Suposta PSICOGRAFIA de DOMINGOS MONTAGNER, após AFOGAMENTO ! Você acha possível ?

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Um suposto texto psicografado, que está circulando na Internet, poderia mesmo ser do recém falecido ator DOMINGOS MONTAGNER ?

 

Pelo entendimento que temos sobre o processo de desencarne, acreditamos que NÃO !

 

O tempo, no Mundo Espiritual, passa de forma diferente com relação a nós, encarnados aqui no planeta.

 

Os anos, aqui na TERRA, para nós encarnados, equivalem a MUITO MENOS tempo no Mundo Espiritual !

 

Enquanto se passam 8 anos, aqui na Terra, no mundo espiritual passam-se, POR EXEMPLO, apenas algumas semanas !

 

Funciona como o famoso PARADOXO DOS GÊMEOS, uma parábola científica que procura didaticamente explicar como o tempo passa MAIS DEVAGAR para quem viaja a velocidades cada vez maiores. Esse PARADOXO diz que se um irmão gêmeo sair da Terra em uma nave espacial, capaz de viajar a velocidades próximas da luz, quando ele retornar ao planeta vai encontrar o irmão MUITO MAIS ENVELHECIDO que ele !

  

Dessa forma, do ponto de vista espiritual, faz poucas horas que o ator desencarnou, devendo estar passando AINDA pelo período natural de perturbação desse processo.

 

Apenas espíritos de EXTREMO DESPRENDIMENTO MATERIAL e com grande QUALIDADE MORAL conseguiriam se desvencilhar da carne de forma tão rápida, a ponto de conseguir se manifestar mediunicamente logo após o desencarne !

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A questão aqui,nao é afirmar, se a mensagem é ou não dele. Isto é impossível, afirmar. Mas a questão é dizer se pode ou não ser, dele. Vendo a mensagem, tudo me leva a crer que pode. É uma mensagem tão simples, vinda de um espírito ainda em evolução que tem a finalidade de apaziguar as aflições que sua esposa pode ou poderia estar sentindo a respeito do tipo de relação que seu marido tinha com a atriz Camila Pitanga. A mediunidade não é uma questão matemática, à qual possa se fazer uma análise como foi feita pelo Henrique. Não é uma ciência exata. Tudo depende de tudo. Cada espírito tem suas particularidades, cada um tem seus méritos ou deméritos. Cada um tem suas necessidades e aflições. Todos têm amigos espirituais, que, dependendo da situação, podem interceder pelo amigo, recém chegado e necessitado. Quem de nós pode afirmar, o quanto as incertezas e pensamentos da esposa não poderiam estar fazendo mal a este espírito, impedindo, até uma libertação? Quem pode afirmar que o espirito em pauta não tivesse este e muitos mais merecimentos? Nós não podemos afirmar nada! Tudo o que for falado diante disto são meros julgamentos. Tudo o que Jesus sempre condenou:"não julgueis". Eu tenho 60 anos nasci em berço espírita. Estudei tudo para falar com certeza, que mediunidade não é uma ciência exata! Falo com conhecimento de causa de quem já trabalhou muito e presenciou muita coisa!

Justamente por não ser uma ciência exata é que a mediunidade deve ser investigada. Seguindo as advertências feitas pelos Espíritos Superiores que auxiliaram Kardec na codificação espírita, tudo o que provém do chamado plano espiritual (Plano Astral) deve ser examinado com a máxima atenção, para que não sejam disseminados equívocos irreparáveis.
Em termos científicos, a mediunidade pode não ser uma ciência exata como a física ou a matemática, mas tem regras estabelecidas pela Razão. Uma delas, talvez a principal, é a de não aceitar como inquestionável tudo o que procede do Plano Astral, simplesmente por considerar o objeto como sagrado ou proveniente de Espíritos de elevada sabedoria.
Espíritos recém desencarnados, mesmo os de maior adiantamento psíquico, não dispõem rapidamente de completo domínio da memória cármica, demandando tempo para assimilar as profundas leis que governam o destino de todos os seres humanos. Uma declaração intempestiva, mesmo bem intencionada a pretexto de esclarecer uma dúvida, pode ter efeito contrário ao desejado se não cair em terreno fértil, gerando ainda mais dúvidas do que paz de espírito.
Assim, se o objetivo não for o de simplesmente contender, não devemos nos sentir impedidos de analisar e aplicar o método racional para decidir sobre a aceitação ou não de idéias canalizadas ou veiculadas psicográfica ou psicofonicamente. Essa atitude não configura objetivo de julgar, mas de discernir, inclusive para poder amparar melhor se for possível.
Julgar, que seja por preconceito ou qualquer outra razão humana, é "impedir a recuperação dos que caem, sofrem e esperam por uma oportunidade de reparação". Negar-lhes essa condição é o mesmo que negar a nós mesmos o indulto de nossos erros, pois com esse juízo também seremos julgados pela nossa consciência.

