Há religiosos que alegam ser contra os homossexuais porque a Bíblia os condena: O HOMOSSEXUAL SERÁ PUNIDO ATÉ A MORTE (Levítico, 20:13). Como "matar" se a lei divina diz: “NÃO MATARÁS” (Ex 20,13)? Devemos seguir uma lei transgredindo outra? Por que os adúlteros não são perseguidos como os homossexuais? Afinal, eles também são condenados pela Bíblia: NÃO ADULTERARÁS (Ex 20). É conveniência ou hipocrisia mesmo? Boicotam a novela por causa de um beijo gay, mas são permissivos à promiscuidade heterossexual da trama? Boicotam a empresa Boticário porque fizeram uma propaganda para o dia dos namorados com casais hetero e homossexuais, mas se permitem, muitas vezes, presentear a(o) amante?
Aproveitemos para perguntar: SERÁ QUE ESTES RELIGIOSOS PRECONCEITUOSOS SEGUEM TODAS AS OUTRAS LEIS DA BÍBLIA? Como por exemplo: OS FILHOS DESOBEDIENTES E REBELDES, QUE NÃO OUÇAM SEUS PAIS E SE COMPROMETAM NO VÍCIO, SERÃO APEDREJADOS ATÉ A MORTE. (Deuteronômio, 21:18-21). Quantos religiosos se converteram, ou melhor, encontraram Jesus, depois de dar muito desgosto aos pais, por terem sido rebeldes e se comprometeram com os vícios. Se a lei fosse aplicada, sobrariam poucos para dar seu testemunho. Então, NÃO FAÇAMOS AO PRÓXIMO O QUE NÃO QUEREMOS QUE NOS FAÇAM. Se queremos ter o livre arbítrio para pensar e agir devemos dar este mesmo livre arbítrio ao próximo. Se o próximo está errando em algum ponto, nós também temos outros pontos a corrigir. Então, NÃO JULGUEMOS PARA QUE NÃO SEJAMOS JULGADOS. Afinal, QUEM PODE ATIRAR A PRIMEIRA PEDRA? Não queremos obrigar as pessoas a aceitarem a homossexualidade, pois elas também têm o livre arbítrio para não concordar, mas pedimos respeito. Podemos conviver sem desrespeito, agressividade, imposição, confronto, provocação, etc. Podemos odiar cebola, mas podemos respeitar e conviver com quem gosta. Isto é o princípio do “amarmos uns aos outros.” 
E lembremos que, no Antigo Testamento há leis feitas por Moisés para conter aquele povo. Depois, ele recebeu as leis de Deus que são os 10 MANDAMENTOS. Mais tarde, veio Jesus para falar dos 10 MANDAMENTOS através do exemplo. E numa situação dessas, talvez ele dissesse a estes que se acham donos da verdade e da moral ilibada: “QUE TE IMPORTAS OS OUTROS? SEGUE-ME TU.” 
Finalizemos com uma frase de autoria desconhecida: NÃO USE DEUS PARA JUSTIFICAR SEU PRECONCEITO.

Rudymara

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Respostas a este tópico

Homossexualidade

Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta: 
"Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?" 
A resposta:
"Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar". 
Os Espíritos superiores querem dizer com isto que, escolhida a opção, deve-se enfrentar as provas referentes a tal opção. Se a escolha for o corpo masculino, deverá enfrentar as experiências reservadas ao homem; se a encarnação ocorrer no vaso feminino, as provas serão as reservadas às mulheres.

Segundo o pensamento espírita, o homossexual é um espírito que enfrenta momento de provação, e que deve estar vigilante para que saia vitorioso, em vez de agravar os seus débitos perante a lei divina. Mas o que é estar de acordo com a lei divina? A resposta foi dada por Jesus: Fazer aos outros todo o bem que gostaríamos que nos fizessem. Certamente que isso se manifesta também em nossos relacionamentos afetivos, através de gestos de respeito e carinho por aqueles seres com quem nos relacionamos. Então, o equilíbrio sexual (que se manifesta por um comportamento que não é promíscuo e nem desrespeitoso para com os sentimentos alheios) é caminho seguro tanto para homossexuais como para heterossexuais.

