Existe alguma situação em que o espírito deixa de existir ?

   

Por exemplo se ele não deixar de fazer o mal,se se compraz no mal se não quer reencarnar.

   

Enfim ele pode ser eliminado ?

   

Existe isso ?

   

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Daniela, não existe, ao que se saiba, "reencarnação compulsória". O Espírito possui livre-arbítrio inviolável, como matriz da nossa responsabilidade. Se alguma Potência espiritual obrigar uma entidade humana a encarnar estará violando uma lei da Natureza, impelindo à reencarnação uma Consciência que poderá falir, pois terá estabelecido com ela uma ligação intrínseca que a arrastará inelutavelmente.

As reencarnações se dão apenas de três formas: automaticas, voluntárias e programadas. As automáticas dão-se de forma espontâneal pela ligação de um cúmulo egóico à uma matriz uterina. Ainda é a forma mais difundida no planeta. As voluntárias seguem a lei do livre-arbítrio ou da atração simpática. E as programadas são as que se realizam acima de um potencial quântico conquistado pelo Espírito, que lhe confere o direito de estudar e planejar o de que precisa para evoluir conscientemente. É uma conquista.

Em tese, somente a Mõnada, o Princípio Átmico emanado de Deus, é imortal. O que comumente chamamos de Espírito, ou seja, o Eu inferior, é mortal, seus princípios mais elevados sendo absorvidos pelo Eu Superior. O Eu Superior,  que é o corpo da Mônada, o deus interno no Homem, será absorvido pela Mônada ao final do ciclo humano.

Resumindo: Espírito só é verdadeiramente a Mônada Divina, a única forma que tem vida eterna.  


Daniela Nicoleto e Melo disse:

O Espírito é imortal; há casos em que é determinada a reencarnação compulsória.

Bom dia, Nizomar, mas discordo de vc! Há vários estudos indicando, sim, a existência de reencarnações compulsórias. 

http://geal-ba.blogspot.com.br/2008/04/o-processo-da-reencarnao.html

Boa noite, Daniela!

Compulsórias ou dirigidas, Daniela?... Sem dúvida que há encarnações onde um Espírito, incapaz de reagir a qualquer estímulo, é internado em um corpo físico para, com o auxílio das poderosas energias da matéria, recompor o equilíbrio espiritual afetado seriamente por múltiplas falências, físicas e morais, especialmente as verificadas no campo dos vícios das drogas.

Sem essa medida seria dificil prosseguir com o programa reencarnatório de muitos Espíritos. Mas, é apenas uma correção emergencial. Um hiato para restabelecer o mínimo de normalidade, onde o Espírito, na maioria das vezes, não gera novo carma negativo.

Gostaria se vc me desse a conhecer algum caso de encarnação compulsória, pois, no meu entender, no aspecto geral, as reencarnações dão-se sob uma daquelas três formas que citei, evidentemente com as variáveis cabíveis dentro da Lei.

Se um Espírito tiver seu livre-arbítrio tolhido, como fica sua responsabilidade moral diante da Lei? Poderá ser culpado pelo que fizer de errado? Quem desejará partilhar as consequências disso com ele?

Pelo que sei, Almas grandes há que reencarnam ao lado de Espíritos altamente endividados, para, numa ação de grande amor e desprendimento, sacrificarem-se estoicamente por suas evoluções

Sazonamento é uma medida que pode ocorrer. Geralmente para grupos extensos. Todavia, os Espíritos ficam livres para programarem suas encarnações. Ninguém, em sã consciência, desejando partilhar carmicamente das consequências de uma ação compulsória.

Salvo melhor juízo. Vou abrir o link que me enviou. Obrigado. Se couber, comentarei. 

Gostaria de ser minha amiga?

Fraternal abraço. 

Daniela Nicoleto e Melo disse:

Bom dia, Nizomar, mas discordo de vc! Há vários estudos indicando, sim, a existência de reencarnações compulsórias. 

http://geal-ba.blogspot.com.br/2008/04/o-processo-da-reencarnao.html

Oi Daniela!

1. Sei que não dei tempo para vc ler a minha última resposta, mas julguei importante complementá-la nesse contexto. Como eu disse que ia fazer, abri o link que me mandou. Na classificação de Carlos T. Rizzini, com relação ao termo 'reencarnação compulsória', observa-se apenas uma questão semântica. O que ele chama de compulsória eu classifico de automática

2. Não direi que é a mesma coisa, pois o entendimento de compulsório é uma imposição, enquanto 'automático' ajusta-se melhor à situação, conforme a descrição feita pelo mesmo Autor, sendo as acidentais uma variável do conceito.

