Clonagem Humana, do ponto de vista espiritual, é um erro ?

Qual sua opinião sobre a Clonagem Humana, do ponto de vista espiritual ? Estamos pisando em um terreno delicado ? É apenas mais uma avanço científico, sem maiores consequências ? Como ficam os espíritos que reencarnarão nesta situação ? No fundo, é a mesma situação do reencarne de gêmeos idênticos ? E questão ética ?

Tags: clonagem, clone, gêmeos

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Respostas a este tópico

Oi, Valdemar !

 

Segundo a doutrina espírita, o perispírito é um intermediário entre o espírito e o corpo físico, um elo de ligação, dada a "distancia" entre ambos. Um espírito não conseguiria "dar comandos" a um corpo material sem a ajuda do perispírito.

 

O perispírito é formado por um tipo de matéria que nossos instrumentos não conseguem captar, mas ainda assim é matéria.

 

A composição do perispírito varia de planeta para planeta.

 

O termo "espírito" é aqui entendido como a individualidade em si, a "centelha / fonte" da inteligência e das emoções, enfim, não contendo nenhum componente material. O espírito não possui sexo, nem raça, etc.. Somos nós, em nossa essência, puro pensamento.

 

"Alma" nada mais é do que o nome que se dá ao espírito quando ele está animando um corpo material. Quando o espírito abandona o corpo, ele deixa de ser a alma daquele corpo e volta a ser um espírito liberto da carne, no que chamamos de "estado de erraticidade", aguardando uma nova encarnação.

Oi, Valdemar !

 

Segundo a doutrina espírita, o perispírito é um intermediário entre o espírito e o corpo físico, um elo de ligação, dada a "distancia" entre ambos. Um espírito não conseguiria "dar comandos" a um corpo material sem a ajuda do perispírito.

 

O perispírito é formado por um tipo de matéria que nossos instrumentos não conseguem captar, mas ainda assim é matéria.

 

A composição do perispírito varia de planeta para planeta.

 

O termo "espírito" é aqui entendido como a individualidade em si, a "centelha / fonte" da inteligência e das emoções, enfim, não contendo nenhum componente material. O espírito não possui sexo, nem raça, etc.. Somos nós, em nossa essência, puro pensamento.

 

"Alma" nada mais é do que o nome que se dá ao espírito quando ele está animando um corpo material. Quando o espírito abandona o corpo, ele deixa de ser a alma daquele corpo e volta a ser um espírito liberto da carne, no que chamamos de "estado de erraticidade", aguardando uma nova encarnação.

Entendi, bem legal isso.

Mas este seu comentário não abarca a questão das marcas de nascença.

A célula que está hoje numa cicatriz não é a mesma do corpo que foi ferido na encarnação anterior. Logo, no chip dela não há registro de um ferimento.

Como poderíamos entender via DNA que alguém, por ex., morra com um tiro numa encarnação e venha a renascer com uma deformação no local do tiro?

Isto tem documentação que comprova junto ao Instituto de Psicobiofísica do Brasil, do nosso querido Hernani Guimarães Andrade. Fora os livros do Ian Stevenson.

Como vc vê isso, sendo dessa área de estudo?

Abração.

uhnmmmm Inácio, não tinha parado para pensar nisso, mais uma coisa para pesquisar.... valeu!

abs

Inacio, e Lia, não sei se posso opinar sobre o assunto discutido entre ambos, mas esta informação que a Lia trouxe é bem interessante, não tinha visto a célula humana sob este aspecto; acredito ter fundamento este viés científico, contudo o problema levantado da memória celular (qual um chip!) se resolve, a meu ver, considerando ser uma memória temporal, e não ancestral como a do Espírito, isto é, as células humanas, conforme o desenvolvimento do corpo físico, vai armazenando informações em seu DNA, que continua no perispírito, mesmo após a morte física - daí, o perispírito carregar todas as informações atualizadas para o "outro lado", como ferimentos, idade corpórea, sintomas de doenças, etc.; mas ao reencarnar o Espírito, esta memória celular 'zera' (resseta), reiniciando o armazenamento, tudo de novo; porém o Espírito reencarnante, apesar de 'zerar' sua memória ancestral - de outras vidas, personalidades, e experiências - pode trazer uma impressão tão forte de algum fato anterior, que 'imprimi' isto em seu perispírito, que acaba influindo no novo corpo físico - daí os 'sinais de nascença' a que o Inácio mencionou.
Inácio, e Lia, não sei se posso opinar sobre o assunto discutido entre ambos, mas esta informação que a Lia trouxe é bem interessante, não tinha visto a célula humana sob este aspecto; acredito ter fundamento este viés científico, para justificar o crescimento de uma orelha num rato, a partir do DNA de um ser humano. Contudo, o problema levantado da memória celular (qual um chip!) se resolve, a meu ver, considerando ser uma memória temporal, e não ancestral como a do Espírito, isto é, as células humanas, conforme o desenvolvimento do corpo físico, vão armazenando informações em seu DNA, que continua no perispírito, mesmo após a morte física - daí, o perispírito carregar todas as informações atualizadas para o "outro lado", como ferimentos, idade corpórea, sintomas de doenças, etc.; mas ao reencarnar o Espírito, esta memória celular 'zera' (resseta), reiniciando o armazenamento, tudo de novo; porém o Espírito reencarnante, apesar de 'zerar' sua memória ancestral - de outras vidas, personalidades, e experiências - pode trazer uma impressão tão forte de algum fato anterior, que 'imprime' isto em seu perispírito, que acaba influindo no novo corpo físico - daí os 'sinais de nascença' a que o Inácio mencionou.

