UMA DUVIDA ME ATORMENTA, AOS QUE TEM DESENVOLVIDO O DOM, AO OPERAR A CURA, NÃO SE ESTA INTERFERINDO NA LEI DO  CARMA. JÁ QUE  PESSOA SOFRE PARA REPARAR ALGUM ERRO DO PASSADO? E AGINDO ASSIM,INTERFERINDO NA LEI NÃO ATRAI MALES PARA SI?

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... então por isso mesmo... temos que nos acostumar a seu jeito... cada um tem uma maneira de se expressar... rsrsrsrs... ;o) boa noite...

 Boas meu kerido Francisco. todo o mundo tem esse dom -a cura. basta estarmos ''sintonizados nessa onda''. Qdo alguém cura outro, é como se se estivesse a encurtar o seu próprio karma. Akele q recebe a dita cura, mais cedo ou mais tarde, também lhe há-de ocorrer uma ocasião de curar alguém (e tudo isto, vezes sem conta).

  Também, nós, humanos, não nos conseguimos limpar de todos os malinhos q tivermos feito assim ''do pé para a mão''. Fazendo o bem aos outros, não atraímos males a nós mesmos, pode-se chamar de atalho kármico...

ps-esta é também uma das razões para só se ser bom intrínsecamente, puro...

O dom da cura é uma ferramenta que Deus nos deu para que fosse utilizada inesgotavelmente em benefício do próximo sem alarde, fugindo do orgulho e da vaidade, indistintamente. Quanto ao carma a Deus pertence a decisão de adiar aquela cura até nosso irmão encontrar-se em melhores condições de receber o auxílio.

Abraços. 

   José, acabas de completar o meu raciocínio. mto agradecida...

a sua colocação foi muito bonita.eu mesma fui curada de um osteoma frontal na minha cabeça.a minha fé em Deus,Jesus Cristo e na equipe de Dr;BEZERRA DE MENEZES.PAZ ESTEJA COM TODOS.

Parabéns pela inspiração Ivon, mais claro impossível! Fico mto feliz qdo vejo algo q realmente explica e convence...

Prezado Francisco, boa tarde!!!

A lei de causa e efeito, afirmada como sendo uma "lei" em Filosofia, argumenta que todo efeito deve ter uma causa.

É uma argumentação usada pelos criacionistas para questionar a teoria da evolução dos seres vivos como solução da origem da vida. Descartes afirmou que: "Não há nenhuma coisa existente da qual não se possa perguntar qual é a causa".

Aristóteles afirmava que "uma pedra de granito poderia se transformar numa estátua desde que um escultor se dispusesse a esculpi-la". Aristóteles acreditava que na natureza havia uma relação de causa e efeito e também acreditava na causa da finalidade. Deste modo, não queria saber apenas o porquê das coisas, mas também a intenção, o propósito e a finalidade que estavam por trás delas.

Sobre a causa ser superior ao efeito

Os criacionistas afirmam sobre sua aplicabilidade e amplo reconhecimento em diversas ciências como na Física, na Química, na Biologia, na Filosofia e na Sociologia.

Contudo existem questionamentos quanto à causa ser sempre igual ou superior sobre o efeito. Pode-se alegar que se trata de uma falácia seria que uma simples faísca pode deflagar uma explosão diante de uma enorme quantidade de pólvora. Acontece que a faísca sozinha não seria capaz de causar uma explosão. Existe uma causa "escondida" que não vemos a olho nu. Na pólvora o enxofre e o carvão são os combustíveis e o nitrato de potássio fornece o oxigênio, de forma que a combustão ocorre muito rapidamente.

Observa-se que parte do conflito parte do pressuposto que a causa sempre se situa no agente. Contudo, o fato é que ela também pode estar intrínseca ao reagente. O funcionamento de um motor depende de um conjunto de circunstâncias favoráveis ao seu funcionamento, de forma que devemos cuidar para que a parte não seja confundida como o todo, em se tratando de um sistema complexo. Logo, o conceito de superioridade não reside na complexidade, pois o ponto "fraco" da estrutura complexa à coloca em nível de inferioridade.

Na Física, um mínimo nêutron pode desencadear uma fissão num núcleo atômico como o de urânio (que contém muito mais de um nêutron) causando sua fissão nuclear. Porém, no espaço, dizemos que um corpo menor é atraído pelo um maior.

Em Biologia, o exemplo seria direta e banalmente simples, pois um grupo pequeno e suficiente de bactérias patogênicas, de volume e massa minúsculo, pode levar a morte um organismo complexo como por exemplo o humano, ou mesmo, uma população inteira de indivíduos.

Na Sociologia, basta lembrarmos que um pequeno grupo de indivíduos, munidos de discurso convincente e popular, podem conduzir uma população inteira a revoltas ou revoluções.

