Qual sua visão sobre o ABORTO ? Ele é justificável em alguma situação ? Afinal, quando se pode considerar o início da vida ? Na concepção, após alguns meses de gravidez, depois do nascimento ? Qual a visão das religiões, da filosofia e da ciência ? Uma vez que muitas mulheres procuram clínicas e quase chegam a óbito, seria melhor legalizar ? Qual a sua opinião em particular ?

Tags: aborto, feto

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Aborto.... sempre um tema complicado a ser discutido...

Eu sou particularmente contra, porque acredito, que ao encarnarmos aqui na terra, já o fazemos com contratos firmados com os espiritos que vamos receber em nosso meio, independente da forma que foi concebido...

No caso de um estupro, nesse caso,  o que falei acima ainda me causa uma série de perguntas que ainda não consegui respostas...(nesse caso ainda concordo em faze-lo)

Acho que não temos o direito de interromper uma vida, que com certeza também veio resgatar seus carmas...e com nossa ajuda.

abs

Leorena

 

 

Henrique, como espírita sou contra, mas como ser humano falível, as vezes, me pergunto se em algumas situações mais sensíveis, por exemplo, em caso de crime contra a mulher, se a decisão não seria dela... No caso do início da vida, em nosso plano, para mim se dá no momento da concepção.

Para muitos cientistas o início da vida, ocorre com o encontro do ovócito com o espermatozóide.

As religiões são contra o aborto, pois fere o direito de vida do ser humano. "TODOS TEM O DIREITO A VIDA"

O vaticano por sua vez, regeita o uso de camisinha e anticoncepcionais.

O que acarretaria para as gerações futuras e para as mães que fizeram o aborto?

Para as nossas gerações futuras isso será considerado com um ato de normalidade, pois hoje em dia, o ser humano, não fica tão chocado quando ocorre crimes bárbaros; isso de fato é um erro muito grande. Até que ponto o ser humano é capaz de passar por cima de sua moral, ética, valores, principios de vida, religiosos, entre outros; Por causa de outras pessoas? Até que ponto chega o ser humano?

Para as mães que cometem o aborto, o fardo será muito pesado, pois tudo existe uma consequência, e essa consequência é muito ruim, pois ela cometeu um assassinato contra um ser indefeso.

Para o Direito Constitucional, as vitimas de estrupo podem fazer o aborto. Mas em muitos casos as mães não cometem, por causa de seus valores, e assim que as crianças nascem levam as mesmas para a adoção. Em vista deste ponto o aborto é justificavel. Mas será mesmo? Ainda sim é um ato injunstificavel. (mesmo assim sou contra).

Normalmente o aborto é feito por mulheres que não foram vitimas de estrupo, neste caso, esse ato é inquestionável, não é justificável, as pessoas devem ter responsabilidade para assumir seus atos, pois já são grandes o suficiente para saberem distinguir o que é certo e o que é errado. Tirar uma vida inocente por pura imprudência humana é um ato inquestionável!.

Por essas e por outras ... sou contra mesmo....acho que no caso de estupro, pode-se gerar, e depois coloca-lo para adoção, assim não interromperia o resgate carmico desse espírito.

Conheço casos comprovados, em que a mãe fez o aborto e a criança veio pra ele em outra barriga, pois não queria mais saber de te-la como guardiã, uma vez que já havia abortado... (isso foi relatado em uma regressão)

 