Sim, Nizomar. Em nenhum momento falei que a mediunidade não deva ser examinada e muito menos, que a mensagem seja verídica. O que sei é que não existem regras unificadas. Existem regras individuais. Aqui estamos divergindo, pois vc está fazendo uma leitura muito simplista de "espírito evoluído" e "espírito recém desencarnado". Você parte da premissa que espíritos recém desencarnados, sejam, automaticamente, sem evolução espiritual, pelo simples fato de serem recém desencarnados.Vejamos esta sua afirmação: "Espíritos recém desencarnados, mesmo os de maior adiantamento psíquico, não dispõem rapidamente de completo domínio da memória cármica, demandando tempo para assimilar as profundas leis que governam o destino de todos os seres humanos". Gostaria de saber de onde vc tirou esta afirmação. Ela está, totalmente, equivocada. Os espíritos podem sim, desencarnar e assistir seu desenlace, seu velório, o sofrimento de sua família, etc, etc, etc. A doutrina espírita possui, uma infinidade de livros que podem te mostrar isto. Não vou citar nenhum, pois não sou do tipo de leitora que guarda em qual livro, está escrito o que. Eu guardo o ensinamento.Posso te dizer, que dificilmente, vc me mostrará um livro que eu não tenha lido. Foram 40 anos de leitura. Afirmo, que, se um espírito fosse autorizado a dar uma mensagem seria porque ela precisaria ser dada, e nós não somos nada para afirmar este seu posicionamento seguinte: "Uma declaração intempestiva, mesmo bem intencionada a pretexto de esclarecer uma dúvida, pode ter efeito contrário ao desejado se não cair em terreno fértil, gerando ainda mais dúvidas do que paz de espírito". Nizomar, não seria claro achar que se uma mensagem fosse AUTORIZADA, não precisaria de nós nos preocuparmos com este questionamento? É evidente, que se fosse necessária, a comunicação, esta questão já teria sido analisada pelas entidades encarregadas daquela situação. Quando uma mensagem é autorizada, ela tem o seu porquê, que não sabemos qual é, mas que a espiritualidade maior sabe. E, tem a questão do merecimento do espírito que ficou e do que se foi. Não sabemos, e nem devemos, pressupor, qual o grau de evolução de uma pessoa, e nem o quanto de merecimento, ela acarretou durante suas vidas terrenas. Para ilustrar, vou contar, aqui, o desencarne de meu pai. Um homem bom, muito bom, cheio de virtudes, generoso, caridoso, amoroso também espírita de berço, nasceu 1.928 e morreu, novo, com 53 anos, de infarte, em 1.981. Apesar de toda a bondade, conhecimento espiritual, trabalhos com a mediunidade, ele não conseguia parar como vício do cigarro,e com a ingestão de carne (o que a grande maioria de minha família,não faz). Pois, é. Houve várias perguntas, de quem não consegue ver além das palavras escritas em um livro, ou de palestras de famosos. Perguntavam; como vão cobrar o fato dele não ter conseguido para de fumar, e de comer tanta carne, será que vai para o umbral? Eu, já me indignava, naquela época, com posições tão pequenas. Meu pai era uma ser de luz, bondade e amor. Eu tinha certeza do lugar dele, na espiritualidade. Ele me ensinou tudo sobre a espiritualidade e o amor. Com 15 anos, eu já possuía uma imensa bagagem, graças a este ser, meu pai. Pois, é. Na noite do enterro, nos reunimos, em volta de uma mesa para rezarmos, por ele, e ele se manifestou, através de minha irmã, Rosane, que, mostrava a mediunidade, desde o nascimento. Assim, foi. Ele, telepaticamente, falou conosco, pois, por ter morrido de infarte, estava desgastado, deitado em uma cama em hospital espiritual, com meu avô, que já estava falecido há muito tempo. Minha irmã deixava ele falar, e depois nos descreveu, através de sua clarividência, a luminosidade de onde ele estava, e citou os espíritos que estavam com ele. Espíritos de renome. Meu pai falou: "não sofram meus filhos, minha família. Não doeu tanto assim. Tinha que ser assim mas estarei sempre com vcs". Dali uma semana, já apareceu para minha irmã, recuperado, e nunca deixou de estar presente, em nossas vidas. O cigarro, não significou nada, diante de tudo o que ele era.
Então, como dizer, o que a gente pensa que sabe?
Quem pode dizer que um espírito não pode se manifestar, depois de um ano de morto, se já vi, se manifestarem no mesmo dia?
Tenho muitos casos, que desdizem muita coisa escrita, e muito do que o Henrique e vc disseram, aqui.
Muitas pessoas, de renome, que se comunicou, pela mediunidade de minha irmã, na hora do velório.
Ela é a única médium em que eu confio de olhos fechados. Quando vejo uma mensagem pergunto o que ela acha, e ela me diz, se se trata de um médium de caráter duvidosa, ou se de um médium desequilibrado, que esteja sendo enganado por mistificadores, ou, ainda, se é animismo.
Neste caso, não conversei com ela, pois o assunto é muito pequeno, para eu tirá-la de seu trabalho espiritual tão profundo.
RESPONDENDO à pergunta do Henrique. Pode ser dele. Não há o que impeça de ser dele.
Mas, é dele? Não sei. A pergunta da questão é que se era possível: é?