Todos nós somos seres em busca do equilíbrio espiritual. A maior parte de nós traz graves comprometimentos no que diz respeito no campo sexual. O Espírito Emmanuel, em sua obra "Vida e Sexo", psicografada por Chico Xavier, nos informa que, quase sempre, os que chegam no além-túmulo, sexualmente desequilibrados, depois de longas perturbações, renascem no mundo tolerando moléstias insidiosas, ou em condição homossexual, amargando pesadas provas como conseqüência dos excessos que cometeram no passado.

Depreende-se, portanto, que os homossexuais são Espíritos que podem ter cometido abusos sexuais em sexo diferente do atual, respondendo, tal comportamento no passado, pela atual atração que sente por pessoas do mesmo sexo, devendo resistir a esses apelos instintivos em prol do seu aperfeiçoamento moral.

Ainda o Espírito Emmanuel, em O Consolador, nos mostra que Deus não extermina as paixões dos homens, mas fá-las evoluir, convertendo-as pela dor em sagrados patrimônios da alma, competindo às criaturas dominar o coração, guiar os impulsos, orientar as tendências, na evolução sublime dos seus sentimentos. Informa Emmanuel que observamos almas numerosas aprendendo, entre as angústias sexuais do mundo, a renúncia e o sacrifício, em marcha para as mais puras aquisições do amor divino.

A recomendação do Espiritismo para o respeito e a compreensão para com os irmãos que transitam em condições sexuais inversivas (homossexualismo), ocorre em função do sentimento de fraternidade ou caridade que deve presidir o relacionamento humano, mas igualmente pelo fato de que nenhum de nós tem autoridade suficiente para condenar quem quer que seja, pois todos temos dificuldades morais e/ou materiais graves que precisam de educação. A esse respeito, Emmanuel finaliza o livro Vida e Sexo com a seguinte recomendação: "Diante de toda e qualquer desarmonia do mundo afetivo, seja com quem for e como for, colocai-vos, em pensamento, no lugar dos acusados, analisando as vossas tendências mais íntimas e, após verificardes se estais em condições de censurar alguém, escutai no âmago da consciência, o apelo inolvidável do Cristo: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

O escritor e médico psiquiatra Jorge Andréa, no seu livro Forças Sexuais da Alma, considera que o homossexual, ao atender os sentidos em satisfação sexual, não estará em processo de realização plena. Na homossexualidade, como em qualquer outro processo provacional, sofremos as conseqüências de nossos atos anteriores. Então, se reencarnamos com uma distonia relacionada à área sexual, isso nos deve ser encarado como sinalizador de que cometemos deslizes graves nessa área e que necessitamos de ajustes, principalmente no setor moral. Segundo Jorge Andréa, a falta de sintonia entre o ser e o querer ser, ou entre o que se é e o que se pensa ser, transforma o homossexual, masculino ou feminino, num ser frustrado (ainda que a negativa seja comum, num mecanismo psicológico por demais conhecido), atormentado por ilusões e anseios de consumação às vezes impossível e que o debilitam moralmente, abrindo porta larga a graves obsessões (obsessão é a influenciação negativa de um espírito desencarnado sobre uma pessoa).

Para o homossexual, há necessidade intransferível de vivência equilibrada no campo sexual a fim de encontrar a harmonia para as futuras reencarnações. Tanto o homossexual como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. Ensinam-nos os espíritos que a energia sexual é criação divina e que o sexo em bases de amor e carinho, respeito e atenção pelo sentimento alheio, é força maravilhosa.

O Espírito André Luiz, no seu livro Conduta Espírita, psicografado por Chico Xavier, recomenda "distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-la contra os desvios suscetíveis de corrompê-la".

A Doutrina Espírita não condena o homossexual. Ao contrário, recomenda que tenhamos para com ele todo o respeito, a consideração e o carinho, uma vez que é um espírito que atravessa momento difícil (até mesmo tormentoso) em que necessita promover a sua edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada. O que não é lícito ao hetero, também não pode ser ao homossexual. Para ambos, os abusos, tais como as orgias, o sadomasoquismo, a necrofilia, a pedofilia e outros, são práticas que comprometem o equilíbrio no manuseio das forças genésicas e são contrárias às leis naturais, dando uso aos órgãos sexuais de maneira diversa do que recomenda a sua natureza.

Fonte: Federação Espírita Brasileira.com.br

Copiado do blog espiritismo para todos- julho/2006- homossexualidade.

Boa tarde muito perfeito esse comentário devemos amar uns aos outros como Deus nos Ama sem restrições .