3. Quando um espermatozoide fecunda um óvulo, forma-se um vórtice de energia, cujo potencial varia em conformidade com a evolução dos genitores, projetando-se no astral. Os Espíritos que por acaso encontrarem-se com seus cúmulos egóicos em circulação próximos desse vórtice poderão ser atraídos por ele, às vezes inconscientemente, conectando-se aquele que tiver a ressonância mais adequada.

4. Uma vez processada a ligação, o vórtice reencarnatório fecha-se imediatamente para as demais possibilidades, iniciando-se o processo de absorção de energias do Espírito reencarnante para a formação do corpo físico, de acordo com o molde etérico existente na mente do Espírito.

5. Este processo é comum à humanidade astral de baixo nível, isto é, com os Espíritos atrasados, aqueles que não têm desejo nem condição de programar suas reencarnações, colocando-se por suas idiossincrasias próximos à crosta terrestre, atraídos por seus interesses, estando sujeitos ao automatismo da lei de causa e efeito. Por isso às denomino de automáticas. 

6. Já quando os vórtices alcançam níveis mais altos de energia, o processo reencarnatório favorece as reencarnações programadas, onde, evidentemente, existe mais aproveitamento da oportunidade. As reencarnações, porém, não sendo compulsórias, mas contando com a anuência dos Espíritos, mais esclarecidos neste nível.  

7. As reencarnações voluntárias existem em qualquer nível, pois, tanto em cima como em baixo, existem sempre Consciências determinadas a encarnar, seja por qualquer motivo, com a diferença de que as mais elevadas e as de escol sabem o que estão fazendo, enquanto as inferiores, na prática, estão buscando apenas a vida material e suas sensações, onde se sentem mais à vontade.

Fraternalmente.

       


Nizomar Sampaio Barros disse:

Boa noite, Daniela!

Compulsórias ou dirigidas, Daniela?... Sem dúvida que há encarnações onde um Espírito, incapaz de reagir a qualquer estímulo, é internado em um corpo físico para, com o auxílio das poderosas energias da matéria, recompor o equilíbrio espiritual afetado seriamente por múltiplas falências, físicas e morais, especialmente as verificadas no campo dos vícios das drogas.

Sem essa medida seria dificil prosseguir com o programa reencarnatório de muitos Espíritos. Mas, é apenas uma correção emergencial. Um hiato para restabelecer o mínimo de normalidade, onde o Espírito, na maioria das vezes, não gera novo carma negativo.

Gostaria se vc me desse a conhecer algum caso de encarnação compulsória, pois, no meu entender, no aspecto geral, as reencarnações dão-se sob uma daquelas três formas que citei, evidentemente com as variáveis cabíveis dentro da Lei.

Se um Espírito tiver seu livre-arbítrio tolhido, como fica sua responsabilidade moral diante da Lei? Poderá ser culpado pelo que fizer de errado? Quem desejará partilhar as consequências disso com ele?

Pelo que sei, Almas grandes há que reencarnam ao lado de Espíritos altamente endividados, para, numa ação de grande amor e desprendimento, sacrificarem-se estoicamente por suas evoluções

Sazonamento é uma medida que pode ocorrer. Geralmente para grupos extensos. Todavia, os Espíritos ficam livres para programarem suas encarnações. Ninguém, em sã consciência, desejando partilhar carmicamente das consequências de uma ação compulsória.

Salvo melhor juízo. Vou abrir o link que me enviou. Obrigado. Se couber, comentarei. 

Gostaria de ser minha amiga?

Fraternal abraço. 

Daniela Nicoleto e Melo disse:

Bom dia, Nizomar, mas discordo de vc! Há vários estudos indicando, sim, a existência de reencarnações compulsórias. 

http://geal-ba.blogspot.com.br/2008/04/o-processo-da-reencarnao.html


ok, Nizomar! Realmente, diante do seus argumentos, concordo que tratávamos sobre o mesmo ponto, sob termos diferentes! apenas uma questão semântica, realmente!

 
Nizomar Sampaio Barros disse:

Oi Daniela!

