Acusação de abuso – visão espírita Boletim Espírita

TV MUNDO MAIOR Artigo atualizado: dezembro 11, 2018

Acusação de abuso – visão espírita
Boletim Espírita


O médium João de Deus é acusado de abuso sexual. Segundo informações divulgadas no portal de notícias G1, os abusos teriam ocorrido desde a década de 80 até outubro do ano passado. O médium é conhecido tanto no Brasil quanto no exterior e, há mais de quarenta anos, desenvolve um trabalho mediúnico de cura. Mas, do ponto de vista doutrinário, o que podemos dizer sobre cirurgias de cura e atendimento individualizado? É necessário o contato com as mãos para que seja eficaz trabalho do médium? Por que mesmo com essa postura a qual o médium está sendo denunciado, sua capacidade mediúnica não foi interrompida pela espiritualidade? Saiba mais sobre esse assunto com o estudioso espírita André Marouço.

Leitura complementar

Abuso Sexual
Abusador é quem comete a violência sexual, independentemente de qualquer transtorno de personalidade. Para cometer os abusos, eles se aproveitam da relação familiar, da proximidade social ou até da vantagem etária e econômica.

Longe do estereótipo de “monstro” (atribuído muitas vezes pela imprensa) o abusador, geralmente, não apresenta comportamento condenável social ou legalmente.

Cristina contou ainda, que “coincidentemente” (por que nada é por acaso nesta vida), se encontrou nesta semana com uma amiga que sofreu assédio por três anos por parte do irmão mais velho.

E depois, adolescente, teve que fugir da casa de uma irmã por conta do assédio do cunhado. Se não fugisse, ela previu que aconteceria um estupro quando menos esperasse.

História real
“Essa moça nunca teve ajuda psicológica ou da família, que nem acreditava no que ela dizia. Mas desenvolveu uma obesidade, da qual tenta se livrar até hoje, com 50 anos. É solteira e foi professora de artes durante muito tempo. Refugiou-se nos estudos e no espiritismo, onde encontrou forças pra superar os traumas e as lembranças que a atormentavam e impediam de se relacionar melhor com as pessoas”, explicou Cristina.

Para Cristina, não existe violência mais agressiva e medonha do que o abuso sexual. “Penso que o fato de terem sido subjugadas não precisa mantê-las assim, e nem fazer que vivam de cabeça baixa ou sem respeito próprio”, conta.

Mas ela mostra que existe esperança e que podemos superar o assédio nos melhorando com a reforma íntima. “Essa agressão pode ser revertida, em seu íntimo, por vários caminhos. Entre eles, participando de momentos de convivência social com outras pessoas que possam ter passado pelo mesmo problema. Além disso, é uma forma de inclusão total, onde nenhuma diferença cria desmérito, pois todos somos seres humanos. Em suma, o que vale é a capacidade de ultrapassar barreiras e não perder-se nelas”, ensinou Cristina.

Adaptação do texto publicado na RBN em 25 de setembro de 2016.

Exibições: 18

Responder esta

Respostas a este tópico

.

  1. Em princípio, para melhor compreensão, podemos dizer que "nada acontece por acaso" porque as circunstâncias que nos envolvem são resultados da evolução de disposições energéticas que colocamos em movimento no organismo da Vida, ao longo de várias existências,.com a força dos nossos desejos, pensamentos, sentimentos ou ações. Podem demorar a manifestarem-se no plano material, mas, com tempo, encontram receptividade psíquica na matéria, formando quadros de dificuldades que colocam à prova os valores morais do antigo infrator perante a Lei Divina.
  2. O agente abusador, catalisado para o cenário do abuso pela resultante energética vinvulada à personalidade da pessoa abusada  não está, porém,absolutamente dispensado de agir com o devido respeito, sendo para ele, também, uma tentação à qual deve opor-se sob a égide da lei moral.
  3. O fato de uma pessoa possuir capacidade mesmérica de cura não o transforma absolutamente em médium evangelizado ou evangelizador. Rasputin, cognominado " o monge louco da Rússia", também possuía em grau elevado essa capacidade, embora levasse uma vida dissoluta. Alguns espíritos nas trevas também a desenvolvem. Vide exemplo no livro 'Libertação', de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.
  4. Normalmente, quando o Espírito, por evolução, mostra-se 'capaz de aprender', o carma acumulado torna-se maduro, não sendo incomum o paciente desenvolver comportamento erótico, depressivo ou agressivo, necessitando, não raro, de tratamento espiritual, psicológico e psiquiátrico, que o Estado, por bem, deveria propiciar gratuitamente.

Responder à discussão

RSS

© 2019   Criado por Henrique.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Política de privacidade  |  Termos de serviço

Free counters!