Detalhes do evento

I MARCHA CONTRA O ABORTO

Horário: 30 setembro 2012 de 9:00 a 14:00
Local: PONTO DE ENCONTRO: EM FRENTE AO CASTELINHO DE BOA VIAGEM
Tipo de evento: marcha, a, favor, da, vida!, todas, as, religiões, unidas, ....
Organizado por: GILDINEIDE BATISTA MARINHO
Última atividade: 29 Set, 2012

Exportar para Outlook ou iCal (.ics)

Descrição do evento

Vamos nos unir a favor da VIDA!

Caixa de Recados

Comentar

RSVP para I MARCHA CONTRA O ABORTO para adicionar comentários!

Entrar em Espirit book

Comentário de Dalva Xavier da Silva em 16 setembro 2012 às 8:09

Agradeço o convite, mas não poderei comparecer, sucessso, paz e luz.

Comentário de Luis Antonio Ferreira do Nascime em 15 setembro 2012 às 10:21

Estarei com vocês em pensamento.  Mando um poema de Renato Azeredo:

SEM NOME
(Renato de Azevedo)

Era tão pequeno, que ninguém o via.
Dormia, sereno, enquanto crescia.

Sem falar, pedia porque era semente
ver a luz do dia, como toda a gente.


Não tinha usurpado a sua morada.
Não tinha pecado. Não fizera nada.
Foi sacrificado enquanto dormia.
Esterilizado com toda a mestria.


Antes que a tivesse, taparam-lhe a boca,
tratado, parece, qual bicho na toca.
Não soltou vagido. Não teve amanhã.
Não ouviu: «-Querido...» Não disse: «-Mamã...»


Não sentiu um beijo. Nunca andou ao colo.
Nunca teve o ensejo de pisar o solo,
pezito descalço, andar hesitante,
sorrindo, no encalço do abraço distante.


Nunca foi à escola, de sacola ao ombro,
nem olhou estrelas com olhos de assombro.
Crianças iguais à que ele seria,
não brincou com elas, nem soube que havia.


Não roubou maçãs, não ouviu os grilos,
não apanhou rãs nos charcos tranquilos.
Nunca teve um cão, vadio que fosse,
a lamber-lhe a mão, à espera de um doce.


Não soube que há rios e ventos e espaços.
E invernos e estios. E mares e sargaços,
e flores e poentes, E peixes e feras
as hoje viventes e as de antigas eras.
Não soube do mundo. Não viu a magia.
Num breve segundo, foi neutralizado
com toda a mestria:

Com as alvas batas,
máscaras de entrudo,
técnicas exactas,
mãos de especialistas
negaram-lhe tudo
(o destino inteiro...)
- porque os abortistas
nasceram primeiro.
Foto: SEM NOME (Renato de Azevedo) Era tão pequeno, que ninguém o via. Dormia, sereno, enquanto crescia. Sem falar, pedia porque era semente ver a luz do dia, como toda a gente. Não tinha usurpado a sua morada. Não tinha pecado. Não fizera nada. Foi sacrificado enquanto dormia. Esterilizado com toda a mestria. Antes que a tivesse, taparam-lhe a boca, tratado, parece, qual bicho na toca. Não soltou vagido. Não teve amanhã. Não ouviu: «-Querido...» Não disse: «-Mamã...» Não sentiu um beijo. Nunca andou ao colo. Nunca teve o ensejo de pisar o solo, pezito descalço, andar hesitante, sorrindo, no encalço do abraço distante. Nunca foi à escola, de sacola ao ombro, nem olhou estrelas com olhos de assombro. Crianças iguais à que ele seria, não brincou com elas, nem soube que havia. Não roubou maçãs, não ouviu os grilos, não apanhou rãs nos charcos tranquilos. Nunca teve um cão, vadio que fosse, a lamber-lhe a mão, à espera de um doce. Não soube que há rios e ventos e espaços. E invernos e estios. E mares e sargaços, e flores e poentes, E peixes e feras as hoje viventes e as de antigas eras. Não soube do mundo. Não viu a magia. Num breve segundo, foi neutralizado com toda a mestria: Com as alvas batas, máscaras de entrudo, técnicas exactas, mãos de especialistas negaram-lhe tudo (o destino inteiro...) - porque os abortistas nasceram primeiro.

Comentário de Margarida Maria Madruga em 14 setembro 2012 às 21:50

NÃO SOU EXÍMIA VIAJANTE. PARTICIPAREI COM O CORAÇÃO. ABORTO É UM TERROR! A V I D A  PERTENCE A DEUS.

Obrigada.

Comparecer (1)

Poderá comparecer (1)

Não comparecer (5)

© 2020   Criado por Henrique.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Política de privacidade  |  Termos de serviço

Free counters!