A partir do momento que o teste de gravidez dá positivo, uma vida já está em andamento! Sou contra, por princípio, a se interromper o ciclo da vida, não só em teoria, mas na prática, pois já tive o ensejo de recorrer a ele, mas não o fiz! O Espiritismo cita a exceção quando a vida da mãe corre risco de morte (prevista também na lei humana). O Código Penal isenta de culpa a mulher, vítima de estupro, que recorre a este recurso (que eu me lembre, o Espiritismo não trata sobre este assunto - alguém pode completar ?!).
Hoje tenho uma visão digamos, mais racional a respeito do assunto. Penso que prevenir é o ideal, mas ao que parece muitos ainda procuram uma solução, quando deveriam ter ao menos tentado evitar o problema. Não podemos mais, dizer que o aborto só deve ser permitido quando a vida da mãe estiver em risco. Há inúmeras outras razões, que precisam ser levadas em consideração. Posso enumerar algumas ex.: estrupo, falta de condições psicológicas, gravidez precoce, falta de condições materiais, quando a família é completamente desestruturada, sem condições de apoiar a futura mãe e a criança, etc.
Penso que antes de julgarmos o “ato”, é necessário refletir o que a sociedade pode fazer para reverter à situação deprimente de muitas mulheres. Cada caso é um caso, as situações são particulares. Cada mulher que procura o aborto tem a sua historia, que certamente não é das mais bonitas. Sei que algumas apenas vivem para o “aqui e agora”, a estas faltam base, valores morais e por que não dizer conhecimento, educação, uma visão mais completa da vida como um todo. Não defendo o aborto, não apoio a falta de responsabilidade. Mas reconheço a dor, a necessidade de apoio tanto para levar avante a gestação, quanto para interrompê-la.
Eu gostaria de colocar, também, a questão prática. Hoje, os abortos feitos em clínicas clandestinas são um problema de saúde pública. Muitas mulheres quase chegam a óbito durante o procedimento, indo em seguida para a rede do SUS. Já que milhares de mulheres, na prática, já procuram essas clínicas, deveria-se então legalizá-lo ? Isto seria melhor ou acabaria estimulando mais mulheres a fazer o aborto ?
Bom, eu nasci numa família espírita, e toda construção de valores éticos e morais deu-se, em mim, pela educação familiar e religiosa. Entendo que, o dia que as reencarnações neste planeta derem-se em condições ideais de planejamento familiar, estrutura psicossocial dos cônjuges, condições financeiras favoráveis para criação e educação dos rebentos, nós já estaremos em outro patamar, não mais em " Provas e Expiações" e, sim, em "Regeneração". Até lá, acredito que a parcela consciente da sociedade tem o direito relativo de interferir na liberdade desta outra parcela, não tão consciente, sobre a constituição familiar, e aí se encaixa a NÃO SOLUÇÃO pelo ABORTO, repito, no meu entender!!! Programas sociais de esclarecimentos, de prevenção, de planejamento familiar, tudo bem! Devem ser, sim, incentivados pelo Governo, e pela sociedade, em geral. Mecanismos de adoção de crianças rejeitadas pelos pais, também devem ser implementados. Fora isto, sigo a orientação da Doutrina Espírita, que é taxativamente contra o ABORTO, e creio que isto não deve mudar.

ABORTO É A VIOLÊNCIA DOS PODEROSOS IRRESPONSÁVEIS CONTRA OS INDEFESOS! 
é inadmissível tentar "reparar um erro" cometendo um outro gravíssimo, se as pessoas não tivessem acesso a informação, tudo bem mas hoje em dia até as crianças sabem como não engravidar. 
Cada um é responsável pelos seus próprios atos.Gravidez não é brincadeira e ninguém tem direito a vida de ninguém pois o feto tbm é uma vida e NÃO PARTE DO CORPO DA MULHER COMO ALGUMAS PESSOAS AFIRMAM, é um ser dentro de outro ser.. Enfim Sou contra o Aborto.

Rose

Pois é... Acho um assunto delicado de se discutir...Eu sou contra, mas não posso me imaginar censurando alguém que tome essa atitude. Não sabemos quais sentimentos, que pressões alguém pode estar sentindo para acabar com uma vida. É como no suicídio; acho que a pessoa tem que estar em desespero, ou se ver sem saída p/ fazer. Claro que pode-se dizer que sempre há saídas, mas nem sempre a pessoa está com equilíbrio e harmonia suficiente para enxergar...Acho o aborto uma violência. Com a própria mulher que procura, e com a nova vida que estava começando...

Como os espíritos superiores dizem, Só a Deus é´permitido dar e criar a vida".

 

Questão 880 de O Livro dos Espíritos:

Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?

Resposta – “O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.

O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo O Livro dos Espíritos, na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores:

Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mão dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?

Resposta – “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.’ ( o aborto terapêutico).

Pelo aspecto espiritual, um mundo de providências são tomadas para se preparar uma nova encarnação; é mais uma chance de redenção e crescimento para o espírito que vai reencarnar; tanta expectativa, tantas esperanças...

Em relação à mãe, os danos físicos (as vezes até a morte), emocionais e psicológicos são tantos...

Não nos cabe censurar, mas sempre que possível, orientar, elucidar, amparar sem questionar ou julgar... E rezar muito para amparar quem vive esse dilema.

Grande abraço!

Daiane, a escolha É SEMPRE NOSSA, por isso existem os abortos clandestinos, mas fico com a Rose: "UM ERRO NÃO JUSTIFICA OUTRO", que é um "velho" provérbio que continua válido. Como diz o Cristianismo e, em particular, o Espiritismo: "A SEMENTEIRA É LIVRE, PORÉM A COLHEITA É OBRIGATÓRIA", ou seja, a cada ação existe uma reação, ou a cada ato existe uma conseqüência. A questão toda é, se a sociedade, ou o governo, deve legalizar o ABORTO, o que significaria que, uma vez aprovado pela maioria, TODOS daquela sociedade são responsáveis solidários, mesmo que alguns membros sejam CONTRA - o que é meu caso! Se houver um Plebiscito (como foi o da Proibição de Armas), serei CONTRA, como fui no outro, e a circulação NÃO CONTROLADA das armas continua fazendo vítimas sem fim, e o mesmo se dará com o Aborto Legalizado que dará mais ânimo para a sua prática.