1. Sei que não dei tempo para vc ler a minha última resposta, mas julguei importante complementá-la nesse contexto. Como eu disse que ia fazer, abri o link que me mandou. Na classificação de Carlos T. Rizzini, com relação ao termo 'reencarnação compulsória', observa-se apenas uma questão semântica. O que ele chama de compulsória eu classifico de automática

2. Não direi que é a mesma coisa, pois o entendimento de compulsório é uma imposição, enquanto 'automático' ajusta-se melhor à situação, conforme a descrição feita pelo mesmo Autor, sendo as acidentais uma variável do conceito.

3. Quando um espermatozoide fecunda um óvulo, forma-se um vórtice de energia, cujo potencial varia em conformidade com a evolução dos genitores, projetando-se no astral. Os Espíritos que por acaso encontrarem-se com seus cúmulos egóicos em circulação próximos desse vórtice poderão ser atraídos por ele, às vezes inconscientemente, conectando-se aquele que tiver a ressonância mais adequada.

4. Uma vez processada a ligação, o vórtice reencarnatório fecha-se imediatamente para as demais possibilidades, iniciando-se o processo de absorção de energias do Espírito reencarnante para a formação do corpo físico, de acordo com o molde etérico existente na mente do Espírito.

5. Este processo é comum à humanidade astral de baixo nível, isto é, com os Espíritos atrasados, aqueles que não têm desejo nem condição de programar suas reencarnações, colocando-se por suas idiossincrasias próximos à crosta terrestre, atraídos por seus interesses, estando sujeitos ao automatismo da lei de causa e efeito. Por isso às denomino de automáticas. 

6. Já quando os vórtices alcançam níveis mais altos de energia, o processo reencarnatório favorece as reencarnações programadas, onde, evidentemente, existe mais aproveitamento da oportunidade. As reencarnações, porém, não sendo compulsórias, mas contando com a anuência dos Espíritos, mais esclarecidos neste nível.  

7. As reencarnações voluntárias existem em qualquer nível, pois, tanto em cima como em baixo, existem sempre Consciências determinadas a encarnar, seja por qualquer motivo, com a diferença de que as mais elevadas e as de escol sabem o que estão fazendo, enquanto as inferiores, na prática, estão buscando apenas a vida material e suas sensações, onde se sentem mais à vontade.

Fraternalmente.

       


Nizomar Sampaio Barros disse:

Boa noite, Daniela!

Compulsórias ou dirigidas, Daniela?... Sem dúvida que há encarnações onde um Espírito, incapaz de reagir a qualquer estímulo, é internado em um corpo físico para, com o auxílio das poderosas energias da matéria, recompor o equilíbrio espiritual afetado seriamente por múltiplas falências, físicas e morais, especialmente as verificadas no campo dos vícios das drogas.

Sem essa medida seria dificil prosseguir com o programa reencarnatório de muitos Espíritos. Mas, é apenas uma correção emergencial. Um hiato para restabelecer o mínimo de normalidade, onde o Espírito, na maioria das vezes, não gera novo carma negativo.

Gostaria se vc me desse a conhecer algum caso de encarnação compulsória, pois, no meu entender, no aspecto geral, as reencarnações dão-se sob uma daquelas três formas que citei, evidentemente com as variáveis cabíveis dentro da Lei.

Se um Espírito tiver seu livre-arbítrio tolhido, como fica sua responsabilidade moral diante da Lei? Poderá ser culpado pelo que fizer de errado? Quem desejará partilhar as consequências disso com ele?

Pelo que sei, Almas grandes há que reencarnam ao lado de Espíritos altamente endividados, para, numa ação de grande amor e desprendimento, sacrificarem-se estoicamente por suas evoluções

Sazonamento é uma medida que pode ocorrer. Geralmente para grupos extensos. Todavia, os Espíritos ficam livres para programarem suas encarnações. Ninguém, em sã consciência, desejando partilhar carmicamente das consequências de uma ação compulsória.

Salvo melhor juízo. Vou abrir o link que me enviou. Obrigado. Se couber, comentarei. 

Gostaria de ser minha amiga?

Fraternal abraço. 

Daniela Nicoleto e Melo disse:

Bom dia, Nizomar, mas discordo de vc! Há vários estudos indicando, sim, a existência de reencarnações compulsórias. 

http://geal-ba.blogspot.com.br/2008/04/o-processo-da-reencarnao.html

Boa noite a todos!