Ñ temos condiçdições de condenar quem quer que seja, somos espíritos endividados com as leis de Deus. Temos sim  que amar muito aqueles que precisam de nós e ñ esquecendoque todos juntos estamos em constante aprendizado,  recordando o que JC nos disse:"Fazei aos outros tudo que gostarias que vos fizessem. Portanto, compreensão, amor e respeito.

Não julgar, eis o grande aprendizado.  Todos somos irmãos, pelo Criador.



Orlando Cardoso disse:

Homossexualidade

Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta: 
"Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?" 
A resposta:
"Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar". 
Os Espíritos superiores querem dizer com isto que, escolhida a opção, deve-se enfrentar as provas referentes a tal opção. Se a escolha for o corpo masculino, deverá enfrentar as experiências reservadas ao homem; se a encarnação ocorrer no vaso feminino, as provas serão as reservadas às mulheres.

Segundo o pensamento espírita, o homossexual é um espírito que enfrenta momento de provação, e que deve estar vigilante para que saia vitorioso, em vez de agravar os seus débitos perante a lei divina. Mas o que é estar de acordo com a lei divina? A resposta foi dada por Jesus: Fazer aos outros todo o bem que gostaríamos que nos fizessem. Certamente que isso se manifesta também em nossos relacionamentos afetivos, através de gestos de respeito e carinho por aqueles seres com quem nos relacionamos. Então, o equilíbrio sexual (que se manifesta por um comportamento que não é promíscuo e nem desrespeitoso para com os sentimentos alheios) é caminho seguro tanto para homossexuais como para heterossexuais.

Todos nós somos seres em busca do equilíbrio espiritual. A maior parte de nós traz graves comprometimentos no que diz respeito no campo sexual. O Espírito Emmanuel, em sua obra "Vida e Sexo", psicografada por Chico Xavier, nos informa que, quase sempre, os que chegam no além-túmulo, sexualmente desequilibrados, depois de longas perturbações, renascem no mundo tolerando moléstias insidiosas, ou em condição homossexual, amargando pesadas provas como conseqüência dos excessos que cometeram no passado.

Depreende-se, portanto, que os homossexuais são Espíritos que podem ter cometido abusos sexuais em sexo diferente do atual, respondendo, tal comportamento no passado, pela atual atração que sente por pessoas do mesmo sexo, devendo resistir a esses apelos instintivos em prol do seu aperfeiçoamento moral.

Ainda o Espírito Emmanuel, em O Consolador, nos mostra que Deus não extermina as paixões dos homens, mas fá-las evoluir, convertendo-as pela dor em sagrados patrimônios da alma, competindo às criaturas dominar o coração, guiar os impulsos, orientar as tendências, na evolução sublime dos seus sentimentos. Informa Emmanuel que observamos almas numerosas aprendendo, entre as angústias sexuais do mundo, a renúncia e o sacrifício, em marcha para as mais puras aquisições do amor divino.

A recomendação do Espiritismo para o respeito e a compreensão para com os irmãos que transitam em condições sexuais inversivas (homossexualismo), ocorre em função do sentimento de fraternidade ou caridade que deve presidir o relacionamento humano, mas igualmente pelo fato de que nenhum de nós tem autoridade suficiente para condenar quem quer que seja, pois todos temos dificuldades morais e/ou materiais graves que precisam de educação. A esse respeito, Emmanuel finaliza o livro Vida e Sexo com a seguinte recomendação: "Diante de toda e qualquer desarmonia do mundo afetivo, seja com quem for e como for, colocai-vos, em pensamento, no lugar dos acusados, analisando as vossas tendências mais íntimas e, após verificardes se estais em condições de censurar alguém, escutai no âmago da consciência, o apelo inolvidável do Cristo: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

O escritor e médico psiquiatra Jorge Andréa, no seu livro Forças Sexuais da Alma, considera que o homossexual, ao atender os sentidos em satisfação sexual, não estará em processo de realização plena. Na homossexualidade, como em qualquer outro processo provacional, sofremos as conseqüências de nossos atos anteriores. Então, se reencarnamos com uma distonia relacionada à área sexual, isso nos deve ser encarado como sinalizador de que cometemos deslizes graves nessa área e que necessitamos de ajustes, principalmente no setor moral. Segundo Jorge Andréa, a falta de sintonia entre o ser e o querer ser, ou entre o que se é e o que se pensa ser, transforma o homossexual, masculino ou feminino, num ser frustrado (ainda que a negativa seja comum, num mecanismo psicológico por demais conhecido), atormentado por ilusões e anseios de consumação às vezes impossível e que o debilitam moralmente, abrindo porta larga a graves obsessões (obsessão é a influenciação negativa de um espírito desencarnado sobre uma pessoa).