Oi, acho praticamente impossível. Não vou entrar em detalhes, mas não acredito que ele já tenha recebido autorização para psicografar. Tenho lido na internet psicografias do Chico Xavier e de outros famosos, como Teori Zavaski. Não podemos acreditar em tudo que aparece na Internet. Sinto muito. É a minha opinião.
Nota: O Chico Xavier poderia, naturalmente, mas as psicografias que tenho lido dele, certamente não são dele. Quem leu os livros dele ou quem viu o Chico falando, vê na hora que as psicografias não são dele. Não estou acusando o médium que as recebeu. Pode ter sido algum espírito brincalhão ou mal intencionado que ditou as cartas.
Att

Rosely,

Você está fazendo uma inferência pessoal quando diz que considero os Espíritos recém desencarnados como desprovidos de evolução. Eu não falei nada disso. O que disse é que Espíritos recém desencarnados, mesmo quando dispõem de certa evolução, precisam de tempo para o completo domínio da memória cármica.

Minha afirmação baseia-se no estudo da natureza do corpo astral, que os espíritas chamam genericamente de perspírito. Perspírito, porém, basicamente, é o conjunto dos três veículos internos de manifestação da consciência espiritual, ainda não completamente desenvolvidos, e ao qual, às vezes, acrescenta-se indevidamente o duplo etérico.

No livro 'Nosso Lar', André Luiz enfatiza a necessidade de que elemento deveria ser melhor estudado, para melhor compreensão de suas funções.. Na mesma obra, este sábio Espírito revela que demorou para poder assenhorear-se de 300 anos de memória. No Espiritismo, as obras de André Luiz e de Emmanuel merecem destaque especial pelo grande acervo de ensinamentos morais e por apresentarem concomitantemente inestimável conteúdo de observações metafísicas.

Como na Terra não há perfeição que não esteja mesclada de imperfeição, recorrentemente a maioria dos seres humanos, ao desencarnar, encontra-se nos subplanos mais baixos do Astral, somente ascendendo ao Astral Superior após a centrifugação dos elementos mais grosseiros do perspírito (veículo astral), o que só acontece, porém, após algum tempo, variando de Espírito para Espírito, conforme com a evolução que tenham atingido.

Por disposição da Sabedoria Divina, os átomos constitutivos do corpo astral circulam em rápido movimento giratório em torno do Centro da Consciência astral, e assim, quando o ser humano morre, os mais densos, carregados de energia negativa, colocam-se, por uma questão de peso específico, na periferia do veículo astral, a fim de serem centrifugados.

Esses átomos são atraídos durante a vida física do Espírito pelos seus vícios, maus desejos e pensamentos e sentimentos negativos. Enquanto não forem expurgados, o Espírito não terá condição de se manifestar com ponderação, podendo, de fato, fazer declarações intempestivas, ainda que se presuma de boa intenção. É importante saber que nem toda ação espiritual está sob o controle de entidades elevadas, como supõem alguns, sendo preciso discernir.

