consequências de cometer este ato. Porém, é extremamente difícil argumentar com as pessoas que são céticas com relação a imortalidade da alma. Não sei se o ceticismo dessas pessoas está vinculado as experiências traumáticas (por exemplo, espíritos que foram perseguidos, caluniados, torturados e até mortos por religiosos inescrupulosos e cegos, durante o período da inquisição) sofridas em vidas passadas.

Eu gostaria de buscar argumentos plausíveis para essas pessoas, ditas céticas, pois são chegados os tempos que a humanidade tem que estar em maior sintonia com as transformações vindouras que, por sinal, exigirá maior espiritualização. Conheço muitas pessoas lutadoras, honestas e preocupadas com o bem coletivo, mas dizem não acreditar em Deus e, muito menos, na imortalidade da alma. Já tentei enviar sites e artigos que apontam o desconforto, o prejuízo a saúde, os dizeres de um médico abortista que se arrependeu após a filmagem intrauterina, através da qual o feto procurava se defender diante o instrumento abortivo.

Apesar de eu mostrar algumas fontes científicas, essas pessoas ainda defendem o aborto, afirmando que as mulheres devem ser livres para utilizar o seu corpo como bem entenderem, dizendo: Melhor abortar do que jogar a criança não desejada neste mundo injusto.

Alguém aí sugere algum artigo ou site que possa servir de esclarecimento aos céticos? Por gentileza, eu gostaria de repassar. Meu e-mail é maristelasp2004@yahoo.com.br

Antecipadamente,

Agradeço a vossa atenção

Maristela

Sabendo o quanto que o espírito luta para voltar ao plano físico, de que já existíamos antes de nascer e das esperanças que tínhamos por uma nova vida de redenção, como nós espíritas podemos ficar calados quando estas esperanças são destruídas pelo ABORTO?

(Livro dos Espíritos, questões 344, 358 e 880)

Milhões de seres humanos em estágio embrionário são mortos todos os anos, milhões de espíritos que têm suas esperanças destruídas retornam em triste estado para a erraticidade. São mortos por aqueles que se comprometeram ajudá-los.

Há um forte movimento para descriminalizar o aborto em nosso país. Se descriminalizado muito mais abortos ocorrerão, até porque é um lucrativo negócio. 

Milhares de espíritos em processo de reencarnação terão suas vidas interrompidas, retornando revoltados a erraticidade. Que terrível dano à psico-esfera de nosso país!

Irmãos espíritas, não fiquem calados diante deste terrível holocausto silencioso. 
Irmãos cristãos! Vamos nos lembrar do quinto mandamento: "Não matarás!"

Nossa omissão também mata, quando permitimos que seres humanos inocentes sejam mortos.

Como podemos nos chamar de espíritas, como podemos nos chamar de cristãos se assistimos passivos a tragédia da legalização do aborto em nosso país?

Como podemos sequer nos chamar de civilizados, se permitirmos este crime ser liberado? 

Uma civilização que não protege o ser humano mais fraco não merece se chamar civilização.
_____________________________________________________________________________
Vejam o interessante link abaixo sobre como o espírito volta à matéria (e como deve ser frustrante após tanto esforço ter seu futuro veiculo para sua redenção destruído pelo aborto.):
MINIATURIZAÇÃO DO PERISPÍRITO – REDE AMIGO ESPÍRITA

Infelizmente, Maristela, essas pessoas terão muito que sofrer, até aprender e aceitar o óbvio. Quem não vai pelo amor, vai pela dor! Elas preferem acreditar em algo que seja mais cômodo e que possa camuflar o egoísmo que as envolve, dizendo que, preferem o aborto que abandonar seus filhos, ao deus dará.. Isso também é irresponsabilidade. Se não querem ter filhos, previnam-se, homens e mulheres, porque a responsabilidade é dos dois. Preservativos foram feitos para serem usados. Não confundem liberdade com libertinagem. O ser humano não foi feito, pra ser livre, totalmente, senão, não necessitariam dos pais, para nascerem, para cuidar deles até terem condições de se cuidarem sozinhos. Se estão, hoje aqui, agradeçam, primeiro a Deus e depois as pessoas abnegadas, que foram capazes de abdicarem de muita coisa, para recebê-los, orientá-los educá-los e até de dar a vida, se fosse necessário. Não importa se acreditam ou não. As leis foram feitas para serem cumpridas e não para serem ajustadas conforme o desejo de cada um. As Leis Humanas até podem ser aplicadas, assim: dois pesos e duas medidas, por enquanto, por serem cópias imperfeitas das Leis Divinas e universais, e é por isso, que o povo´constantemente, se levanta e grita exigindo mudanças, radicais. Não adianta quebrarmos cabeças com essas pessoas, Vai chegar o dia para cada uma enxergar a verdade e engrossar as fileiras dos defensores da vida. Deus é paciente e sabe esperar a luz brilhar para todos e enquanto isto não acontece e a ignorância espiritual continuar mantendo-os cegos, terão, sempre de recomeçar do zero, talvez, em outros mundos bem mais atrasados que o nosso. No momento, só nos resta, orar ao Nosso Meigo Mestre Jesus. Ele está à frente do nosso barco, conduzindo-nos, pacientemente,  Chegaremos, todos, mais cedo ou mais tarde. Luz para todos.

Maristela da Silva Pereira disse:

Como sou uma reencarnacionista, eu sei que, mediante minhas leituras dos livros espíritas e de obras do universalismo crístico, o aborto é um crime cometido consigo mesmo e com o ser reencarnante, logo, sei da responsabilidade de ser uma mãe e as consequências de cometer este ato. Porém, é extremamente difícil argumentar com as pessoas que são céticas com relação a imortalidade da alma. Não sei se o ceticismo dessas pessoas está vinculado as experiências traumáticas (por exemplo, espíritos que foram perseguidos, caluniados, torturados e até mortos por religiosos inescrupulosos e cegos, durante o período da inquisição) sofridas em vidas passadas.

Eu gostaria de buscar argumentos plausíveis para essas pessoas, ditas céticas, pois são chegados os tempos que a humanidade tem que estar em maior sintonia com as transformações vindouras que, por sinal, exigirá maior espiritualização. Conheço muitas pessoas lutadoras, honestas e preocupadas com o bem coletivo, mas dizem não acreditar em Deus e, muito menos, na imortalidade da alma. Já tentei enviar sites e artigos que apontam o desconforto, o prejuízo a saúde, os dizeres de um médico abortista que se arrependeu após a filmagem intrauterina, através da qual o feto procurava se defender diante o instrumento abortivo.

Apesar de eu mostrar algumas fontes científicas, essas pessoas ainda defendem o aborto, afirmando que as mulheres devem ser livres para utilizar o seu corpo como bem entenderem, dizendo: Melhor abortar do que jogar a criança não desejada neste mundo injusto.

Alguém aí sugere algum artigo ou site que possa servir de esclarecimento aos céticos? Por gentileza, eu gostaria de repassar. Meu e-mail é maristelasp2004@yahoo.com.br

Antecipadamente,

Agradeço a vossa atenção

Maristela

Concordo com A Sra Graça Cavalheis

mesmo sendo caso de estupro, sei que isso é um horror, mais a criança que esta no ventre da mãe não tem culpa vamos dizer assim, porque eu como espirita, entendo que nós pedimos para nascer naquela determinada  familia naquele determinado lar,  e ter aquela vida, é claro que depois podemos mudar tudo isso, mais no caso de um estupro, a mão podera dar o filho para adoção, e não fazer um aborto, que isso é o mais grave.

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