Para o homossexual, há necessidade intransferível de vivência equilibrada no campo sexual a fim de encontrar a harmonia para as futuras reencarnações. Tanto o homossexual como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. Ensinam-nos os espíritos que a energia sexual é criação divina e que o sexo em bases de amor e carinho, respeito e atenção pelo sentimento alheio, é força maravilhosa.

O Espírito André Luiz, no seu livro Conduta Espírita, psicografado por Chico Xavier, recomenda "distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-la contra os desvios suscetíveis de corrompê-la".

A Doutrina Espírita não condena o homossexual. Ao contrário, recomenda que tenhamos para com ele todo o respeito, a consideração e o carinho, uma vez que é um espírito que atravessa momento difícil (até mesmo tormentoso) em que necessita promover a sua edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada. O que não é lícito ao hetero, também não pode ser ao homossexual. Para ambos, os abusos, tais como as orgias, o sadomasoquismo, a necrofilia, a pedofilia e outros, são práticas que comprometem o equilíbrio no manuseio das forças genésicas e são contrárias às leis naturais, dando uso aos órgãos sexuais de maneira diversa do que recomenda a sua natureza.

Fonte: Federação Espírita Brasileira.com.br

Copiado do blog espiritismo para todos- julho/2006- homossexualidade.

Parabéns pela maravilhosa explicação e embasamento correto do assunto.Só dessa forma para mtos entenderem sobre um assunto tão polemico !! Todos nós estamos aqui para cumprir àquilo a que propomos antes de nascer.Obvio que não iremos lembrar ,mas , se quisermos nos aperfeiçoar,teremos que tentar a cada dia sermos  seres melhores!!!

Uma vez que todos os nossos pensamentos e atos são gravados no HD do perispírito ( Numa reflexão pessoal, acredito que esses arquivamentos sejam graduados de forma: leve, moderada e pesada e tem como regulador: o âmbito mental, a prática efetiva e a prática intencional, respectivamente).

Partindo desta premissa, do equivocado uso da divina força sexual (corriqueiro em grande parte de nós humanos), presumo que o homossexualismo tenha realmente suas origens em oportunidades reencarnatórias do pretérito, quando usada doentiamente e por conta disso tenha originado débitos, ou talvez, por conta de forte presença sexual, comportamental ou psicoemocional, feminina ou masculina, vivida na última oportunidade reencarnatória, Resquícios desta força e comportamento (Gravados em nós) venha a se manifestar numa nova oportunidade trazendo desejos e comportamento de outrora a tona.

Hoje em dia fala-se muito em viver a vida ao extremo, em viver intensamente, em fazendo tudo que se deseja. Isto é muito bonito num texto poético, e conveniente nas construções hollywoodianas, mas na prática, no dia-a-dia, na realidade é extremamente pernicioso. Aprender a se castrar, a anular algumas vontades, alguns desejos é conduta sábia e educadora. Se eu fizesse tudo o que desejo, muito provavelmente não estaria escrevendo esse texto, pois defunto não escreve (Exceto pela mão de outro - Psicografia).

Quanto a não julgar, tenho uma visão um pouco diferente, já que acredito que a todo momento passamos e recebemos informações sobre quem somos, sobre o que gostamos. O que nos obriga a rotular mecanicamente. Classifico as pessoas como: Pobres, ricos, ignorantes, cultos, ambiciosos, caridosos, gays, héteros... Ou não seria isso uma forma de julgamento? Agora! Julgar acusadoramente, apontar o dedo e condenar, diminuir, ofender... Essas são formas de julgamento que devemos não praticar, mas seria muito melhor e mais fácil desenvolvermos a arte de não dar créditos aquele que julga, não tornar relevante, os julgamentos alheios. É mais fácil adquirir uma nova forma de enxergar algo, que extirpar o hábito pernicioso que se instalou a longa data.

 

E quem pode garantir que nós, heterossexuais, não fomos homossexuais em alguma ou algumas encarnações anteriores?

Discernir o bem do mal não é condenar. Amar o semelhante não significa contemporização com vícios ou má conduta. É necessário reconhecer as diferenças dentro da igualdade, para não cair em contradições morais.