Olá, Denizar,

Pois é, com sua explicação continuei totalmente no ar, pois você não caracterizou como o perespírito atua. Mas o mais interessante foi a sua afirmação de que o perespírito é material. Pensei que não fosse. O Kardec afirmou isso?

Na Antroposofia, a constituição humana suprassensível é bem conceituada, veja por exemplo meu texto

Uma introdução antroposófica à constituição humana

que usei durante muitos anos para uma parte inicial de um curso de introdução à Antroposofia.

Interessante também ver que, pela sua descrição, o ser humano é dotado apenas de corpo e espírito, pois a alma é só um nome. E como fica o caso das plantas e dos animais? Se você disser que eles têm espírito, então nossa noção de espírito diverge totalmente.

aaaaaaaaaaaaaaa, VWS.

Olá, Valdemar. Segundo a Doutrina Espírita, o Princípio Material - também chamado de Fluido Cósmico Universal, de onde deriva tudo o que é material no Universo, seja em que estado for: sólido, líquido, gasoso, fluidico, plasmático, e o que mais vier a ser descoberto, inclusive, e, principalmente, o PERISPÍRITO, também chamado de corpo espiritual, juntamente com o Princípio Espiritual, que dá 'vida' à matéria (mineral, vegetal e animal); ambos formam o binômio que DEUS criou para execução de seus desígnios insondáveis, até o ser atingir a perfeição relativa, à qual todos estamos destinados!

Oi Denizar,

Me perdoe, eu não entendi.

Quem zera? A memória celular ou a memória ancestral do Espírito?

Ou ambas?

A memória ancestral do Espírito não é propriamente zerada, mas obnublada pela carne, a gente sabe.

Tanto que muitos maneirismos acabam se revelando como gostos estranhos ao ambiente e educação da pessoa.

 

Mas ainda que toda sua lógica esteja correta, fica faltando a forma como a "impressão forte" é impressa no corpo físico pelo perispirito, entende?

Se o perispírito oferecer um molde ao corpo e as células 'preencherem' este molde, está explicado. A marca de nascença está no molde perispiritual. Mas não explicaria o rato com uma orelha nas costas, uma vez que isso não está no perispírito dele.

Se a forma do corpo vier do DNA, ou seja, cada célula 'sabe' sua posição dentro de cada órgão porque o DNA lhe diz isso, tanto não explicaria como as marcas de nascença nos relacionam com uma encarnação anterior.

 

A única saída que vejo para esta questão, sem considerar um terceiro elemento não imaginado, seria conjugar as duas hipóteses de alguma forma.

Trabalho interessante para Lia, que já é pesquisadora nessa área.

 

Um abração.

Sim, Inácio, eu acho que é por aí: uma parte vem do espírito, que 'fixa' aquela impressão tão forte, que não se 'apaga' no perispírito, durante a reencarnação, quando está se formando um novo corpo - o que explicaria as marcas de nascença; e outra parte, seria esta memória celular, especializada, que poderia se reproduzir, quando implantada no rato, p.ex. Quanto à memória ancestral, ela 'zera' durante a nova encarnação, mas pode ser recuperada (se for conveniente!) na 'erraticidade.
Em minha humilde e leiga opinião sobre o assunto, meu pensamento lógico aponta para não complicar e nem resmungar para uma situação que, se já não é, será fato. Desta forma, não vejo grandes problemas até porque, de acordo com o pensamento espirita, se há um corpo com vida, há um espirito a ele ligado. Então, o clone será apenas um corpo copiadoo e que algum espírito aproveitou para reencarnar. As implicações éticas, a meu ver, se dará no campo jurídico, no que se refere a direitos civis, etc. Porém, também não vejo, ainda, uma necessidade urgente deste processo, uma vez que temos muita fertilidade no mundo. A validade está na descoberta das curas para os males humanos e o aperfeiçoamento da raça humana. Espero trocar mais ideias sobre isso. Abraços,
Abraço, Sandra ! Bom te ver participando conosco !!!

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