Questões de causalidade na evolução dos seres vivos são estudadas seriamente em biologia[1] e nas discussões sobre teleologia no processo evolutivo.

Referências

W. Joe Dickinson & Jon Seger; Cause and effect in evolution

 

Abraço,

Vivaldo.

Querido amigo Francisco!Todos nós ao nascermos trazemos conôsco a essência DIVINA,por isso o Mestre JESUS sempre afirmou a cada um será dado um talento.Esse talento bem direcionado  será bençãos para a humanidade.Um desses Talelentos é o poder da fé que todos sem excessão temos dentro de nós porém em graus diferentes.Lembra quando JESUS disse: OH HOMENS DE POUCA FÉ..Por isso te recomendo a leitura do Evangélio Segundo o Espiritismo todo o cap.XIX.onde irá te esclarecer com muita luz.Amigo no meu entendimento que é pouco,posso te dizer que se fossemos atrair um carma,interferindo na lei,como ficaria nosso carma ao elvarmos uma prece em favor de entes queridos e até pela humanidade que se encontra em grandes sofrimentos?Pois sabemos que é através da PRECE com Fé,que são realizadas as grandes curas,que pode ser espiritual ou física.Que JESUS seja teu Guia e DEUS teu protetor.NAMATÊ

Amigo tenho uma obs. Te recomendo estudar o CAP.XIX e todo o livro do Evangelio Segundo o Espiritismo de Allan kardec,para que possas esclarecer suas dúvidas dentro da SABEDORIA deixada pelo EspÍrito mais ILUMINADO que ja passou pelo nosso querido planeta A TERRA..  "O RABI DA GALILEIA."  Abraço Fraterno

Excelente resposta e muita esclarecedora.

A questão está direcionada de uma forma que poderia incorrer em respostas terminantes.
 
Erro sugere culpa e culpa sugere castigo. E isso nada tem a ver com carma e sim uma falácia com propósitos auto-punitivos, além de não contribuir para uma exposição plausível para representar uma Lei de Justiça a qual todos somos credores e também onde não existem vítimas.
 
Os condicionamentos de raciocínio aos quais somos compelidos a aceitar durante séculos, nos induzem a acreditar que somos pecadores potenciais, sem levar em consideração nosso potencial divino, e isto decorre de um equívoco educacional no âmbito espiritualista.
 
Reconhecer falácias é por vezes difícil, pois os argumentos falaciosos podem ter validade emocional, íntima, psicológica, mas não tem validade lógica.
 
É importante conhecer os tipos de falácia para evitar armadilhas lógicas na própria argumentação e para analisar a argumentação alheia.
 
No caso desta questão, será preciso substituirmos algumas denominações: "erro" por falha, "culpa" por responsabilidade, e "castigo" por remissão. Desta forma teremos melhores possibilidades de analisar a questão sob uma ótica mais condizente com a Justiça Eterna, que não pune, não castiga e não condena, pois que é verdadeiramente justa, perfeita, benévola e de perdão.
 
Com isto, podemos asseverar que não existe prejuízo algum para um médium de cura que promova alivios do corpo de alguém e a veracidade desta informação está no conhecimento de que todos vivenciamos a escola da matéria com propósitos evolutivos solidários, ajudando uns aos outros, amando uns aos outros, e, consequentemente promovendo a verdadeira caridade incondicionalmente, quando tais propósitos são conduzidos desinteressadamente.
 
Assim, querido Francisco, poderíamos mesmo interferir no destino, favoravelmente, pois que destino não é imutável e as melhores mudanças dependem de nossas ações solidárias, colocando em prática o conhecimento das recomendações de amarmo-nos uns aos outros, sem interferir nas Leis Divinas, já que estas sim, são imutáveis, fundamentadas no amor verdadeiro que ainda estamos longe de conhecer integralmente.
 
Outro detalhe que gostaria de comentar para finalizar, é que nem sempre uma pessoa sofre alguma doença para redenção de falhas do passado. Existem pessoas que se imputam culpabilidades mesmo nada devendo, como consequencia de vícios que contraíram na encarnação em que se encontra, contraindo (ou atraindo) toda sorte de males da alma, que somatizam ao corpo físico.
 
O Deus onipotente é de perdão, mas não tem necessidade de perdoar porque não se ofende conosco. Nós é que adoecemos quando contrariamos Suas Leis e por isso precisamos primeiramente nos perdoarmos para sermos dignos do perdão do próximo, ainda mais se considerarmos é em nossa consciência que está inscrita a Lei Excelsa. ( Comentário de Sérgio Schimatti, escritor Espírita )
 
 

loooooooooooooooooooooooooooooooooooool são tantas as teorias. looooooooooooooooooooooooool

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