Ninguém é perfeito, mas este motivo não deve servir para que o Mal deixe de ser combatido. Chega de falar de preconceitos onde não há preconceitos ou hipocrisia, mas simples discernimento. Desta forma, acabaremos por considerar preconceituoso o próprio Cristo, que censurou vários costumes de seu tempo.

Por rigidez moral não se deve negar oportunidade a todos os que caem, sofrem e buscam redimir-se, inclusive porque, com este mesmo juízo, também seremos julgados pela nossa consciência. Porém, o amor que Jesus pregou e sintetizou no Sermão da Montanha não exclui absolutamente o discernimento.

Para os que gostam de ler e estudar os Evangelhos, verificará que no Sermão da Montanha, o Mestre enfatizou todas as virtudes, mas deixando claro, nas entrelinhas, que a cada um será dado conforme as suas obras. Comodismo ou indiferença não são virtudes. E, esotericamente, os indiferentes não são aceitos nem no Inferno.

Por ser antinatural, o homossexualismo afeta a evolução da cadeia cromossômica. É necessário fazer um estudo mais profundo da gênese deste problema, que, quando não se insere na roda dos vícios humanos, está na troca inoportuna de sexo antes de encarnar, sempre uma livre escolha do Espírito, nunca uma imposição.

Não é correto a exibição e a propagação de condutas contrárias à sã moral, que podem influenciar as mentes incautas. O Mal é o Mal, seja qual for a forma em que se transfigure. Se acharmos que uma transgressão às leis naturais pode ser aceita como certa, em vez de ser tratada como uma idiossincrasia sujeita à auxílio e correção, acabaremos, também, por admitir, em tese, o direito de matar, de se drogar, de praticar o aborto, a prostituição, a eutanásia, etc.

Não foi isso, objetivamente, o  que o Cristo ensinou. 

/ 0 \

Perfeito Orlando Cardoso, com o texto tão vago acima, se faz necessário uma explicação tão bem elaborada.

Parabéns!

_______________________________________________________________________________________



Muito boa observação sobre homossexualidade. O preconceito não cabe mais no mundo moderno . Parabéns. 

Quando o espírito desencarna, acredito que sua opção sexual não será questionada, mas sim, o fez e deixou de bom aqui. O que aprendeu, os débitos que conseguiu resgatar, se amou o próximo, como pregou Jesus Cristo.

Falar em opção sexual é uma falácia! O termo foi inventado para justificar os que buscam por este meio subverter as leis da natureza. Não cabe nesta resposta um estudo mais profundo do homossexualismo, mas, o que digo é assegurado pelo que vejo pessoalmente no plano Astral. Trata de uma anomalia psicológica ligada ao comportamento do eu inferior, que por várias encarnações persiste sistematicamente em abusar das energias sexuais, por vezes trocando de sexo inoportunamente para tentar livrar-se do vício.  

Não se trata de uma psicologia arquetipal. Assim como viu Chico Xavier em cidades convulsionadas do Astral Inferior, que os espíritas chamam de Umbral, também muitos outros clarividentes observaram 'in loco' a gênese do fenômeno. É final de ciclo, o momento da separação do joio do trigo, no dizer de Jesus. Milhões de seres localizados nessas estâncias do comportamento moral desfigurado estão tendo sua última oportunidade. Não por misericórdia, mas porque um trabalho de seleção está se fazendo. 

Não devemos escorraçar, mas, também, não devemos pregar amoralidade. Ensinar errado é um erro grave. Partimos do princípio que toda ação humana, quer na esfera física, mental, emocional ou intelectual, comporta energia, que produz efeitos no organismo próprio e da natureza. De tal maneira que nem um único iota (simbolicamente, a menor letra do alfabeto grego) se omitirá da Lei sem tudo esteja cumprido. Conforme disse o Cristo.

Não se pode fazer o Mal e esperar receber o Bem como resposta. Plantar algumas boas ações e lesionar os outros ou a natureza. Seria o mesmo que cometer um assassinato e depois erguer uma capela em cima da sepultura para lavar a culpa. É farisaísmo!

O ser humano tem que experimentar todas as consequências de seus atos, sem exceção! Não há na Lei divina artigos para serem corrompidos.  


Claudia disse:

Quando o espírito desencarna, acredito que sua opção sexual não será questionada, mas sim, o fez e deixou de bom aqui. O que aprendeu, os débitos que conseguiu resgatar, se amou o próximo, como pregou Jesus Cristo.

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