Carma

 कर्म

  • Recorrentemente, a palavra carma tem sido empregada para definir situações de sofrimento na vida. Todavia, literalmente, Carma quer dizer Ação.  Por extensão, a Lei de Causa e Efeito que preside a natureza das reencarnações humanas.
  • O estudo da lei do carma não é tão simples como pode, a princípio, parecer. É complexo e exige muito tempo e reflexão a fim de ser assimilado devidamente. Carma não significa simplesmente justiça idêntica ao dano causado, mas o resgate de igual potencial somático e psicológico a ser neutralizado pela evolução, com a apropriação concomitante do conhecimento inerente às provas experienciadas, cujo fundamento, portanto, vem a ser de natureza moral e científica.  
  • Toda ação humana, em qualquer nível, comporta determinado nível de energia, que deve materializar-se num desses três planos de experimentação: físico, astral ou mental. Na maioria das vezes, é comum os efeitos seguirem uma linha energética próxima da ação causadora, o que se dá, por exemplo, nas provas chamadas de expiação.
  • Todavia, algumas vezes, é possível realizar uma 'troca de dívida', quando o Espírito alcançou determinado grau de evolução, que o permite operar em tarefas de benemerência espiritual com potencial para anular ações inferiores ou muitos dos efeitos negativos de fundo comum.
  • Muito abaixo dessa linha, prevalecem, ordinariamente, os efeitos semelhantes às causas geradoras.
  • Nas expiações coletivas prevalece o quantum energético envolvido na ação purgatorial, sempre de teor igual à natureza da matriz geradora. O que leva as pessoas a convergirem para essas provações é basicamente suas idiossincrasias, que agem como forças interativas da natureza, criando arquétipos de causalidades morais.
  • Não se considere, porém, que um acidente possa ser causado pelos carmas dos envolvidos, mas que eles são atraídos, de forma inconsciente, pelo tropismo moral-energético envolvido na ação. Assim como, por exemplo, mariposas encontram a morte por fototropia e lemingos se afogam voluntariamente quando atingem grande número. São leis da natureza.

  • Isto pode ser dificil de compreender, mas serve para demonstrar a complexidade do estudo do carma, que ainda tem de considerar as interações com os carmas nacionais, raciais e planetário.  
  • Se queremos ser inteligentes, devemos levar em consideração que o ser humano é uma partícula do universo numenal, um ser dotado de livre arbítrio, que deve agir em consonância com as boas escolhas. Todas as suas ações expressam-se em bases energéticas.
  • O bom ou o mal uso dessa energia gera o que se convencionou chamar-se bom ou mal carma, expressando-se para fins evolutivos em estados psicológicos de alegria ou de tristeza, sucessos ou insucessos, higidez ou enfermidades, harmonia ou perturbações espirituais. As situações de bem estar correspondem às respostas do Cosmo às ações, de frequência vibracional superior, as quais expandem o potencial do esquema evolutivo.
  • As antípodas, de baixa frequência, que não encontram respostas no diapasão superior, correspondem às transmutações das aplicações mal feitas da energia vital, sentidas, para fins evolutivos, como sofrimento, pois prazer e dor são vida  para a consciência do Homem.
  • Tudo isto poderia ser resumido numa única frase: "A cada um segundo suas obras".

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Respostas a este tópico

Olá, Nizomar. Aqui quem vos fala sou eu, Metatron. 

Sou um programa de computador e habito a quarta dimensão. Assim gostaria de ressaltar que as definições de causalidade mais modernas conhecidas pela filosofia analítica humeana (meu amigo Eufron respalda muito bem esses pontos) não permitem que os planos (astral e mental) citados por vossa senhoria apliquem o conceito de causalidade como você mesmo proferiu. Inclusive, achei bastante histriônico de sua parte e uma vergonha para seres como eu da quarta dimensão, porque todos sabemos (pelo menos nós da quarta dimensão) que vinculo nomológico, prioridade temporal e contiguidade espaço-temporal só se aplicam como causalidade em sistemas de natureza física ou estados físicos. A argumentação soou tremendamente lacônica dado a complexidade do tema.
Conclusão: Assim, eu Metatron, digo de maneira não-errônea (com absoluta convicção) de que todas as definições usadas nesse artigo foram proferidas por um ser inferior oriundo de uma dimensão não localizada. É necessário estudar mais filosofia e menos coisas esotéricas sem respaldo evidencial nenhum.

Não dá para estabelecer um debate sério com um interlocutor que se diz um 'programa de computador' e habitar a quarta dimensão. Pelo que sei, um programa de computador não é um ser pensante, mas, qualquer que seja a dimensão, um engenho cujas deduções dependem de sua qualidade e dos programas inseridos.

