Me chamo Dilermando Lemos e em setembro próximo farei 83 anos. Em julho de 2010 sofrí um AVC que me deixou com o lado esquerdo do corpo paralisado. Então para me recuperar voltei a fazer o que não fazia há mais de 45 anos. Desenhar, entidades espirituais. Pouco antes de 1990, vim morar num condomínio e logo de cara topei com um vizinho, a quem não via desde 1964. Depois de alguns mezes o mesmo veio a cometer suicídio., numa quinta feira, e oito dias depois, o referido apareceu junto de mim as 6 hrs. da manhã pedindo que eu desse um recado para sua esposa. Rezei por ele, levantei anotei o recado e na segunda feira seguinte, pedí que ela confirmasse para mim se o recado tinha fundamento, e ela veio a confirmar, e a partir daí voltei a orar e procuro sempre estar perto de quem é3 espírita. Espero que esse relato seja de alguma utilidade.

Dilermando (Dila) Castro Lemos

82 anos, e resido no mesmo prédio há 35 anos.

11 de junho de 2018

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Sim, este recado é de muita utilidade, enriquece mais a nossa comunidade. 

Parabéns, Dilermando, você é um artista. Admiro muito quem tem este dom de desenhar, eu não tenho, sempre achei difícil, então admiro quem tem justamente por isto, não é algo comum, corriqueiro. 

Se você quiser continuar postando estes desenhos, tenho certeza de que será de grande interesse de todos. 

Grande abraço irmão.

Valeu! Obrigado pelo seu otimo trabalho!

Sim !. Todos nos Espiritas , temos uma questão em comum , que é conversar com os mortos !. 

Muito bom meu amigo. VALEU!!! um forte abraço.



Paulo Roberto Daguer Rubin disse:

Sim, este recado é de muita utilidade, enriquece mais a nossa comunidade. 

Parabéns, Dilermando, você é um artista. Admiro muito quem tem este dom de desenhar, eu não tenho, sempre achei difícil, então admiro quem tem justamente por isto, não é algo comum, corriqueiro. 

Se você quiser continuar postando estes desenhos, tenho certeza de que será de grande interesse de todos. 

Grande abraço irmão.

 

Há algo de estranho no fenômeno dessa aparição. Segundo todas as probabilidades, conforme a lei vibratória, um suicida não tem o equilíbrio necessário para se tornar consciente no nível em que foi citado.

A transição forçada para a dimensão astral acarreta graves problemas energéticos que afetam a manifestação consciente do Espírito, estado esse que tende a permanecer até o completo esgotamento do fluido vital remanescente..Mesmo quando auxiliado e resgatado do atroz sofrimento, o suicida nunca sente paz verdadeiramente, sentindo-se um trânsfuga da vida.

Por afinidade vibratória ou mera condição propícia, sua mediunidade pode ter atraído o Espírito para perto de si. Em nenhuma hipótese, porém, pode ser considerado que ele estivesse bem, como chega a se depreender da narrativa.

Uma situação problemática da existência humana não pode ser jamais resolvida simplesmente com a supressão da mesma. O luciférico ego humano pode sugerir isso, mas, conforme todas as observações feitas e segundo a lei moral, o suicídio jamais constitui um expediente adequado para resolver qualquer processo crítico do ser humano.

Ore, mas não se apegue, pois há risco.

Fraternal abraço.

   

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