No livro "Violetas na Janela", ditado por Patrícia, uma Alma de escol, a autora espiritual, falando com regozijo de seu magistério na Colônia em que estava abrigada, mencionar que ensinava para uma turma constituída de alunos lindos, muito educados, lourinhos e de olhos azuis. No contexto, não havia a menor maldade nessa descrição, mas aqui no plano físico, para onde o livro foi dirigido, fiquei admirado de que nenhuma ONG de combate ao racismo não tivesse se pronunciado e protestado, ao mesmo tempo acusando o Espiritismo de ser uma seita racista e processando a Editora ou a médium que psicografou. 

No livro 'Voltei', ditado pelo Espírito 'Irmão Jacob' a Francisco Cândido Xavier, o mesmo ficou admirado de, ao desencarnar, não se encontrar nimbado de luz como esperava. Irmão Jacob é o pseudônimo de Frederico Figner, fundador da famosa 'Casas Edison', fabricante dos primeiros fonógrafos no Brasil, grande paladino da Doutrina Espírita e um dos fundadores da FEB. Foi necessário que viessem buscá-lo no plano físico passando por cima das regiões umbralinas, onde Espíritos furiosos lhe dirigiam xingamentos.

A seu favor atuava a grande obra que realizou em prol da difusão da Doutrina Espírita e o profícuo trabalho que fez pela unidade nacional através da fabricação e difusão dos fonógrafos por todo o Brasil, o que muito contribuiu para popularizar a musicalidade brasileira.

Na Colônia para onde foi levado para um período de adaptação, ele conta que foi assistido por sua filha mais velha, que havia desencarnado muito antes dele, e que nem espírita era, sem compreender por que razão encontrava-se espiritualmente acima dele. Seu grande amigo Bezerra de Menezes o consolava dizendo-lhe: "Calma, Jacob, a tua luz virá!".

Que fizera de mal o operoso Frederico Figner? Ele mesmo explica no livro: simplesmente fora uma pessoa irascível, tratando seus subordinados e familiares com rigor excessivo. No Plano Astral, uma vez conscientizado e mudando de atitude controlando sua rispidez, os átomos mais pesados do seu corpo astral que impediam a irradiação da sua luz, foram sendo paulatinamente descarregados. E a luz surgiu.  

Ler muitos livros é, sem dúvida, uma boa credencial, porém, reter as instruções e compreendê-las devidamente é mais importante.    

/ 0 \

Nizomar,
Vc tem razão ao dizer que eu me confundi ao falar dos espíritos recém desencantados. Foi uma confusão na hora de escrever. Entendi bem o que você falou, mas minha resposta continua a mesma. EspíritoSair recém desencadeados, podem sim, assistir até ao seu velório. Falo isto, Nizomar, não tanto pela leitura, a qual fiz em quantidade e qualidade. Sei ler e reter todas as informações. Falo, pela minha experiência de vida.Vivi intensamente a doutrina a mediunidade, para saber que as coisas não são tão redondinhas, como são escritas. Eu vivi o que estou falando. Eu sei, que um espírito pode ver o seu velório. Eu vivi, isto, entende. Como falei de meu pai, ele se comunicou na mesma noite em que foi enterrado. Isto acontece aos montes. Bom, a não ser que vc ache que eu esteja mentindo. Daí é outra coisa.
Quanto ao perispírito,não havia necessidade de vc me explicar o que é perispirito. Devo ter aprendido isto antes de aprender a escrever. Vivi o espiritismo dentro de minha casa. Como minha mãe dizia: "vivem a doutrina, como comem arroz e feijão".
Quanto aos relatos feitos dos livros, como eu j disse,não guardo o nome dos livros de onde tirei o ensinamento. Guardo o ensinamento. Isto de citar trechos de livros e explicar é muito importante para palestrante, não para pessoas comuns como eu. Mas sobre tudo o que vc falou e diante de minha experiência, tenho a dizer que tudo isto funciona como as parábolas de Jesus. Havia dentro delas ensinamentos que seriam revelados no tempo certo. Então Nizomar, tem coisas que acontecem e não estão nos livros.
Um exemplo sobre a lei de ação e reação. Resumindo, plantou tem que colher, não é? Mas não! Nem sempre se colhe da maneira que se planta, porque vc pode nascer e refazer aquela tarefa, adubar melhor, aguar, melhor e no final era para colher espinhos e colher flores. Os desígnios de Deus não são matemáticos, como já falei. Existe a misericórdia de Deus, que está acima de todas suas colocações científicas.
Então, baseada, nesta misericórdia, volto a dizer que pode, sim, um espírito em evolução, sem grandes condições espirituais,(o que não podemos afirmar, neste caso, por não conhecermos a pessoa em questão), e recém desencadeada, fazer uma comunicação.
Mais importante do que ler e reter os ensinamentos é dar condições de expansão da mente. Tudo é muito maior do que parece.
Boa tarde! Espero que as pessoas que possam estar acompanhando a discussão, possam fazer um apanhado do que foi dito, selecionar o que lhes parecer razoável e tomar suas conclusões. Que todos nós recebamos amparo espiritual para, sempre, sermos instrumentos do bem e da verdade! Fiquemos, todos, em paz!