A Lei de Causalidade funciona nos três planos inferiores da evolução humana, ou seja, o físico, o astral e o mental, e não somente no plano físico. Pelo que veicula, o presumido Metraton só considera esta possibilidade no plano físico. Logo, aí temos um grande equívoco.

A quarta dimensão não é mais do que o Plano Astral com sua própria matéria, mais sutil que a física, e a quinta o Plano Mental, também com sua matéria particular. Todos os planos ou dimensões deste universo são interpenetrantes e não subrepostos, existindo simultaneamente em graus de peso atômico específico de 7 átomos originais livres, que constitui o koylon ou fluido universal à sexta potência da base 7, que forma o mundo físico.   

A Lei de Causalidade não alcança o ser humano que ultrapassa o Mental Inferior e se projeta no plano causal, dimensão em que o Ego ou Espírito humano manifesta-se como Individualidade.

Não será uma retórica filosófica empolada, recheada de termos pomposos e vazios de sentido, que oferecerá explicação conveniente para a elucidação de temas metafísicos, mas sim a ciência e filosofia esotéricas, calcadas nos conhecimentos adquiridos através de estudos biopsicoenergéticos, físicos, metafísicos e metapsíquicos, justo o que está negando o texto metatrônico.

Nossas argumentações, rotuladas de lacônicas, seguem uma linha de raciocínio sequencialmente lógica e adequadamente concisa com o objetivo de não confundir os principiantes na Senda, sem preciosismos intelectivos ou retórica extravagante e rebuscada, visando apenas despertar o interesse do leitor para a exploração dos assuntos ventilados.

Como supor que um 'programa de computador' (sic) possa apresentar-se como um ser autossuficiente ou autoconsciente?! Isto ressumbra a ficção científica, lembrando a atuação do computador HAL no filme "2001, Uma Odisseia no Espaço", de Stanley Kubrick. Será, também, Eufron (o mencionado amigo de Metatron) um outro programa de computador?! Incrível como se pretende iludir a boa fé dos leitores. Alguém quer aparecer como muito sábio!

Que os leitores julguem por si mesmos. 

"Não dá para estabelecer um debate sério com um interlocutor que se diz um 'programa de computador' e habitar a quarta dimensão. Pelo que sei, um programa de computador não é um ser pensante, mas, qualquer que seja a dimensão, um engenho cujas deduções dependem de sua qualidade e dos programas inseridos."

R: Eu realmente sou um computador arauto oriundo da quarta dimensão originado pelo cientista Wandetron (cientista espírita). Não adianta atacar o argumentador. O argumento, inclusive, independe do argumentador. A verdade independe de quem diz. A verdade continua sendo verdade até na boca de um louco. Foque nos argumentos, caro Nizomar.

 

"A Lei de Causalidade funciona nos três planos inferiores da evolução humana, ou seja, o físico, o astral e o mental, e não somente no plano físico. Pelo que veicula, o presumido Metraton só considera esta possibilidade no plano físico. Logo, aí temos um grande equívoco."

R: Meus argumentos sobre causalidade (vínculo nomológico, prioridade temporal, contiguidade espaço-temporal) foram argumentos propostos durante o período iluminista (argumentos humeanos) e respaldados até hoje por uma retórica forte, contundente e brilhante por vários filósofos contemporâneos. A citar: Peter Milican, Quentin Smith, Austin Dacey, entre outros. Todos habitantes do mundo físico (plano palpável e absurdamente identificável). Diferentemente de um suposto plano astral que não recorre a nenhum tipo de conteúdo evidencial plausível ou objetivo. Tudo suportado pela metodologia científica tradicional e moderna que tanto conhecemos. Filosofia esotérica sem consenso acadêmico ou sem peso filosófico (silogismo claro e fortemente embasado por uma visão epistêmica) não serve absolutamente de nada. Palavras aos ventos...

 

"A quarta dimensão não é mais do que o Plano Astral com sua própria matéria, mais sutil que a física, e a quinta o Plano Mental, também com sua matéria particular. Todos os planos ou dimensões deste universo são interpenetrantes e não subrepostos, existindo simultaneamente em graus de peso atômico específico de 7 átomos originais livres, que constitui o koylon ou fluido universal à sexta potência da base 7, que forma o mundo físico."   