A dissertação a seguir pode ter ficado um pouco longa, mas o tema e sua importância a justificam. 

1. Falou-se de ovoides neste contexto'. 'Ovoides', segundo definição de André Luiz no livro 'Missionários da Luz', são "Espíritos que perderam o perispírito". Perispírito, neste caso, trata-se do corpo ou invólucro astral, dilacerado por inimigos espirituais.

2. Não deixaram de ser Espíritos, mas não estava preparados para penetrar no plano mental, o mais elevado que pode alcançar a Personalidade do Homem. André Luiz também sugeriu aos leitores que se estudasse melhor o que é o "perispírito", na verdade um neologismo criado por Kardec, que significa "em torno do Espírito".

3. No caso em tela, as entidades ovoides, concentradas em um determinado ponto do Astral inferior (umbral), tinham a forma ovoide por ser esta a configuração do corpo mental. Espírito, porém, é o Ego ou Eu Superior e não o seu reflexo nos três mundos inferiores de experimental: o mental, o astral e o físico. Este reflexo é chamado pelos estudantes de ocultismo de Eu Inferior, que reaparece a cada encarnação e tende a se transmutar com a evolução pelo carma.   

4. Como se dá essa transmutação engloba toda uma vasta ciência, que se desdobra sob muitos aspectos. Mas, sabe-se que, a cada encarnação, por efeito da Lei de Causa e Efeito, a Personalidade ou Eu Inferior tende a sutilizar seus princípios. Na verdade, é o Eu Inferior, a manifestação do Ego ou Individualidade, que é visto manifestar-se como uma entidade e não o Ego propriamente dito, cuja energia transcende à simplesmente humana.

5. Por uma questão vibratória, portanto, o Eu Superior, o deus interno no Homem, não pode descer de seu plano, manifestando-se como Eu Mortal ou Personalidade, em cada encarnação, nos três planos de experimentação da consciência: o Mental Concreto, domínio do pensamento analítico (o mais alto que a Personalidade pode alcançar), o Astral, domínio das paixões e emoções; e o Físico, integrativo, sintetizador das reações da Lei conhecida como Carma.  

6. À medida que a Personalidade avança, colhendo, de encarnação em encarnação, sabedoria através das experiências realizadas nesses três planos, inicia-se automaticamente um processo de transferência dessa qualidade superior para a sobreconsciência do Ego ou Eu Superior.  

7. É por este motivo que se diz que o Espírito, em seu próprio plano, não retroage. Porque não pode receber, nem manifestar influências inferiores. Quanto ao Eu Inferior, pode deslizar sob o jugo da matéria. É objetivo da Religião evitar isto. Para que não haja confusão, vale lembrar que a palavra Espírito para definir uma entidade manifestada no mundo invisível, foi uma escolha de Kardec, preferida a 'Gênio', também sugerida na Codificação.  

8. Atualmente, o Espiritismo está falando do processo denominado imperfeitamente de "segunda morte", numa analogia com a morte do corpo físico. Este processo, entretanto, nada mais é do que, cessada a vida astral, a transferência da consciência da Personalidade para o plano mental concreto, descartando-se o corpo astral. Esta ascese, todavia, não é comum a todas as entidades desencarnadas, embora seja uma lei geral, mas, apenas àquelas que lograram obter relativo progresso mental.

9. Se tiver vida mental mais elevada, poderá também, pelo mesmo princípio, descartar o corpo mental e projetar-se no Plano Causal, origem e fim da evolução humana, onde o Espírito é autoconsciente. Raríssimos, porém, são os que têm este poder.  

10. Após a individualização do Ego, o progresso espiritual humano faz-se em três ciclos distintos, cada um importando em um longo éon evolutivo: a) da consciência do Eu Inferior à consciência do Eu Superior; b) da consciência do Eu Superior à consciência da Mônada; e c) da consciência da Mônada à consciência do Logos.

11. Sobre esta última fase nada se sabe, a não ser que é o destino glorioso de todo homem e toda mulher de boa vontade: voltar a seu Criador como Potência Celeste. Concluindo, diremos que verdadeiramente imortal só a Mônada. E todos os invólucros utilizados por Ela para a sua evolução, quaisquer que sejam os nomes que se lhes deem, serão descartados no decorrer do tempo com o progresso espiritual.

<nsbarros3@gmail.com>

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