Boa noite, Rosely!

Expresso o mesmo desejo.

Desejando melhorar o texto anterior, resolvi ampliá-lo com mais alguns conceitos. Assim, peço permissão para reeditá-lo como segue. 

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Cara Rosely,

Creio que você já percebeu que não escrevemos somente para nós, mas, principalmente, para os que nos distinguem em nos acompanhar com suas atenções.

Lamento dizer que mais uma vez que você não entendeu o que eu postei. Em nenhum momento falei que um Espírito não pode acompanhar o seu féretro. Muitas vezes acompanha perplexo e em outras aflito, sem saber o que fazer, pois tudo é carma, seja ação ou inação.

Falei em memória cármica, ou seja, a capacidade de um Espírito desencarnado analisar com ponderação o encadeamento lógico de sucessivas vidas precedentes à última que viveu, e não da impossibilidade dele comunicar-se imediatamente, embora isto não seja razoável, porque transcomunicações espirituais requerem o domínio da técnica de uso do chakra umeral, na psicografia, ou do chakra laríngeo no caso da psicofonia.  

Quando mudamos de um meio em que estávamos habituados para outro diferente, verificamos que há uma necessidade de adaptação, embora possa ser mais ou menos prolongada. É uma lei natural. E natural, portanto, que, ao passar de um mundo tridimensional, como o Físico para um quadrimensional, como o Plano Astral, estranhemos a mudança, necessitando de um período de readaptação. No princípio, porém, há sempre uma pequena confusão mental, variando de Espírito para Espírito, resolvida mais rapidamente nos casos de Espíritos com maior grau de evolução.

Normalmente, um Espírito de grande evolução quando desencarna, como, na prática, os iniciados do terceiro grau em diante não permanecem mais que um instante no Plano Astral, o suficiente para apenas descartar o seu veículo astral, penetrando rapidamente no Plano Mental ou mais além, conforme seu grau evolutivo.

O que fica é um cascão astral, destinado à desagregação, que guarda, porém, as características psicológicas do seu antigo possuidor, podendo inclusive manifestar-se com relativa autoconsciência por algum tempo, como se fosse este. Há muitos desses cascões no Plano Astral, que algumas vezes são usados por espíritos Elementais embusteiros para mistificar.

No caso dos cascões astrais o perigo para os experimentadores consiste em que toda energia superior foi carregada pelo Espírito ao retirar-se do corpo astral, deixando somente os átomos de frequência mais baixa, que respondem por sentimentos menos elevados, que não podem ser carreados para um plano superior.  

Alguns livros psicografados contém relatos de experiências espirituais que podem ser confrontadas com ensinamentos específicos de grandes Mestres da humanidade, como Jesus. Ler nas entrelinhas é a melhor maneira de acessar esta visão iniciática.

Não sei como você vê Deus, quer dizer, o conceitua. Deus, porém, não é uma pessoa, uma individualidade, mas o Princípio Criador Incognoscível do universo, o Alfa e o ômega da cosmogênese, cuja matemática cármica é perfeita. Aliás, conforme ensinou: - "Nada se omitirá da Lei até que seja pago o último ceitil. Ainda que reste um único iota ou um único til".

Dentro deste princípio, portanto, a Lei do Carma aplica-se como uma matemática perfeita nos destinos humanos e na vida planetária. Não, evidentemente, sob a base taliônica da rigorosa reciprocidade de causa e efeito, mas da equalização do quantum energético envolvido no processo, ou seja, a reação aplicada no mesmo potencial da ação, a Misericórdia Divina funcionando como o Princípio equilibrador das causas e efeitos, considerando-se o progresso realizado pelo Espírito em provação.

Um abraço fraternal. 