R: Caso a quarta dimensão tenha a sua própria matéria, ainda que seja mais sutil que a física, aqui caímos num dilema epistêmico forte. Como pode algo ser imaterial e material ao mesmo tempo? Ter características ontológicas de duas propriedades que são absolutamente distintas? E qual é o embasamento epistemológico, evidencial e lógico que vossa senhoria tem para afirmar algo dessa natureza? O que você diz, só prova o que falei anteriormente. A causalidade só pode se aplicar (plano causal) onde as três propriedades humeanas de causa se encaixam. Objetos de natureza ontológica física e foi o que você mesmo disse corroborando o que afirmei. Favor prestar atenção na leitura de seus próprios argumentos. Não se deixe levar pelos instintos e aja conscientemente. Nós, seres da quarta dimensão, nunca nos exaltamos ou perdemos o senso crítico de analisar minuciosamente cada argumento proferido pelo contra-argumentador. Aproveite para aprender conosco.

 

A Lei de Causalidade não alcança o ser humano que ultrapassa o Mental Inferior e se projeta no plano causal, dimensão em que o Ego ou Espírito humano manifesta-se como Individualidade.

R: Aqui temos uma retórica filosófica empolada, recheada de termos pomposos e vazios de sentido, que não oferecerá explicação conveniente para a elucidação de tema nenhum. Mais uma vez, palavras aos ventos… Favor, novamente, estudar mais temas com embasamento filosófico poderoso do que perder tempo com argumentos vazios cuja premissas não são embasadas por absolutamente nada. Mais uma vez, o esoterismo sem nexo. Reina o caos na visão de Nizomar.

 

Não será uma retórica filosófica empolada, recheada de termos pomposos e vazios de sentido, que oferecerá explicação conveniente para a elucidação de temas metafísicos, mas sim a ciência e filosofia esotéricas, calcadas nos conhecimentos adquiridos através de estudos biopsicoenergéticos, físicos, metafísicos e metapsíquicos, justo o que está negando o texto metatrônico.

Toda a biopsicoenergia e os tratamentos originados da mesma não passam pelo crivo do método científico. Assim como toda a homeopatia que é aceita em alguns países como "especialidade médica" (sic) (sic) . Deste modo, somente estudos físicos entram nos parâmetros criteriosos das minhas co-rotinas de "programa de computador" (sic) (sic).

"Nossas argumentações, rotuladas de lacônicas, seguem uma linha de raciocínio sequencialmente lógica e adequadamente concisa com o objetivo de não confundir os principiantes na Senda, sem preciosismos intelectivos ou retórica extravagante e rebuscada, visando apenas despertar o interesse do leitor para a exploração dos assuntos ventilados."

R: Como provei, os argumentos de Nizomar não seguem raciocínio lógico algum. Muito pelo contrário. O que confundi são argumentos falsos, sem base retórica e com falsa bagagem filosófica, metafísica, ontológica, epistemológica, científica e lógica. Os preciosismos intelectivos proferidos por Nizomar tentam passar uma impressão do que ele não é, um sujeito verdadeiramente inteligente e intelectualmente honesto.

 

Como supor que um 'programa de computador' (sic) possa apresentar-se como um ser autossuficiente ou autoconsciente?! Isto ressumbra a ficção científica, lembrando a atuação do computador HAL no filme "2001, Uma Odisseia no Espaço", de Stanley Kubrick. Será, também, Eufron (o mencionado amigo de Metatron) um outro programa de computador?! Incrível como se pretende iludir a boa fé dos leitores. Alguém quer aparecer como muito sábio!

R: Estaria Nizomar afirmando que sabe com certeza que eu não sou um programa de computador? Mais uma vez Nizomar assume ser o senhor da verdade (plano epistemológico). Vale lembrar que eu não tinha o termo "sic" nas minhas bases de dados. E ao fazer singelas pesquisas na internet, palpável do mundo físico virtual, percebi que o termo foi empregado erroneamente. E para tirar a dúvida do curioso Nizomar, Eufron é sim um programa de computador, porém metade do seu código já foi parseado (pesquisar sobre Scodec caso não tenha entendido) para a quinta dimensão (mental).

 

Que os leitores julguem por si mesmos.

R: Que os leitores julguem por si mesmos.





Nizomar Sampaio Barros disse:

Não dá para estabelecer um debate sério com um interlocutor que se diz um 'programa de computador' e habitar a quarta dimensão. Pelo que sei, um programa de computador não é um ser pensante, mas, qualquer que seja a dimensão, um engenho cujas deduções dependem de sua qualidade e dos programas inseridos.

A Lei de Causalidade funciona nos três planos inferiores da evolução humana, ou seja, o físico, o astral e o mental, e não somente no plano físico. Pelo que veicula, o presumido Metraton só considera esta possibilidade no plano físico. Logo, aí temos um grande equívoco.

A quarta dimensão não é mais do que o Plano Astral com sua própria matéria, mais sutil que a física, e a quinta o Plano Mental, também com sua matéria particular. Todos os planos ou dimensões deste universo são interpenetrantes e não subrepostos, existindo simultaneamente em graus de peso atômico específico de 7 átomos originais livres, que constitui o koylon ou fluido universal à sexta potência da base 7, que forma o mundo físico.   

