Muitos títulos divulgados ao fim do mundo, muitos títulos divulgados a tragédias a acontecimentos catastróficos. Que na verdade são dispositivos para a humanidade tentar buscar atenção uns dos outros. Demonstrando inconscientemente a ausência de amor.

O ego e egoísmo, sinônimos entre si ainda imperam.

Da ilusão do homem em acreditar em ser líder de humanidades, ou qualquer ilusória liderança.

Pois quem lidera pode não saber liderar, e quem o segue pode não querer o seguir. Em base desta simples lógica andando lado ao lado um do outro, o progresso se faz naturalmente.

 

Os novos ciclos que surgem e tantas coisas importantes e futuristas, tentam apagar a essência divina, a essência chamada VIDA.

 

Voltemos nosso olhar para os jardins, para o céu das estrelas incontáveis. Tentando ainda encontrar aquela que brilhou em 25 de dezembro em um ano, em todos lugares.

 

Volto meu olhar para meu irmão maior, que veio doar seu conhecimento e não sua vida, seu amor e não seu sofrimento.

 

Volto meu olhar para tentar aplicar alguma coisa que ele ensinou através de interpretações, agora com 2012 anos. E 2012 anos já se passaram. 

 

Pergunto, onde chegamos e quem somos nós?  Se hoje somos algo bom, deveriamos ser muito melhores do que somos. Nosso atraso inclina nossos pensamentos em nossa atual situação de encarnados, provando nossa inferioridade atual.

 

O quanto errante somos, e ainda seremos. Para um dia ver muito melhor uma simples data, como uma grande lembrança.

 

Inconfundivelmente temos em nosso coração algo guardado, que neste dia exclusivamente nele. Aquela estrela guia volte a brilhar na escuridão de tantas incertezas terrenas, pois o real questão não é que ela brilhe, mais que avistemos seu brilho pois ela nunca se apagou.

 

Um segundo, que é um piscar de um momento em um relógio, mais eterno tempo no momento do  tempo, o suficiente para as raízes de nossas decisões mudar totalmente o rumo de um planeta.

 

Os sinos das igrejas nesta noite não tem religiões, ecoam em todas casas, quer cristãos quer pagãos, acontecem os reencontros dos desencontros, mesmo daqueles que se reencontrarão debaixo da distância do mesmo teto.

 

As musicas tocadas, ecoam no vazio dos nossos corações.

Preenchendo com cores de alegria e esperança.

Não do sofrer sofrendo, mais sofrendo no bem sofrer.

E diante dos vulcões, dos maremotos, dos cometas destruidores.

 

Tudo se torna brincadeira de uma criança, em um parque em que a gangorra é equilibrada pelos nossos sorrisos, e nossos sorrisos amparados pelo eterno amor de Deus.

 

Jesus, se de alguma forma podemos dizer que esta em algum lugar próximo a nós ou não.

Perdoe nossa ignorância por não saber, mais sem saber, a única certeza que temos.

É que eternamente esta data marcada pelos homens, celebrada pelos espíritos, nos jamais esqueceremos em nosso espírito. Porque a memória humana é falha, mais não o amor.

 

Aqui por muitos chamados NATAL, e no universo chamado amor.

Obrigado por telo como irmão, e sermos juntos filhos do mesmo pai.

E que possamos ter um vinculo verdadeiro celebrado nesta data, com a verdade, com o esquecimento do nosso orgulho de acharmos que brilhamos tanto, quando somos apenas uma lamparina diante do sol, incapazes de executar o pouco que nos ensinou, e em 2012 anos ainda tentamos executar.

 

De vozes felizes que lhe gritam, Feliz Natal irmão senhor.

 

 

 

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