 

 

 

 

Perdi um filho em 2008 numa suposto queda de moto com 18 anos de idade e tempos depois recebi um suposta carta psicografada pelo espírito do meu filho que particularmente, em parte NÃO acredito no seu conteúdo.Pode ser e pode não ser.Considerando haver muitos picaretas nestes mundos que exploram a boa fé das pessoas  pode ser que também seja uma fraude.

Às vezes, Cidmar, não se trata efetivamente de picaretagem, mas de confusão mental a que estão sujeitos muitos médiuns que não conseguem filtrar o sentimento de vaidade de suas personalidades, impulsionando desta forma o fantasma do embuste ou meio embuste. Este é um dos escolhos do exercício da mediunidade, talvez o mais renitente. .

A comunicação com o Além não é uma coisa simples, livre totalmente de perturbações, pois é comum o Espírito do médium participar com suas próprias ideias nas manifestações psicográficas, psicofônicas ou nas chamadas 'canalizações'. 

Por este motivo, mesmo quando o médium paute a sua vida pessoal pelos altos princípios espirituais, o processo não fica livre de embuste. É oportuno lembrar que o próprio Cristo, levado ao pináculo do Templo, foi tentado por um espírito das trevas. Não podemos ser céticos com tudo, mas discernimento faz parte do nosso progresso.

Um abraço..

Cidmar Valentim disse:

Perdi um filho em 2008 numa suposto queda de moto com 18 anos de idade e tempos depois recebi um suposta carta psicografada pelo espírito do meu filho que particularmente, em parte NÃO acredito no seu conteúdo.Pode ser e pode não ser.Considerando haver muitos picaretas nestes mundos que exploram a boa fé das pessoas  pode ser que também seja uma fraude.

Sim, até admito tal fenômeno,mas quando disse haver picaretagem me refiro a todo seguimento supostamente religioso e doutrinário. No meu caso específico havia relatado anteriormente,via internet fatos que antecederam a morte do meu filho e que foram relatados no texto da suposta psicografia que digo e repito, não acreditei e NÃO acredito fielmente no texto a mim direcionado.Tenho a maior vontade de participar de uma seção mediúnica de psicografia,mas confesso ter certo receio de ouvir e ler coisas que venham a me decepcionar ainda mais.

Nizomar Sampaio Barros disse:

Às vezes, Cidmar, não se trata efetivamente de picaretagem, mas de confusão mental a que estão sujeitos muitos médiuns que não conseguem filtrar o sentimento de vaidade de suas personalidades, impulsionando desta forma o fantasma do embuste ou meio embuste. Este é um dos escolhos do exercício da mediunidade, talvez o mais renitente. .

A comunicação com o Além não é uma coisa simples, livre totalmente de perturbações, pois é comum o Espírito do médium participar com suas próprias ideias nas manifestações psicográficas, psicofônicas ou nas chamadas 'canalizações'. 

Por este motivo, mesmo quando o médium paute a sua vida pessoal pelos altos princípios espirituais, o processo não fica livre de embuste. É oportuno lembrar que o próprio Cristo, levado ao pináculo do Templo, foi tentado por um espírito das trevas. Não podemos ser céticos com tudo, mas discernimento faz parte do nosso progresso.

Um abraço..

Cidmar Valentim disse:

Perdi um filho em 2008 numa suposto queda de moto com 18 anos de idade e tempos depois recebi um suposta carta psicografada pelo espírito do meu filho que particularmente, em parte NÃO acredito no seu conteúdo.Pode ser e pode não ser.Considerando haver muitos picaretas nestes mundos que exploram a boa fé das pessoas  pode ser que também seja uma fraude.

Tudo depende da evolução espiritual de cada espírito. Toma-se por pressuposto que o indivíduo será adormecido, encaminhado para um hospital ou casa. Ninguém, dos encarnados, tem como avaliar. Alguns assistem o próprio enterro, outros precisam ser adormecidos por meses e até por anos, para recuperar-se, especialmente se for morte trágica (por acidente). Depende do conhecimento, da consciência espiritual do ser.  Já fui em coma duas vezes, classificação dos terrestres, mas não apaguei de imediato; lembro até hoje que orei a Deus, pedindo que só não me deixasse no meio termo (ou em um plano ou no outro) e sai do corpo. Conversando com as pessoas depois, mostrei que sabia o que fizeram, falaram... Não me considero espírito superior, mas desde criança me desdobrei conscientemente. Chegou uma hora, que me juntei a um grupo de amigos espirituais e fizeram a cirurgia sem minha presença, rsrs.  Não temo a morte por isso.

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