(Este comentário foi copiado para o fórum Antroposofia, onde pode ser localizado com mais facilidade.)

 

O aborto à luz da Antroposofia

Henrique Régis perguntou em 25/5/11 a opinião dos participantes deste blog sobre o aborto. O que vou expor é minha opinião inspirada pela Antroposofia; não se pode dizer que ela própria tenha essa opinião. Para tratar desse assunto, é necessário abordar inicialmente certos fatos.

Em primeiro lugar, a vida humana não é um acaso, como quer fazer crer a ciência materialista. Quando nasce uma criança, o que está ocorrendo é a encarnação de uma individualidade espiritual humana, comumente chamada na Antroposofia de Eu. Cada ser humano tem seu Eu, que é seu membro essencialmente espiritual; na trimembração corpo-alma-espírito, ele corresponde aproximadamente ao último membro. É por termos esse Eu que podemos captar, por meio de nosso pensamento, as verdades espirituais, como por exemplo os conceitos que existem por detrás de qualquer objeto. Quando olho para este aparelho aqui na minha frente, digo que ele é um computador – com isso, estou entrando em contato com a essência não física desse objeto, seu conceito. Toda a matemática é também um exemplo da capacidade de o ser humano entrar em contato com conceitos não físicos. Por exemplo, todas as pessoas com uma certa cultura conhecem uma das definições possíveis de circunferência perfeita: “o lugar geométrico de todos os pontos equidistantes de um ponto dado, o seu centro”. No entanto, jamais alguém viu fisicamente uma circunferência perfeita; por exemplo, a borda de um copo é somente uma aproximação dela, pois se examinarmos essa borda ela não será uma linha ideal sem espessura, e terá infinitas irregularidades. Ao pensar na circunferência perfeita, o Eu entra em contato com o conceito puro correspondente, existente apenas no mundo espiritual. Os animais não têm esse Eu; por isso jamais uma abelha pensou: “vamos experimentar uma colmeia com favos pentagonais?” Elas simplesmente não conseguem atingir o conceito de um heptágono; constróem seus favos hexagonais por puro instinto. Os instintos estão em um membro da constituição não física bem “abaixo” do Eu.

É muito importante entender que com nossos sentimentos não captamos verdades espirituais,. Nossos sentimentos são individuais, subjetivos, e expressam, no fundo, uma atração ou uma repulsa, traduzidos por simpatia ou antipatia com relação a algo, e são devidos à nossa alma, e não ao nosso Eu. Com nossos sentidos físicos, nós percebemos objetivamente o mundo físico ao nosso redor; com o Eu podemos perceber objetivamente o mundo espiritual.

Todos os membros inferiores do ser humano desaparecem após a morte física; depois de algum tempo permanecem, no mundo espiritual, apenas o Eu e poucos restos de nossos membros não físicos que dele se desligam. Em circunstâncias especiais, certas pessoas podem entrar em contato com esses restos, captando detalhes da vida e de características passadas de uma pessoa morta. Não se trata, em absoluto, de uma incorporação do Eu dessa pessoa morta.

Normalmente, depois da morte, em geral após centenas de anos no mundo puramente espiritual, o Eu sente um desejo de voltar à Terra, para continuar seu aperfeiçoamento e reparar males que tenha cometido na última encarnação. O processo de reencarnação é ajudado por entidades espirituais muito elevadas, preparando o carma do futuro encarnado, que fica impregnado em seu inconsciente, levando-o às situações em que pode continuar a se desenvolver. O desenvolvimento humano dá-se essencialmente aqui no mundo físico, onde podemos errar e portanto ter liberdade. A propósito, o carma de uma pessoa faz com que, durante sua vida, ela se dirija inconscientemente a certas situações; o que ela realiza nessas situações, se feito conscientemente, depende dela e, portanto, o carma não contradiz o livre arbítrio.

Portanto, é esse Eu que não desaparece e se encarna em cada nova encarnação. Sem se compreender o que no ser humano se encarna, e como é esse processo, não se pode compreender realmente o que é reencarnação e carma. Rudolf Steiner chama a atenção para o fato de que o a cultura ocidental foca exclusivamente cada personalidade, isto é, cada reencarnação, e não a individualidade que se reencarna. Ele diz mais: se não se leva em conta as vidas anteriores de uma individualidade, é impossível compreender certos fatos da vida de uma pessoa. Para ilustrar isso, e introduzir na humanidade uma nova conceituação de reencarnação e carma, ele deu inúmeros exemplos interessantíssimos de várias reencarnações de certas individualidades.

