Brincadeira do COPO ! Cuidado, ela pode abrir uma PORTA PERIGOSA !!!

A brincadeira do copo, muito comum entre os jovens, consiste em fazer perguntas aos Espíritos através da tábua ou algo parecido, desde que contenha números e as palavras "sim" e "não". Atualmente os jovens estão preferindo fazer esta - perigosa - brincadeira com um compasso escolar. Nota nossa.

1 - Como funciona o copo para entrar em contato com os Espíritos?

Lembra um pouco o fenômeno das mesas girantes, nos primórdios do Espiritismo. Faz-se um circulo em torno dele, com a posição das letras alfabéticas ao longo dos trezentos e sessenta graus. Os participantes fazem imposição das mãos sobre o copo. Ele se movimenta indicando letras que, anotadas, formam palavras e frases.

2 - São os Espíritos que movimentam o copo?

O fenômeno pode ser anímico. Os próprios participantes, inconscientemente, fazem o movimento. Ou espiritual, iniciativa de entidades desencarnadas que aproveitam a base fluídica sustentada pelos encarnados.

3 - Funciona, então, como uma reunião mediúnica?

No segundo caso, sim. Há Espíritos e médiuns.

4 - Há algum problema com essas brincadeiras?

São desaconselháveis. Inspiradas em mera curiosidade e sem nenhum preparo do grupo, podem converter-se em porta aberta às obsessões. Acontece com frequência.

5 - Os benfeitores espirituais não nos protegem?

A natureza dos Espíritos que participam de uma reunião de intercâmbio depende das intenções e disposições do grupo. Sem conhecimento, sem um propósito nobre, sem seriedade, realizadas por mera diversão, atendendo à curiosidade, sessões com o copo atraem Espíritos zombeteiros e mistificadores que ali têm campo fértil para a semeadura de perturbações.

6 - E se houver boas intenções?

Segundo velho ditado, o inferno está cheio delas. Há muita gente bem intencionada que se perturba com o fenômeno mediúnico, por falta de conhecimento, experiência e orientação.

7 - Uma reunião com o copo poderia ser realizada no Centro Espírita?

Sim, mas seria regredir ao primarismo das mesas girantes, com manifestações demoradas, cansativas e pouco produtivas. Nos Centros Espíritas exercitam-se a psicofonia e a psicografia, em que os médiuns transmitem o pensamento dos Espíritos pela palavra falada e escrita, bem mais eficiente. Mal comparando, é como passar do telégrafo para o telefone ou fax.

8 - Se não é prudente brincar com o copo, o que devem fazer meus amigos que se interessam pelo assunto?

Que procurem o Centro Espírita, participem das reuniões doutrinárias e dos cursos de Espiritismo. Então estarão habilitados a participar de reuniões mediúnicas. Ali terão um aproveitamento bem melhor sem os riscos que envolvem essas “diversões” juvenis.

(Do livro "Não Pise na Bola", de Richard Simonetti,

A brincadeira do copo, muito comum entre os jovens, consiste em fazer perguntas aos Espíritos através da tábua ou algo parecido, desde que contenha números e as palavras "sim" e "não". Atualmente os jovens estão preferindo fazer esta - perigosa - brincadeira com um compasso escolar. Nota nossa.

1 - Como funciona o copo para entrar em contato com os Espíritos?

Lembra um pouco o fenômeno das mesas girantes, nos primórdios do Espiritismo. Faz-se um circulo em torno dele, com a posição das letras alfabéticas ao longo dos trezentos e sessenta graus. Os participantes fazem imposição das mãos sobre o copo. Ele se movimenta indicando letras que, anotadas, formam palavras e frases.

2 - São os Espíritos que movimentam o copo?

O fenômeno pode ser anímico. Os próprios participantes, inconscientemente, fazem o movimento. Ou espiritual, iniciativa de entidades desencarnadas que aproveitam a base fluídica sustentada pelos encarnados.

3 - Funciona, então, como uma reunião mediúnica?

No segundo caso, sim. Há Espíritos e médiuns.

4 - Há algum problema com essas brincadeiras?

São desaconselháveis. Inspiradas em mera curiosidade e sem nenhum preparo do grupo, podem converter-se em porta aberta às obsessões. Acontece com frequência.

5 - Os benfeitores espirituais não nos protegem?

A natureza dos Espíritos que participam de uma reunião de intercâmbio depende das intenções e disposições do grupo. Sem conhecimento, sem um propósito nobre, sem seriedade, realizadas por mera diversão, atendendo à curiosidade, sessões com o copo atraem Espíritos zombeteiros e mistificadores que ali têm campo fértil para a semeadura de perturbações.

6 - E se houver boas intenções?

Segundo velho ditado, o inferno está cheio delas. Há muita gente bem intencionada que se perturba com o fenômeno mediúnico, por falta de conhecimento, experiência e orientação.

7 - Uma reunião com o copo poderia ser realizada no Centro Espírita?

Sim, mas seria regredir ao primarismo das mesas girantes, com manifestações demoradas, cansativas e pouco produtivas. Nos Centros Espíritas exercitam-se a psicofonia e a psicografia, em que os médiuns transmitem o pensamento dos Espíritos pela palavra falada e escrita, bem mais eficiente. Mal comparando, é como passar do telégrafo para o telefone ou fax.

8 - Se não é prudente brincar com o copo, o que devem fazer meus amigos que se interessam pelo assunto?

Que procurem o Centro Espírita, participem das reuniões doutrinárias e dos cursos de Espiritismo. Então estarão habilitados a participar de reuniões mediúnicas. Ali terão um aproveitamento bem melhor sem os riscos que envolvem essas “diversões” juvenis.

(Do livro "Não Pise na Bola", de Richard Simonetti,

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