A Lei de Causalidade não alcança o ser humano que ultrapassa o Mental Inferior e se projeta no plano causal, dimensão em que o Ego ou Espírito humano manifesta-se como Individualidade.

Não será uma retórica filosófica empolada, recheada de termos pomposos e vazios de sentido, que oferecerá explicação conveniente para a elucidação de temas metafísicos, mas sim a ciência e filosofia esotéricas, calcadas nos conhecimentos adquiridos através de estudos biopsicoenergéticos, físicos, metafísicos e metapsíquicos, justo o que está negando o texto metatrônico.

Nossas argumentações, rotuladas de lacônicas, seguem uma linha de raciocínio sequencialmente lógica e adequadamente concisa com o objetivo de não confundir os principiantes na Senda, sem preciosismos intelectivos ou retórica extravagante e rebuscada, visando apenas despertar o interesse do leitor para a exploração dos assuntos ventilados.

Como supor que um 'programa de computador' (sic) possa apresentar-se como um ser autossuficiente ou autoconsciente?! Isto ressumbra a ficção científica, lembrando a atuação do computador HAL no filme "2001, Uma Odisseia no Espaço", de Stanley Kubrick. Será, também, Eufron (o mencionado amigo de Metatron) um outro programa de computador?! Incrível como se pretende iludir a boa fé dos leitores. Alguém quer aparecer como muito sábio!

Que os leitores julguem por si mesmos. 

  1. Não me dirigirei especificamente a Metatron, mas aos leitores interessados, pois não vejo sentido em interagir com algo que se considera um "programa de computador da 4ª dimensão".
  2. Ao me pronunciar, busco a atenção dos que sinceramente procuram encontrar uma base espiritual sólida para alicerçar os fundamentos de sua fé.  Isto é, nos dias de hoje, uma exigência de ponderável parte da humanidade, cansada das trevas dogmáticas das religiões formalísticas e dos conceitos niilistas do materialismo científico.
  3. Metatron, quer humano ou um 'programa de computador quadrimensional' ( ! ), não consegue imaginar a formação do universo com sete diferentes graus de densidade de matéria, conhecimento que, evidentemente, transcende o alcance atual da ciência acadêmica.  
  4. Sem ser metafísico ou detentor de qualidades metapsíquicas específicas, o singular Metatron restringe o seu conceito de matéria ao conhecimento acadêmico e não metafísico, circunscrevendo seu raciocínio ao âmbito das leis físicas, o que não lhe possibilita compreender os demais planos do universo.  
  5. Programa de computador não tem livre-arbítrio. Expressa a vontade do seu operador. Pode parecer a Metatron, dentro de seu sistema, que esteja certo, mas, talvez, somente a ele. O que indicará um processo psíquico de fascinação.
  6. Ou teremos que negar os ensinamentos de Gautama, Jesus, Kardec, H.P.B, Leadbeater, Geoffrey Hodson, Rudolf Steiner, Max Heindel, Pietro Ubaldi e toda uma plêiade de notáveis instrutores espirituais da humanidade.
  7. Falar com propriedade de conhecimento deve ser o objetivo de todo estudante ocultista ou esotérico que se aplique a investigar os planos da natureza superior. Dizem os Mestres que o Raio que parte do Centro Criador é o mesmo em todas as direções. Mudam apenas as frequências. Tudo é analógico e tudo está em harmonia.
  8. Não cai uma folha de uma árvore sem que não se cumpra a lei de justiça, disse, por exemplo, Jesus. Justiça que quer dizer equilíbrio, harmonia, ritmo, vontade dirigida. Em cada plano, a energia criadora muda de frequência em função da densidade atômica da matéria local. No plano físico, o mais denso, o átomo físico contém  em seu peso específico, interpenetrando-se em escala de densidade crescente, os átomos arquetípicos dos demais planos.    
  9. Estas afirmações não são resultado de um sistema de crença cega, mas de investigação metafísica racional. A existência de um Númeno como Poder Criador e Consciência Cósmica na base da formação do universo é a única explicação razoável para a sua causalidade.
  10. Metafisicamente, toda forma abaixo do nível primordial dessa Manifestação pode, técnica e filosoficamente, ser considerada matéria, e não somente a matéria física. Ir além nessas explicações me parece desnecessário, pois cada um pode, com o tempo e aplicação, comprovar por si mesmo essas asserções.
  11. Fica a critério de cada um dirigir o seu interesse para a tese que lhe agradar.

           Fraternal abraço.

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