Uma das preparações para a encarnação é a escolha dos pais. Obviamente, se se admite como hipótese de trabalho que a vida humana tem um sentido, tanto o nascimento quanto a morte não podem ser acasos, como postula a ciência materialista. O casal escolhido pelo Eu que está em processo de encarnação deve ser aquele que, pela sua constituição física e anímica, bem como pelo seu ambiente de vida, melhor permite que aquele Eu se desenvolva. Muitas vezes, essa preparação remonta aos avós, bisavós etc. Pode-se imaginar a complexidade que é envolvida nesse processo; por isso entidades espirituais muito elevadas precisam ajudá-lo.

Agora podemos adentrar a questão do aborto. Um aborto provocado significa a interrupção do processo de encarnação de um Eu. Como estava há muito tempo sendo preparado para essa encarnação, o aborto é um acontecimento trágico para o Eu que queria se encarnar e, dependendo de sua missão, talvez para a comunidade que deixará de recebê-lo, ou até mesmo para o mundo. Temos que ter confiança no mundo espiritual, e nos dizer: uma gestação é algo muito importante para a individualidade que está se encarnando; quem somos nós para sabermos melhor do que os mundos espirituais se ela deve ser impedida de vir à Terra nas condições que escolheu?

Assim, a menos de casos extremos como perigo físico, uma visão antroposófica do ser humano deve levar à conclusão de que não se deve praticar o aborto. Ele significa a interrupção de um processo muito longo e complexo, que não poderá se repetir com a mesma precisão se o Eu for obrigado a procurar outros pais e outra condições de vida. Até mesmo o momento do nascimento pode ser importante; desse ponto de vista, programar um parto com cesárea é absolutamente inadequado. Aliás, muitos dos desajustes pessoais crescentes devem-se a uma dificuldade de uma encarnação adequada, isto é, o Eu não encontra as condições ideais para seu desenvolvimento; pode, por exemplo, não ajustar-se ao corpo físico que herdou e que não era o previsto inicialmente, pois foi necessário procurar outros pais e outro tempo. E por falar em desajustes, parece que mães que abortam, às vezes sofrem um abalo psicológico muito grande; parece-me que seu subconsciente “sabe” que elas cometeram um ato indevido.

De meu ponto de vista, a questão do aborto é extremamente delicada, pois envolve a mãe ou os pais e aspectos legais. Eu teria a tendência a dizer que apenas a mãe ou os pais deveriam decidir se provocam ou não um aborto; essa seria uma decisão que eles deveriam tomar em liberdade. Essa decisão dependerá de seus conhecimentos e sentimentos. No entanto, do ponto de vista legal, obviamente todos somos contra matar pessoas, e deve haver leis contra isso, mas será que se deve considerar o feto como um ser humano? Existem várias concepções a respeito. Segundo Rudolf Steiner, o Eu liga-se ao feto ao redor do 17o dia após a fecundação e, portanto, é a partir dessa data que se tem realmente um ser humano em processo de desenvolvimento. A ciência materialista considera uma pessoa morta se não tem atividade cerebral neuronal, portanto define o começo da vida humana quando o feto mostra essa atividade, o que se dá aparentemente ao redor de 6 semanas de gestação, sendo que aos 5 meses ela é desorganizada, e só aos 6 meses mostra alguma organização, segundo o “Handbook of Clinical Child Neuropsychology”. A Igreja Católica considera que o feto é um ser humano desde a fecundação, o judaísmo talmúdico apenas no momento do nascimento, e certas interpretações rabínicas após o 13o dia de gestação (ver http://8e.devbio.com/article.php?id=162). Vemos por aí que existem várias concepções na questão de se considerar o feto um ser humano. Portanto, é impossível determinar uma data a partir da qual eliminar o feto seria um crime, pois ela depende da visão de mundo de cada um.

Provavelmente, se uma mãe é antropósofa, não provocará um aborto por questões financeiras ou sentimentais, pois levará em conta a tragédia que isso significa para o Eu que quer se encarnar. Ela também considerará que quaisquer dificuldades que espera encontrar com seu filho ou filha faz parte do desenvolvimento desse Eu que está se encarnando ou, então, faz parte de seu próprio desenvolvimento. Às vezes um Eu se encarna sacrificando-se apenas para proporcionar à família que vai adentrar certas experiências que ela necessita. Assim pode-se compreender, por exemplo, certos casos de síndrome de Down: o amor que irradia uma dessas crianças e a dedicação altruísta que ela exige produz profundas modificações nos membros de uma família. Um aborto de uma dessas crianças privará essas pessoas de uma vivência provavelmente necessária para o seu desenvolvimento. Um outro caso relativamente comum é uma criança, indesejada durante a gestação, passar a ser muito amada e se reconhecer como foi importante sua vinda, tanto para ela como para a família.

Finalmente, gostaria que cada leitor meditasse um pouco sobre o seguinte: como teria sido se ele tivesse sido abortado?

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